Às Vezes
Que eu morra quantas vezes forem necessárias para que eu possa conhecer a minha transformação em ti;
Em meu silêncio, às vezes me pergunto:
Será que estou me equilibrando como se deva?
E entre eu e o meu coração têm sentimentos que se exceda?
E a minha ingenuidade? Será que ofende a minha tristeza?
Vou vivendo nessa grande loucura em uma prisão ao ar livre
Em ser escravo de mim mesmo, pensamentos do que eu disse;
O indício de me envolver pela própria inspiração
Escrevo o que faz sentido ao meu próprio coração;
Não lamente se as tuas lutas não obtiverem sucessos
Insista quantas vezes forem necessárias para obter;
O tempo muita das vezes é cruel
Pois sempre chega o tempo de perder
De abandonar, de terminar
Contudo, as lágrimas, tristezas
Frustração e até decepção;
É de certo, aprendizagem para uma extensa experiência
E ao longo que se perdura revela-se as verdades
Ou do que se entende como livramento na sinceridade;
O homem não tem medo de o mesmo raio cair duas vezes no mesmo lugar
Até que tenha dias tempestivos...
Palavras de compreensão às vezes aliviam o coração
As carinhosas ajudam aquecer o que foi abandono
As amáveis melhoram a alto-estima...
E as de amizade é a prova de que temos irmãos;
Às vezes eu sinto que os meus sentimentos querem se tornar reais
Mas ai eu lembro que as pessoas não querem ser humanas uma com as outras;
Ser livre nem sempre é ter liberdade
Ser livre na maioria das vezes
É não está preso a nenhum cárcere
E ter liberdade é está solto para amar;
Às vezes os meus pensamentos têm certos distúrbios
Quando vagam em um passado esquecido por querer
Pois os pensamentos insistem em abrir uma janela
Em meu coração e atingir a minha fragilidade
Trazendo lembranças de um elo dissipado;
Muitas das vezes eu tenho a sensação de que é muito mais importante
Viver do que sofrer por alguém que não valha à pena;
Nem sempre quis ficar na luta, na maioria das vezes... Eu quis fugir...
Mas sempre quis também ter prazer em estar ao seu lado;
