Asas
Belo também, é tomar emprestadas as asas de alguém...
E observar o mundo com o coração do outro.
A fé conserta as asas dos sonhos,
A fé salva-nos de morrer em vida.
Que a tua, seja a porta de um infinito qualquer,
E que te baloice a alma numa canção de amor.
Você é o anjo mais lindo do mundo,mesmo que não tenha asas.
Você é aquele que torna meus dias mais felizes, mesmo que a distância nos abarque.
Você é o suspiro das flores noturnas.
É o meu amanhecer de cada dia.
É as estrelas que engrandece o céu...
É a minha lua, imponente e vitoriosa.
Você é o meu amor, imutável e imensurável.
POEMINHO
Coraçãozinho de asas passa por mim,
pipilando, desconfiado...
Zoinho pretinho, fininho,
olha-me ligeirinho...
E me encharca de liberdade
de céu d’ouro azuladinho,
de perfume d’orvalhinho...
Sinto-me beijada por esse olhar alegrinho.
Não sei por que,
chega dar imenso dó...
Dá um não sei quê de carinho...
Dói de lindinho...
Vem, menininho,
não tenhas medo, pequenino,
pois todo o passarinho é um poema
e todo o poeta é ninho...
(...) Embora, tudo pareça muito assustador sempre podemos nos metamorfosear e deixar as asas baterem para que possam plainar suavemente sob a vida. Os ambientes de recuperação e cura estão repletos de lagartas de jaleco branco e acabam convivendo com casulos, retraídos. Depende do profissional-borboleta saber pegar esses casulos e promover a melhora em borboletas que alçaram o voo ou apenas reforçar as paredes do casulo. Precisamos das borboletas, quem sabe podemos começar vendo-as na anatomia e depois todos terão tempo para (re)abrir as próprias asas.
Texto: Anatomia e borboletas
As portas para o céu anteriormente fechadas estão começando a se abrir. Asas sem limites estão começando a se espalhar nos corações das pessoas por todo o mundo.
O amor é como o beija-flor
quando bate as asas
tem forma de infinito
quando para
está destinado a morrer.
Você me teve muito tempo e presa permaneci. Ferindo asas da liberdade, sangrando lágrimas dentro de mim. Cantando tristes choros, correndo sempre em sua direção, voltando mais uma vez e denovo à mesma conclusão.
Está chovendo e eu estou aqui fora tropeçando nos mesmos erros, traindo princípios, rasgando promessass que um dia prometi...
As pedras do meu caminho,
do meu sapato e as que atiraram em mim.
Construí asas e voei a diversos lugares e adquiri multiculturas.
