Às Vezes
❝ ...Nunca desisti dos meus sonhos,
fraquejei algas vezes, cai outras
Mil. Mas nada nem ninguém abalou
a minha Fé. Não vou desistir dos
sonhos que Deus sonhou em mim.
Cheguei até aqui, mesmo andando
pelos vales das sombras, Deus me
protegeu. Cheguei até aqui e viverei
para cumprir os propósitos de Deus
em mim!...❞
-------------------- Poetisa:Eliana Angel Wolf
❝ ...Meu jeito as vezes distância as pessoas de mim.
Não sei fazer teatro na frente das pessoas, eu amo
ou odeio e pronto. Não consigo guardar magoas de
ninguém. Perdou sempre, mas nem sempre esqueço.
Sou super amiga quando a amizade é sincera. E não
sei fingir amizade com pessoas fingidas e mentirosas.
Eu não sei pagar com a mesma moeda quem me feriu.
Mas sempre tem alguém me devendo. Já quebrei a cara
muitas vezes por ser assim. Nem por isso eu vou mudar.
Nunca fui boazinha, bonitinha ou certinha. sou boa com quem
é bom comigo, gosto de andar bonita e ser bonita por dentro
e por fora. Gosto das coisas do meu jeito, certo ou não.
Procuro ser correta, justa e amiga. E aqueles que estão
ao meu lado foram pessoas que mereceram o meu respeito....❞
------------------------ Poetisa:Eliana Angel Wolf
❝ ...As vezes a vida é dura com a gente
nos da cada golpe, cada pancada, nos
joga no chão em meio as pedras. Por
mas que você sofra, lembre se sempre,
é no chão que damos impulso para subir....❞
--------------------------Eliana Angel Wolf
❝... As vezes deixamos
de viver esperando
por algo que nunca
vai acontecer. A felicidade
esta em você, em suas
escolhas, seus atos
e decisões. As lágrimas
faz parte da felicidade,
principalmente
quando se vê um sonho
sendo realizado. Viva o
hoje, o ontem já passou
e o amanhã a Deus pertence...❞
---------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
❝...As vezes a vida te obriga a
amadurecer antes da hora.
Mas amadurecer também é
redescobrir a mulher que
existe em você, é ver seus
erros e acertos e aprender
com eles, a ser sempre
melhor. É olhar o passado,
dar um tialzinho e dizer ao
presente... Amanhã a gente
se encontro, por que hoje
estou ocupada em ser feliz...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
❝...As vezes olhamos
para traz e temos
a impressão de ter
perdido algo... Mas
quando você olha
para frente você
percebe que esta
no lugar exato que
deveria estar. A
vida te trouxe até
aqui, mas a escolha
foi totalmente sua...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
❝...As vezes nos perdemos em nossos pensamentos
é como se vivêssemos dentro de nos mesmos. em
quartos fechados e totalmente isolados. E acaba
se tornando raro sair para fora de nós mesmos...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
A verdade libertadora muitas vezes é evitada, pois desafia confortos arraigados. Os ouvidos resistem à mensagem que quebra correntes. Contudo, a verdade não cessa de existir pela mera escolha de ignorá-la; persiste, esperando ser descoberta, pois é na coragem de buscá-la que reside a verdadeira libertação.
Pensar, verdadeiramente, implica transcender a corrente do inconsciente coletivo que muitas vezes nos envolve. Enquanto o inconsciente coletivo representa padrões de pensamento, sentimentos e memórias compartilhados pela humanidade ao longo do tempo, pensar significa questionar essas normas, desafiando-as com discernimento e reflexão.
Ao invés de aderir automaticamente às ideias predominantes, o pensamento envolve a análise crítica, a busca por perspectivas diversas e a formação de opiniões fundamentadas. É um ato de autonomia intelectual, uma escolha consciente de não ser guiado apenas pelas correntes da tradição ou da opinião popular.
