Às Vezes

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Após tantas vezes sorrimos com a tristeza travada na garganta,
embrulhada em memórias fúteis de um passado de pranto e dor,
a vida ainda insiste em nos entregar pequenos brilhos de esperança.
E é nesse instante, quase silencioso,
que o amor aparece como um suspiro quente no peito,
varrendo as sombras que deixamos acumuladas pelos caminhos.
Porque amar — mesmo ferido —
é tocar na doçura que sobrevive dentro de nós,
é transformar a dor em ponte,
o passado em aprendizado,
e o coração em casa novamente.
E quando finalmente permitimos,
o amor vem devagar,
cura o que o mundo machucou,
e devolve ao nosso sorriso
a suavidade que nunca deveria ter partido.

Eu ensaiei por tantas vezes, longe de você e de todo mundo,
num palco onde éramos só eu, você e o vazio que o silêncio faz.
Ali, na quietude, criei os poemas mais sinceros, feitos só pra você,
desenhando teus beijos em cada curva do meu corpo,
onde a fúria dos desejos arde como chama impossível de apagar.Mulher bonita, encantadora, maravilha que transforma meu mundo,
você é o sonho que os meus olhos não cansam de perseguir,
a melodia doce que acalma meu peito inquieto,
a razão porque cada verso é um suspiro, um grito contido.E mesmo quando a distância nos desafia, sinto você aqui,
no pulsar da minha pele, no ritmo louco do coração em festa,
porque amar você é viver o impossível sem medo,
é acreditar que entre o silêncio e o caos, só existe o nosso amor.

As palavras, às vezes podem ser duras, magoam, ferem... Mas quando ditas com verdade, elas são necessárias, salvadoras, pois nos situam, nos mostram a realidade, nos libertam da cegueira intelectual, geralmente quem pronuncia, é atacado e apontado, mas este mesmo proclamador, livre estará, pois cumpriu uma valorosa missão, informar!

Eu sou muito sincero, não invento e nunca consigo esconder o que quero, às vezes sou um bobo, uma criança que se expõe na inocência de um sorriso maroto, mas também fico magoado, e todos podem perceber quando isto
acontece, basta apenas observar o meu olhar, que aos poucos se entristece!

'PARÁGRAFOS'

Às vezes acordo na madruga e
ponho-me a pensar sobre o universo.
O meu universo.
Tão fechado.
Tão inóspito.
Aos meus tímpanos barulhos vários
e à minha inquietude o frio matinal.
Sou levado a filmes que
repetidas vezes já o assisti.
A melancolia e o desespero assombra-me.
Encoraja-me.
Olho para o reflexo embaçado no espelho.
Penso: já não sou o mesmo do café da manhã de ontem.
A cama há muito está vazia, exceto por uma sombra
que durante décadas não se achou.
Encontra-se perdida.
É uma alma penada com decreto temporário.
Aprisionada.
Não a prisão destinada aos malfeitores.
Quisera fosse.
É a prisão do inacabado.
Do incômodo.
Do inconformismo.

⁠"Para gerar mudanças, muitas vezes é necessário incomodar".

Anderson Silva

O desejo de pertencimento nasce, muitas vezes, da ausência de identidade. Quanto menor o senso de si, maior a intolerância com o outro.

É bonita demais
A dádiva sutil, concebida
Ela, às vezes se achega
No mais cortante frio da madrugada
Aquela que traz a certeza
Adquirida no dizer das nuvens
Levemente sussurrado em meus ouvidos
Eu jamais precisei
Ser a mente mais brilhante
Basta-me a alma sensível
A paciência e o correr dos dias
Meus olhos de criança sabiam
Que vai-se a beleza da viçosa flor
Mas a lembrança
da alegria verdadeira
No momento em que foi ofertada
Se esta não permanece
Todo resto é dor guardada
Eu digo à poesia que a leve
no leve sussurrar do vento
Pois tudo não passa de momento
E a pressa de viver
A tudo inverte
Felicidade é uma flor
Que precisa ser regada
O ato de viver
É de fato interpretar o escrito
Em versos simples e bonitos
Na mais clara maneira
Com que a vida os compuser
As janelas do mundo
O tempo da tarde esquecida
Um corpo sem alma
É nada
A alma num copo
é vida.

Edson Ricardo Paiva.

