Asas
"Não basta dar asas aos sonhos, o essencial é fazê-los voar.
É ir com eles, pro alto, bem alto!
Para onde ninguém os destrua e você possa torná-los lindas realidades!"
Anjos caídos, que voam sem asas nos labirintos, perdidos. Onde antes paraíso agora ruínas, construídas pela constância do indigno, se autocondenando por alicerçar o desequilíbrio.
Anjos caídos, nas esquinas, nos prostíbulos, nas cadeias, no ódio assumido e íntimo.
Anjos caídos feridos, simplesmente caminham, na procura da cura que em outrora esteve suave em vossas mãos, agora sentimos, longe distante, e que algo vem nos aprisionando a alma e selando o coração.
Anjos caídos, na contínua busca de esperança pra reverter um veredito.
Anjos caídos...
Mas ainda vivos.
Não se qual foi a causa
E quais serão as conseqüências
A borboleta bate as asas
E o vento vira violência
Não sei a soma exata
Só a ordem de grandeza
Não sermos literais as vezes faz nossa beleza
As vezes faz nossa cabeça um par de olhos
Um por de sol as vezes faz a diferença
Se uma borboleta perder as asas, votará a ser lagarta, porém se um homem perder a inspiração, estará morto.
A amizade é o amor sem asas.
O silêncio é um amigo que nunca trai.
Não te esqueças que os estranhos são amigos que ainda não conheces.
“É muito egoísmo querer ter amigos; sem antes nos perguntarmos se algum dia, nós, os solitários do mundo, tivermos a disponibilidade de sermos amigos de alguém”.
O amor pode morrer na verdade; a amizade, na mentira.
Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.
Amigos são como melões; devo te dizer por que? Para encontrar um bom você precisa provar cem.
Se o tempo pede estrita conta do tempo; se a liberdade abre as asas sobre nós, se a saudade mata a gente, o infinito dá-nos a salvação eterna.
ANJO
Senti o bater de tuas asas
Sobre a tempestade que se armava
Asas de anjo, asas morenas e claras
Quando a solidão me rondava
Senti, mesmo de longe senti
A feminina beleza inquieta
De torneado corpo fluía
A tua fervura discreta
Sinto na tua indelével beleza
De dentro, de fora o que agora
Faz-me ter toda certeza
Que és filha sã da natureza
Estou entre tua imagem e tua leveza
Um anjo, um ser pleno e intenso
Se calo é porque onde quer que esteja
É em ti que repouso o que penso
Eu vi teus contornos que chamam
Calei pra não destoar
Dos sentimentos que envolvem os anjos
Que são luzes e me fazem sonhar
Sinto na tua inexorável atração
Que tudo que ronda é pureza
Sei que és anjo então
Dispo-me e deixo que vejas!
"...Comprei uma passagem para as nuvens
com direito a duas asas prateadas
e um vestido dourado de cetim
meu voo é amanhã ao por do sol
minha bagagem são mudas do jardim.
NAS ASAS DA BORBOLETA
Sou no mundo um passante, andarilho dardejante
Olhos ávidos, deslumbrados de beleza...
Sou no mundo borboleta, nem lagarta nem casulo
Não rastejo na miséria, não me escondo na riqueza
Do mundo não quero a tristeza... o medo a insegurança
Quero a alegria das cores, a liberdade da esperança,
No mundo, eu não serei apontado por ser mal educado
E não tratar com cuidado a casa que me acolheu
E quando chegar o fim do vôo da borboleta
Ficarei nas cores e nos sorrisos
Deixarei o mundo mais colorido nas asas da borboleta!
(...) toda pessoa deve ter um par (de asas) perdido ou achado por aí nesse mundão de Meu Deus! Daí a gente espera, não espera, pega estrada, segue o curso, corta caminho ou roda como numa ciranda, muda o rumo, erra/acerta o passo e cruza com alguém que nos faz experimentar sensações até então desconhecidas porque vindas de um jeito novo. Que nos faz delirar, provocar uma sinergia, um descompasso em meio ao calor trêmulo dos passos, o desejo ardente de perde-se naquele abraço, embriagar-se de beijos, fundirem-se entreolhares e entregar-se com paixão. O novo, vestido de flores, sol e sorrisos, tecido de algodão bordado de carícias e coração. (...) Deseja vesti-lo, sentir colado à pele o teu avesso, o vestido mais perfeito, e reza para que te caia bem, que te vista como uma luva, que se encaixe perfeitamente em você, na medida certa do/para o amor, sem mais.
Quem és tu, pobre vivente,
Que vagas triste e sozinho,
Que tens os raios da estrela,
E as asas do passarinho?
A noite é negra; raivosos
Os ventos correm do sul;
Não temes que eles te apaguem
A tua lanterna azul?
Quando tu passas, o lago
De estranhos fogos esplende,
Dobra-se a clícia amorosa,
E a fronte mimosa pende.
As folhas brilham, lustrosas,
Como espelhos de esmeralda;
Fulge o iris nas torrentes
Da serrania na fralda.
O grilo salta das sarças;
Piam aves nos palmares;
Começa o baile dos silfos
No seio dos nenufares.
A tribo das mariposas,
Das mariposas azuis,
Segue teus giros no espaço,
Mimosa gota de luz!
São elas flores sem haste;
Tu és estrela sem céu;
Procuram elas as chamas;
Tu amas da sombra o véu!
Quem és tu, pobre vivente,
Que vagueias tão sozinho,
Que tens os raios da estrela,
E as asas do passarinho?
Ilusão aflora os sentidos
dá asas aos sonhos...
Pensamentos triplicados e repartidos
voam longe...
Em busca do inexplicável
Doce ilusão, amarga de sentir
mistério do outro lado, o lado de lá
protegido por tão imenso mar
Em algum lugar, meu sonho a respirar.
Lúcia Farias
O beijo tomou fôlego e deu asas pro sabor borboleta, que é aquele que colore o amor e a boca fica com agua na boca
Minhas asas podem estar repletas de cicatrizes e mesmo assim sei o quanto elas são fortes, por isso não deixarei de voar.
Quem nunca brincou de lama com os amigos, quem nunca sonhou ter asas, e nas asas da imaginação voou para longe, quem nunca ficou com raiva de um amigo, fazendo juras de que nunca mais falará com ele e depois de uma leve olhada tudo ficou como se nada tivesse acontecido, quem nunca pensou em fugir para uma outra dimensão, quem nunca pensou em mudar o mundo, quem nunca pessou em ir na lua, quem nunca esqueceu um compromisso, quem nunca deu uma desculpa esfarrapada, quem nunca sentiu vontade de gritar pra todos que ama, que nunca foi amado, quem nunca foi magoado por um amor, quem nunca fez loucuras para fazer os outros felizes, quem nunca chorou, quem nunca perdou, quem nunca foi perdoado, quem nunca sonhou??? QUEM NUNCA FEZ ISSO, NUNCA VIVEU. SORRIA, CHORE, PERDOE, SINTA, AME, VIVA. by: Suzy
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