Para muitas pessoas, o conhecimento é desvalorizado em favor da conformidade cega. Preferem abraçar o que é imposto como verdade e depositar sua fé em diplomas de papel. Viver no automático, sendo moldado por agendas externas, parece mais simples do que o desafio de pensar por si mesmas. No entanto, essa mentalidade aprisiona a mente e limita o potencial humano. O verdadeiro crescimento ocorre quando nos libertamos das amarras da complacência e abraçamos a jornada do pensamento crítico. É através da reflexão e da análise que podemos transcender os limites da ignorância e alcançar novos patamares de compreensão e realização.
Na existência, os padrões comportamentais atuam como grilhões invisíveis, moldando e muitas vezes limitando a experiência humana. Essas repetições automáticas, frequentemente adotadas inconscientemente, tornam-se as grades que aprisionam a autenticidade e o potencial de cada indivíduo.
Esses padrões, muitas vezes enraizados na cultura, na educação e nas experiências passadas, agem como espinhos que ferem a expansão da consciência. Ao condicionar respostas automáticas, impedem a exploração de novos horizontes emocionais e limitam a percepção de possibilidades.
Essa repetição de comportamentos limitantes cria um ciclo vicioso, alimentando sentimentos de baixa frequência. A autoestima é corroída, enquanto a sensação de inadequação e insatisfação se torna constante. Esses padrões, como sombras persistentes, obscurecem a luz interior, impedindo a expressão plena do ser.
No entanto, ao lançar luz sobre esses padrões comportamentais, abre-se uma janela de oportunidade para a transformação. Reconhecer as amarras que envolvem é o primeiro passo para quebrar os grilhões. A conscientização se tornam aliada poderosa na quebra desses padrões, permitindo a liberação de sentimentos de baixa frequência.
Desafiar os padrões comportamentais limitadores exige coragem e auto-reflexão. A busca por novas respostas, a exploração de territórios desconhecidos emocionais e a adoção de práticas que nutrem a positividade são fundamentais para romper com as correntes que aprisionam o potencial humano.
Em um mundo vasto de possibilidades, é imperativo transcender os padrões comportamentais condicionados, liberando-se para experiências mais ricas e elevadas. A transformação interior, guiada pela consciência, desenha um novo horizonte onde sentimentos de baixa frequência cedem lugar à ressonância de uma existência mais plena e gratificante.
Em momentos de dúvida, a busca por provas muitas vezes revela algo mais profundo. Nem sempre é a visão que traz clareza. A busca pela verdade nasce do desejo de vivenciar, de sentir a essência do que parece distante.
Mesmo que não vejamos tudo com clareza, podemos aprender a confiar no que sentimos e nas experiências que nos mostram o caminho. E, quando finalmente encontramos o que procuramos, percebemos que o entendimento não está só em ver ou tocar, mas em aceitar o que o coração revela.
A vida é um fluxo contínuo de momentos, desafios e aprendizados. Muitas vezes, somos levados pelas circunstâncias, pelas incertezas ou pelas dores que cruzam o nosso caminho. No entanto, é nas profundezas dessas experiências que reside o verdadeiro poder de transformação. Escolher vibrar positivo não é negar as dificuldades, mas encontrar a força para transcendê-las.
Tudo no universo é energia, e aquilo que pensamos, sentimos e fazemos emite vibrações que ecoam dentro e fora de nós. Quando escolhemos olhar para a vida com gratidão, mesmo nos dias mais escuros, começamos a sintonizar com frequências mais elevadas. Cada gesto de bondade, cada pensamento de esperança, cada ato de coragem cria uma onda de positividade que reverbera e transforma a nossa realidade.
Vibrar constante e positivamente exige presença. É estar atento ao que pensamos, ao que falamos, ao que nutrimos em nossa mente e coração. A constância não vem de uma vida isenta de desafios, mas do compromisso de, diariamente, buscar o equilíbrio. É compreender que as quedas são parte da jornada, mas levantar-se com amor e propósito é o que nos fortalece.
