Às Vezes
A distância me faz sofrer e as vezes me faz chorar, mas nada nesse mundo vai me fazer deixar de te amar.
As vezes paro pra pensar em como foi que chegamos aqui, ai vejo o bem que você me faz, percebo que o porque não é importante...
Não é prudente se abrir por demais as janelas,
isto porque não raras vezes a comodidade dos
espaços amplos possibilita a entrada ( e a
permanência) do indesejável.
Antes de gritar respire quantas vezes for necessário,
tome fôlego até perceber que será inútil, até porque
os hábeis em provocar o descontrole alheio em geral
são desprovidos da capacidade de ouvir.
Espero não ser esquecida de sua memória! Às vezes fico pensando... Quer dizer “lembrando”,
Das muitas vezes em que senti proteção ao seu lado. Um laço familiar que fora criado.
Amigo, não é aquele que dá rosas e sim o que retira espinhos!
Distraio-me e volto a lembrar, de tantas verdades ditas por sua boca, a mesma dedicação própria, serviu para salvar tantos pensamentos...
Reclamo, porque os dias passam devagar. Reclamo mais ainda, quando está por perto e as horas vêm a voar. Sei a responsabilidade que tem, ou melhor, sempre teve.
Lembro-me do clamor, de canções e adoração.
Que incompetência da minha parte, vê-lo e ter a ignorância de não falar com você!
Entende que eu não vou parar de te perturbar, não é?
Esquecidamente talvez ainda escreva algo, mas, não será à toa (minha mão está doendo!).
Garoto esperto, não se esqueça, que apostamos em você! Acreditamos especialmente nos seus sonhos mais profundos, que só o pai sabe.
Literalmente, agora vá! Sem medo como sempre fez e lidere essa geração!
Mostre seu potencial e faça a diferença nessa nação.
Rogo por você, por sua proteção!
Saudades amigão!
Saiba que as vezes é preciso fazermos alguma coisa. Porque mesmo sem fazendo nada acabamos por sujar a nossa reputação.
As vezes tentamos nos esconder do AMOR, para não
nos ferirmos ou nos magoarmos e insistimos em vivermos
sós. E isso não é o correto, nos trancarmos em nosso mundinho sozinhos; sem ninguém ao nosso lado para amarmos...
Lembre-se: NINGUÉM É FELIZ SOZINHO...
...NÃO MESMO!!!
as vezes enxergo a realidade num simples gesto observando as simples coisas que as pessoas carregam nu proprio corpo,como algoque carregam no dedo,mais nao desanimo pois nenhe todas carregam algo semelhante no dedo,e estao dispostos a conhecer alguem que possam compartilhar sua vida e sua feliçidade.
OS SINAIS
Quantas vezes acontecem coisas nas nossas vidas, completamente inesperadas, que se fossemos prestar atenção, mudaria todo o rumo da nossa vida?
Mas olhamos para elas de modo diferenciado? Com atenção, tentando entender o que aquilo esta querendo nos dizer?
Muitas vezes tratamos (principalmente os inesperados negativos, que são contra a nossa vontade), como problemas e contratempos.
Porque? Porque queremos que seja FEITA A NOSSA VONTADE!
Mas será que a "nossa vontade" é perfeita? Não poderia haver em nossa vida uma vontade,um plano maior agindo? E ao invés de ao menos analisar novas coisas, novos eventos, como novas e perfeitas possibilidades, já nos jogamos contra a vida : " ..porque pra mim?..." , "é sempre assim..." , "eu não mereço!"...
Aprendi a receber os contratempos inesperados como sinal daquele que É tudo o que existe e que nunca assina suas obras, as vezes ele deixa apenas subentendido: ACASO.
Edolesia.
Algumas coisas
precisam entrar no lugar
Algumas coisas não
estão encaixadas
As vezes precisamos
de perdas para nos
encontrarmos.
E para isso precisamos
de coragem.
Não é tão fácil mudar,
mas ou enfrentamos
o confronto da mudança
ou ficamos presos na
mesmice, insatisfeitos.
Então que seja o
melhor que eu escolhi.
Não quero apenas
sobreviver , eu quero
viver e ser feliz.
Acredito tanto nas pessoas, que as vezes não suporto acreditar tanto, mais me importo em não magoá-las!
PERDÃO...
Nem sempre é fácil perdoar...
Mas às vezes o que é difícil, é o caminho mais fácil para manter a paz...
Por: (Sidney Pereira da Silva)
As vezes me nego aceitar a realidade.
Porque tudo que vem de ti é falcidade.
Mais tento me controlar.
E quando dou conta já estou prezo no seu olhar
Por que às vezes eu me sinto desorientada por dentro? E todos meus sentimentos revirados me causam dor. Porém o que me incomoda não é a dor, o que me dilacera de fato é está profunda solidão. Que de tão minha, me cega, me impossibilitando ver todos os anjos que estão ao meu redor.
Eu acho uma delícia este laço de amizade que existe entre os sentidos. Essa forma - ás vezes - tão discreta como eles interagem sem promover maiores alardes e ainda assim deixam tudo tão claro. Tão óbvio. Tão liberto dos subentendidos da vida.
É como acordar mais cedo e ver que por você ainda estar, quem sabe, no meio de um daqueles sonhos gostosos que poderiam durar mais uns 15 ou 30 minutos, lhe encontro sem defesas e à mercê dos meus desejos. Cada um deles. Todos contidos sob o ardor da minha pele desde cedo inquieta.
E antes que eu siga até as janelas a fim de cumprimentar o novo dia, ainda que pelo tom de azul do céu e a vivacidade dos raios do sol, estes sejam convites praticamente irrecusáveis, eu sinto como é inevitável atender às vontades da minha pele que clama pela tua. E assim eu fico mais um pouco.
Sutilmente lhe acaricio os cabelos cuidadosamente emaranhados sobre a orelha direita. Por alguma razão a minha preferida. E lhe descubro e desperto com um sorrateiro beijo numa das suas bordas ainda sob o status de presa fácil.
- Bom dia! Eu digo baixinho.
E com um leve movimento das suas pernas ainda reféns das minhas, percebo que mesmo através de um som quase inaudível, o seu sentir sempre reconhece o meu. E reage. E assim tudo se encaixa como peças moldadas exatamente umas para as outras.
Toco sua nuca e ouço um suspiro. Vejo sua pele se eriçar e não resisto ao impulso por sentir teu cheiro de preguiça fixado também na roupa de cama. Dou-lhe um beijo num dos ombros enquanto enlaço meus dedos nos seus e recebo seu espreguiçar vagaroso, ainda com as pálpebras tão pesadas que nem levantaram voo.
- Hmmm. Bom dia! Você me diz de forma arrastada.
Com um abraço firme lhe trago de encontro a mim. Com um sorriso você traz a certeza da escolha. No silêncio nos encontramos. O café que espere.