Demora
E de tanto que demora
Tem vezes que os rios secam
São coisas que não se explica
A gente apenas as aniquila
Enquanto isso
O Sol no Céu
Ele só desfila
Tem horas que ele faz isso
No mais, as flores se vão
Cada uma disse o que pensa
Em suma: tranqüila tonalidade
Seu credo, seu medo ou crença
A gente não sabe o que sente o Sol
É hora, tem horas que eu sei
Que a frase bonita passou
Vai chegar dezembro, conforme os planos
Mas a diferença é de tantos anos
Cá no meu canto
Planto prantos e poesias
Quem sabe um dia
Por tanto plantá-las
As uso
Num triste dialeto
de tantas falas
Mas não traduzo
Hoje eu já sei
Que nunca vai ser agora
Demora!

Edson Ricardo Paiva.

Nossas ações e escolhas são como o vento, às vezes trazem sol ou tempestades

Eu vejo o Sol nascendo
eu vejo o Sol se pondo
não necessariamente
nesta ordem
às vezes tudo depende
se ontem eu fui dormir
enquanto Deus permitir
que os pássaros me acordem
enquanto Deus quiser
eu vou tentar honrá-lO
com meus poemas imperfeitos
mal-feitos e cheios de arestas
e assim vou tentando encontrar
o motivo que O fez fazer de mim
algo além de folha morta
compreendo e entendo que sou
uma simples amostra de gente
muito aquém de semente torta
que queria ser floresta.

⁠Meu erro é que minha intensidade às vezes me impede de me expressar bem.

Às vezes sinto o mar descendo no meu rosto.
Muitas vezes, rio!

Às vezes, o coração fica marcado por cicatrizes que parecem não ter hora para cicatrizar… feridas silenciosas que aprendemos a carregar no peito, como quem guarda tempestades que já passaram, mas ainda ecoam.
E, ainda assim, a vida insiste em florescer; mesmo quando acreditamos que nada mais pode brotar ali. Depois da chuva, sempre há um campo esperando para renascer.


Curar não é esquecer o que doeu.
É ter coragem de encostar os dedos no que ainda lateja e, com delicadeza, permitir que o amor entre devagar… como quem abre uma janela para que o sol faça morada.
É respirar fundo, acolher a dor com ternura e, quando ela se aquieta, perceber que a felicidade também chega em gotas — pequenas, mas capazes de transformar tudo.


A cura acontece nos detalhes:
no abraço que nos devolve o ar,
na palavra que acalenta,
no sorriso que diz eu estou aqui,
na mão que segura a nossa, mesmo quando trememos.


É nas coisas simples que o recomeço se revela; tímido, mas cheio de luz.
E talvez seja por isso que falar de cura é também falar de amor.


- Edna de Andrade


Se essa mensagem alcançou seu coração, deixe-a seguir…
alguém pode estar precisando desse sopro de esperança hoje.

Também devemos analisar o trabalho dos políticos nos municípios. Muitas vezes, eles seguem o mesmo padrão: ao invés de desenvolverem projetos que ajudem a população local, eles preferem fazer vídeos e postar nas redes sociais, se autopromovendo

Por vezes sinto meu coração doer, ele dói por tudo que vivi, sofri e chorei, ele dói pelos sonhos que não realizei, dói pelas pessoas que amei e perdi e dói por te sido machucado por pessoas que confiei, quando meu coração dói assim eu me recolho em mim pra tentar me curar, algumas vezes funciona!

As vezes me perco de mim, tenho meus momentos de não saber o que fazer, mas quando lembro que eu me basto, respiro fundo e vou à luta, sou forte o bastante para aguentar tempestades e contra tempos! Sou feita de fé e revestida de otimismo, por isso mesmo nunca desisti da menina que fui e nem da mulher que sou!

Por muitas vezes aceitamos migalhas de quem está perto de nós, de quem gostamos, de quem amamos e ao aceitar as migalhas, os restos e sobras de tempo e de atenção vamos morrendo um pouquinho, vamos deixando de acreditar, vamos deixando de sorrir, vamos deixando de viver, vamos deixando de nos amar em primeiro lugar, aprendemos também a nos deixar para depois, que erro, porque se não nos colocarmos em primeiro lugar nenhuma outra pessoa o fará por nós, por mim, por você, não tenha medo de romper laços que só apertam e machucam, não tenho medo de se olhar e se escolher, tudo depende de você e o que escolhe ser!

Nem sempre quem está perto de nós está junto de verdade, às vezes mesmo tendo muitos a nossa volta continuamos sozinhos!

Sou feita de histórias que marcaram, muitas vezes machucaram, mas sou feita de força e coragem. Sou feita de tantos sonhos, de lágrimas e risos, sou feita da vontade de ser feliz!