Que possamos, a cada amanhecer, escolher ser luz em meio ao caos. Que encontremos na simplicidade — no sorriso de alguém, no brilho de uma estrela, no vento que nos toca — a lembrança de que a vida é um milagre. E que, ao vibrarmos positivo, sejamos não apenas transformados, mas também instrumentos de transformação para o mundo ao nosso redor.
Afinal, a vida é um convite constante para sermos melhores, e a vibração que emanamos hoje é a semente do amanhã que queremos colher.
Talvez o lugar mais confortável não seja o mais fácil, e o mais fácil, muitas vezes, não seja o mais desejado. Aquilo que mais desejamos, nem sempre é o mais importante, e o mais importante raramente se revela em atalhos ou caminhos curtos. O mais curto pode até parecer sedutor, mas nem sempre é o que oferece a paisagem mais bonita, nem a jornada mais transformadora. E, talvez, o caminho mais bonito não seja aquele que escolhemos de imediato, mas aquele que a vida, com sabedoria, nos convida a trilhar com coragem e paciência. Nem sempre será simples, nem sempre será leve. Mas quando se quer, quando se confia e se persiste, quase sempre é possível. O essencial é compreender que a beleza da caminhada está além da facilidade: ela habita na profundidade das escolhas conscientes e na força de seguir, apesar dos desafios.
A vida é uma busca diária, silenciosa e, muitas vezes, invisível aos olhos de quem apenas observa de fora. É no interior que travamos as batalhas mais importantes: manter a esperança acesa, acreditar em dias melhores mesmo quando as sombras parecem mais densas. A verdadeira força não está na ausência de quedas, mas na constância com que escolhemos levantar e seguir. Acreditar é um ato de coragem, persistir é um exercício de fé. Cada amanhecer é uma nova oportunidade de fazer um pouco mais, de ser um pouco melhor, de confiar que, mesmo sem garantias, o caminho se ilumina à medida que caminhamos. Não é sobre perfeição, mas sobre constância; não é sobre pressa, mas sobre presença. Que nunca nos falte a coragem de acreditar e a serenidade para entender que o tempo da vida é sábio e justo para quem segue, com o coração firme, na direção do que sonha.
Em um mundo que muitas vezes busca reconhecimento efêmero, a verdadeira essência da existência revela-se na simplicidade de trabalhar por uma causa, não por aplausos passageiros. Cada passo em direção a um propósito mais amplo transcende a busca incessante por aprovação externa. Viver a vida para expressar, não para impressionar, é adotar uma filosofia que vai além da superfície. Ao dedicar-se a uma causa significativa, somos chamados a contribuir para algo maior do que nós mesmos, desafiando a lógica das aparências e desvendando o poder intrínseco. Nesse caminho, descobrimos que a verdade não reside nos aplausos fugazes, mas na ressonância duradoura que nossa contribuição deixa no mundo. Trabalhar por uma causa é, portanto, viver com um propósito duradouro, enquanto viver para expressar, não para impressionar, é abraçar a liberdade de sermos genuínos em nossa jornada pela plenitude.
A complexidade da saúde mental muitas vezes se revela na relação que estabelecemos com as personas que criamos para nós mesmos. Esses personagens, como cidadãos exemplares, pessoas honestas e justas, ou homens de família, tornam-se parte integrante de nossa identidade. No entanto, quando somos confrontados com uma faceta menos perfeita de nós mesmos, a estrutura desses ideais autoproclamados pode ruir, gerando um profundo desconforto e até mesmo ódio por quem ousa apontar uma possível imperfeição.
Em casos como esse, a resistência em aceitar nosso lado menos reluzente pode nos levar a projetar nossas inseguranças nos outros. Incapazes ou temerosos de confrontar nossa própria complexidade, é mais fácil culpar o espelho, destruí-lo e evitar o olhar reflexivo. Infelizmente, essa escolha nos condena a uma espécie de escravidão da incompletude, deixando-nos superficiais e distantes de nossa verdadeira essência.
