Às Vezes
Damos bom dia todos os dias, mas as vezes esquecemos de pequenos de talhes no dia a dia, já parou a para se analizar?
"As vezes, o poço nem é tão fundo assim, só é difícil de sair sozinho, porém, poucos te jogam a corda, enquanto a maioria te jogam terra."
O eco de um pensamento profundo pode, por vezes, tornar-se insuportável. A mente se sobrecarrega, o ânimo enfraquece e, neste cenário, a fuga passa a parecer necessária.
Existem múltiplas formas de fuga, especialmente quando pessoas não conseguem conviver consigo mesmas, buscando refúgio em prazeres efêmeros.
Beleza física tem seu encanto mas dura pouco, no mais das vezes menos de cinco minutos. Gente linda mesmo é aquela que brilha por dentro, que transborda em inteligência, capacidades, caráter ou Luz - isso é graça, o resto é glacê!
Às vezes é necessário termos uma visão amplificada sobre a vida. Somos compostos por sentimentos e sensações e isso nos faz especiais, tudo na vida tem seus momentos e é normal, é normal não estamos bem, uma hora tristes outrora mais ainda e depois melhor, mas tudo bem também... Não conseguimos está bem a todo o momento, é necessário que reconheçamos “Hoje estou assim... Amanhã não sei também, mas depois eu irei ficar, por quê? por que tudo passa". Então quando estiver triste, viva essa tristeza, sinta ela intensamente, coloque uma bela musica e permaneça ali. E quando estiver feliz, sinta a alegria intensamente, sorria, grite, coloque uma boa música e dance.
Ás vezes me pego pensando no que é um lar, por mais que pensemos que é uma casa, acredito que não. Acho que um lar é um lugar onde nos sentimos seguros, amados, acolhidos. As vezes esse sentimento pode vir ao estar com outra pessoa. Ou quando estamos sozinhos.
É muito ruim quando não temos um lar. Sentir não importa onde esteja, você não se encaixa. Que não importa o quanto você se esforce, ali não é seu lugar. Que ali, você não se sente completo.
Mas é tão bom quando você finalmente encontra o seu lugar. Melhor ainda quando você o conquista. Quando você encontra as demais peças do seu quebra-cabeça. E você se sente mais leve, mas feliz, mais aceito.
Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”
Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!
Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.
E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…
Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?
Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.
Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.
O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.
E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.
O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.
Às vezes, alguns Desavisados precisam tropeçar na beleza dos Bem Resolvidos para lembrar que a Felicidade existe.
O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!
Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.
Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.
Porque, palavras têm memória!
Imagens têm humor.
E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.
Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.
Por vezes até revelam o que tentamos esconder.
Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.
Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.
E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.
No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.
O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.
Chega!?
Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…
Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.
Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.
Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.
É aviso, cura, é último chamado.
Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.
E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.
Vai, então.
Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.
Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.
Vá em Paz e não peques mais!
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Inúmeras vezes, a porta se abriu para o teu recolhimento,
fossem males do corpo, da alma ou do pressionado bom desempenho na escola
Eu só desejei o teu bem, e em cada regresso, foi festa e contentamento,
o abraço que esperou, sempre sincero, sempre aberto.
Mas quando a minha alma vestiu o casulo protetivo por certo tempo,
buscando um porto, um silêncio para curar a própria dor,
Vi a rede social, palco de frias indiretas,
e a espera em que me puseste, desprovida de qualquer calor.
Essa é a nossa cicatriz mais funda, a cruel diferença:
Minha primavera em teu inverno, teu gelo na minha presença.
“Às vezes rejeitamos o combate não por covardia, mas para nos preservar de nos rebaixar a níveis tão baixos. Nem todo combate vale a pena.”
Por vezes, a vida revela que existir como uma engrenagem, em sincronia, é preferível a viver desordenadamente em um batalhão, sem direção entre conflitos ou conquistas.
