Às Vezes
Saudades
A Saudade demais nos mata;
Outras vezes, nós matamos a saudade.
Ela nos mata quando a morte é imediata
A matamos quando amamos de verdade.
A saudade é algo que nasce de mansinho,
Invade o coração de todos com lembranças;
É como o cheiro de perfume que some aos pouquinhos
E acaba com nossa esperança.
A saudade é uma falta comprida,
O coração não aguenta e sofre demais.
Na morte é sempre sentida,
E na vida, é sempre real.
É uma dor de um amor que foi perdido;
Foi uma ferida aberta que ainda destrói,
Desgasta e nos deixa vencidos
Aperta no peito e até nos corrói.
Saudades da terra
Saudades de gente…
Saudades do amor
São saudades que sentes.
Aqui na internet, muitas vezes a gente acaba expondo aquilo que está pensando ou sentindo naquele exato momento. Mas precisamos entender que nem sempre devemos mostrar tudo o que sentimos por aqui.
A internet pode se tornar um lugar perigoso, porque você nunca sabe quem vai ver sua mensagem hoje ou mais tarde. Por isso, é importante ter cuidado com aquilo que postamos.
Nem toda emoção, ilusão ou sentimento precisa ser exposto. Existem pessoas observando, e infelizmente nem todas querem o nosso bem.
Então, pense antes de publicar. Preserve sua paz, sua vida e seus sentimentos.
Coragem muitas vezes não é o problema. O percentual de "nãos" do seu histórico de vida é que é. Gato escaldado tem medo de água fria.
Pensando bem... Às vezes, pensar demais faz a gente pensar que pensa bem, só porque pensou bastante sobre o que estava pensando.
Às vezes, o "não" que a vida te dá é apenas um desvio para te salvar de um caminho que você nem queria tanto assim.
Ser mãe é amar tanto que às vezes sufoco. É chorar, rir, brigar e conversar no mesmo dia. É luta diária, é aventura, é simplesmente afeto, amor, carinho e compreensão.
Às vezes o conforto é uma prisão de janelas abertas, onde a mente confunde dinheiro com prosperidade!
Muitas vezes, temos que aprender a gostar da nossa própria companhia. Nunca estamos tão bem acompanhados quando estamos sozinhos e com Deus. Ele sim, é para todas as horas!
A jornada da alma muitas vezes começa no eco de promessas vazias. Esperamos o jardim e os versos, mas recebemos o solo árido da desilusão. No entanto, é no silêncio do que não aconteceu que a verdade finalmente se manifesta.
Sabe o que é olhar para trás e sentir que nada valeu a pena? Muitas vezes, surpreendidos pelas circunstâncias, pensamos dessa forma!
Criamos raízes profundas em solos onde não nascemos, muitas vezes sem perceber a força desse vínculo. A solidez de um novo lar ou de uma nova fase se constrói no silêncio do cotidiano. Só tomamos consciência do tamanho dessa fundação quando aceitamos o risco temporário de perder o que já se tornou fixo, firme e real. É na vulnerabilidade do desapego que descobrimos onde o nosso coração realmente fincou base.
Pessoas insensatas preferem amar próximo a orla do perder, onde muitas vezes a queda não pode ser evitada.
Não se esqueça das vezes em que você se ergueu em meio às tempestades da vida, mesmo quando suas mãos tremiam, sua voz falhava, sua respiração se tornava tênue e talvez o medo sussurrasse em seus ouvidos, mas ainda assim, você permaneceu firme, desafiando a escuridão com a luz da sua determinação.
Às vezes, penso que o universo tem um senso de humor bem peculiar.
O par de meias que entra na máquina de lavar, mas sempre sai só um.
O shampoo que é especialista em me deixar na mão parece que conspira para acabar justamente quando eu já estou debaixo do chuveiro.
Ah, e aquela pessoa que você mais quer evitar, mas que o acaso faz questão de colocar bem à sua frente, na fila do supermercado, como se o universo cochichasse: “Eu ouvi você e achei engraçado.”
Às vezes ela parece estar no controle, quando na verdade, não sabe nem que dia da semana é, e fica bem fazendo isso.