A verdadeira beleza e completude emergem da coragem de explorar nossos porões internos, de encarar nossas imperfeições sem medo. Pessoas que abraçam sua complexidade e aceitam seus aspectos menos atraentes são, paradoxalmente, mais belas e completas. A maturidade se revela na capacidade de abordar as questões no momento certo, em vez de cultivar uma falsa bondade que apenas camufla um vulcão prestes a explodir.
Portanto, celebremos aqueles que abraçam sua imperfeição, pois são esses indivíduos que possuem a coragem de verdadeiramente amar, não apenas os outros, mas também a si mesmos. Que cada dia seja uma oportunidade para explorar nossa complexidade e aceitar a totalidade de quem somos, sem medo do que possamos encontrar nos porões de nossa alma.
Falamos tanto em ajudar, em ser melhores, mas muitas vezes estamos simplesmente no piloto automático, agindo inconscientemente de maneiras que contradizem nossas próprias intenções altruístas. Essas ações, frequentemente inadvertidas, contribuem para a falta de harmonia entre nós, seres humanos, resultando em uma interminável disputa uns contra os outros.
É como se estivéssemos programados para provocar insatisfação nos olhos alheios, gerando ódio em vez de amor. Esse programa insidioso já está implantado em nosso ser, criando um ciclo de negatividade que nos afasta da verdadeira harmonia.
Quantas oportunidades diárias desperdiçamos para sermos diferentes, para ajudar alguém e espalhar amor? Infelizmente, várias. Quando a oportunidade surge, muitas vezes a negligenciamos, agindo inconscientemente de maneira oposta ao que tanto defendemos.
É angustiante perceber que muitas pessoas partem deste mundo sem deixar um legado significativo, sem fazer a diferença em suas próprias vidas ou na vida dos outros. Este mundo, muitas vezes ilusório e odioso, parece conduzir-nos a caminhar para o matadouro, enquanto aplaudimos nosso próprio executor, distraídos pelo canto sedutor da sereia.
No entanto, há uma chance, uma oportunidade de mudança e redenção. Acredito que, dentro de nós, existe uma voz que clama por nossa atenção, uma voz que nos orienta na direção certa. No meio da cacofonia de distrações e ilusões, podemos escolher ouvir essa voz interior e trilhar um caminho diferente. A mudança começa dentro de cada um de nós, e a oportunidade de transformação está sempre presente, aguardando nossa decisão de acatá-la.
O homem, muitas vezes, revela-se relutante em aceitar o que escapa à sua compreensão. A disposição para negar o desconhecido é uma constante na natureza humana. Diante do incompreensível, surgem as barreiras da incredulidade. A mente, por vezes, resiste à complexidade que foge ao alcance do entendimento imediato. A negação torna-se um escudo contra a perplexidade, uma resposta ao desafio do desconhecido. No entanto, é na busca pelo entendimento que se encontra a chave para transcender as fronteiras do conhecido. Aceitar o mistério é dar espaço à evolução do pensamento e à expansão da compreensão.
Somos muitos em um só dia.
Às vezes acordamos esperançosos, outras vezes calados por dentro. Podemos ser gentis pela manhã e, horas depois, impacientes. Somos luz em alguns encontros, sombra em outros. Não somos incoerentes — somos humanos, múltiplos, atravessados por memórias, sentimentos e vibrações que dançam conosco a cada instante.
Essas variações internas não são falhas; são convites. Convites para olhar com mais atenção o que sentimos, para perceber o que nos habita sem julgamento. Quando nos tornamos conscientes dessas mudanças, abrimos espaço para a alquimia interior. Podemos, então, transmutar medo em coragem, raiva em lucidez, tristeza em silêncio fértil.
Estar presente é o primeiro passo.
Reconhecer-se em cada versão é o caminho.
A consciência não nos impede de sentir — ela apenas nos liberta da prisão de reagir inconscientemente.
E é nessa presença que encontramos poder: o de sermos inteiros, mesmo sendo muitos.
