Asas
Pense mais e si e se sentirá mais leve, como se tivesse asas de borboleta. Quem sabe não as tem mesmo?! É só uma questão de apurar os sentidos.
E a semana...que venha cheia de coisas leves,e que a alma possa voar com as asas da paz e pousar nas bençãos do nosso Senhor.
Feliz semana
Ivânia D.Farias
As asas que voei,
Nos encantos eu vibrei,
Quantas descobertas desbravei,
E um livre pouso eu dei!!!
Tenho asas para voar,
Muito gosto em amar... e
Totalmente livre para sonhar!
Sinto-me como um um beija flor
Batendo minhas asas vou
e não deixarei que nada ou ninguém
Venha embargar meu vôo
Maria Francisca Leite
Eu queria ter asas, assim voaria até você.
Minha definição de amor é te olhar, saber que estás feliz, bem.
O amor ultrapassa o desejo de possuir, aprendemos a conviver com o sentir, te sentir me deixa feliz!
Ao seu lado sinto-me um anjo sem asas sobrevoando o mundo. Tudo fica fácil, leve, bonito, apenas sonho... sonho e flutuação.
ANJO SEM ASAS DORMIU EM MINHA CASA.
Um anjo sem asas dormiu em minha casa.
Não trouxe claridade. Trouxe consciência.
Entrou como entra a ideia amarga que não pede licença.
Sentou-se no chão frio da sala antiga e ali permaneceu, como se o próprio existir fosse um fardo demasiado grave para qualquer criatura alada.
Não possuía asas porque compreendera o peso da Vontade que governa os seres.
Essa força obscura que impele ao desejo incessante.
Que promete satisfação e entrega apenas breves suspensões do sofrer.
Ele sabia.
E por saber, tornara-se grave.
Dormiu encostado à parede onde a tinta descasca como a esperança quando se descobre ilusória.
Seu rosto tinha a palidez das madrugadas em que o pensamento não encontra repouso.
Era belo como um lamento.
A casa inteira silenciou-se.
O relógio pareceu envergonhar-se de contar o tempo.
As sombras alongaram-se como espectros convocados por uma consciência demasiado lúcida.
Aproximei-me dele.
Seu sono não era descanso. Era desistência temporária do combate interior.
Respirava como quem tolera a própria existência.
Compreendi então que toda alegria é negativa.
Não é presença de algo. É apenas ausência momentânea da dor.
Um intervalo microscópico entre duas inquietações.
O anjo, ainda que adormecido, ensinava-me sem palavras.
Mostrava que o querer é a raiz da inquietude.
Que desejar é cavar abismos sob os próprios pés.
E que o mundo não foi feito para satisfazer, mas para reiterar a falta.
No entanto havia ternura em sua decadência.
Uma ternura trágica e quase litúrgica.
Como se dissesse que, apesar do absurdo, resta a compaixão.
Não a compaixão sentimental.
Mas a que nasce do reconhecimento de que todos somos arrastados pela mesma força cega.
Sofremos não por exceção, mas por estrutura.
Na madrugada mais densa, toquei-lhe os cabelos.
E senti que o verdadeiro voo não é subir aos céus.
É calar o querer.
É diminuir a tirania dos impulsos.
Quando o dia insinuou-se pelas frestas da janela, ele já não estava.
Não deixou perfume nem luz.
Deixou lucidez.
Desde então minha casa tornou-se uma espécie de cripta interior.
E toda vez que a solidão pesa como chumbo na alma, recordo que um anjo sem asas dormiu aqui.
Ele não veio salvar-me.
Veio ensinar-me que a consciência é o mais lúgubre dos dons.
E que amar, neste mundo, é aceitar o outro como companheiro de um sofrimento que não escolhemos, mas que nos constitui.
Se desejares, posso aprofundar ainda mais a atmosfera fúnebre ou conduzi-la a um desfecho metafísico de resignação.
Nem todos os anjos chegam em nossa vida com a missão de ficar, às vezes, chegam apenas com a função de curar, de acordar o riso que dorme sob a letargia dos nossos dias sem cor.
Estamos separados sim... pela distância...
Mas nunca em nosso corações...
Os corações permanecem intactos... e acreditem... este amor a cada dia que passa se torna maior e mais forte!
E não para de crescer! Impossível detê-lo! É verdade que há pessoas que estão juntas e que não se amam... e há outras pessoas que estão separadas por algum empecilho, mas que se amam ardentemente... loucamente... desesperadamente... Ansiando o encontro para então consumarem o amor que já existia em seus corações! Você é meu furacão! Tira meu chão, me dá asas... e me faz voar...
Seja com Deus como o passarinho que sente tremer o ramo, mas continua a cantar, porque sabe que tem asas.”
Voar é muito mais do que simplesmente flutuar sobre os céus...Voar é sentir a leveza da vida, a suavidade da brisa, o valor da liberdade, o brilho da magia. Voar é ir além... Voar é abrir as asas da alma, acionar os motores do coração, navegar com intuição e coragem e ir em direção ao amor dentro de si, desvendando a verdadeira essência que és.
Aquele olhar brilhante
Tão bonito quanto um diamante
Possui um sorriso que se parece com a chave do Paraíso
Já o beijo... É como estar em um precipício
No qual não há medo de cair
É como se meu amor por ti
Tivesse asas e nenhum medo de partir
Madrugada, meu recanto de paz e angústia
Pego meu barco todas as noites
Navego dentro de mim.
Me deparo com uma imensidão de águas
É o presente em que vivo
Mergulho no passado...
O futuro ainda são águas desconhecidas.
Alguns sonhos eu vejo no céu...
Cheio de estrelas
Queria eu ter asas...
Pra poder alcança-los.
Ela é Fé que Floresceu.
Fez do seu coração quebrado
um santuário. Sagrado e bonito.
Ela andou com o universo
em seus ombros,
mas fez parecer um par de asas.
Cada vez que ela caía...
Deus a fazia voar ainda mais alto.
Segure firmemente na mão de Deus, faça como o pássaro, que não para de cantar, mesmo quando o galho se quebra porque sabe que tem asas!
Mostramos pra que viemos ao mundo
Vivemos segundos como se fossem minutos
Não escolha a melhor roupa, não vai usar
Traga suas asas, pois iremos voar
