As Pessoas Sao como Ondas

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Conheça melhor alguém observando como essa pessoa reage quando é ofendida.

Tudo é como tem que ser. Se fosse diferente, não seria assim. E o que eu vejo e entendo depende de como escolho olhar para as coisas. O que vejo no mundo vem de dentro de mim. Se algo não acontece, é porque não deixei que fosse. No fim, tudo depende de como eu escolho enxergar e viver.

Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.


Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.


Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.

Aquele que não aceita que você seja como você é, está tentando controlar sua vida. E, da mesma forma, aquele que você não aceita ser do jeito que ele quer, você está tentando controlá-lo.


O controle nasce da mente, mas o único controle real que a mente pode ter é sobre o seu próprio ser. Fora disso, qualquer tentativa de controle é uma ilusão.


Vivemos em um mundo onde a mente tenta controlar tudo, mas, na realidade, ela não consegue controlar nada de verdade. O controle é apenas uma tentativa de criar uma falsa sensação de segurança, de ordem. Porém, ao tentar controlar os outros ou até mesmo a vida, a mente acaba se tornando escrava das suas próprias ilusões. O verdadeiro controle está em dominar a si mesmo, nas escolhas que fazemos com consciência e autonomia, e não nas tentativas de dominar o mundo à nossa volta.

O mal é como a bala de um revólver; basta um "tiro" na cabeça para acabar com os bons momentos vividos com alguém.

A natureza nos traz referências:


Nascer é como acordar;
Morrer é como dormir;
Sonhar é como viver.

Não é egoísmo viver como você sente vontade; egoísmo é querer que os outros vivam a sua vontade.

Às vezes, é preciso crer naquilo que não é possível ver; é como o sentimento, não vemos, mas sentimos que existe.

Há um certo preconceito em relação a algumas profissões, como "pedreiro", "costureiro", "agricultor", "faxineiro", "lixeiro", "encanador", entre outras. Isso me soa até meio cômico, pois essas são algumas das profissões mais essenciais para o funcionamento da sociedade. No entanto, muitas vezes são vistas de forma inferiorizada, como se fossem menos importantes.


As pessoas esquecem que a roupa que estão vestindo foi feita por uma costureira, a casa onde moram foi construída por um pedreiro, a comida que estão consumindo foi plantada por um agricultor, os ambientes que frequentam foram limpos por faxineiras, o lixo que é retirado das ruas é responsabilidade dos lixeiros, e a água que bebem, canalizada através do encanamento, foi feita por um encanador.


Infelizmente, muitos não percebem o quanto dependem desses profissionais para viver sua rotina diária. Essas profissões são fundamentais para a nossa existência, e ainda assim, são extremamente desvalorizadas. É injusto que os profissionais dessas áreas recebam tão pouco, enquanto desempenham funções vitais para a sociedade. Esses trabalhadores deveriam ser mais valorizados e remunerados de maneira justa, pois, no fim das contas, sem o trabalho deles, muita coisa simplesmente não funcionaria.

A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.


De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.


É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.


Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.


Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.

Independente de onde você esteja, tudo ao seu redor vai servir como referência. Tudo o que você vê, ouve, sente, toca, cheira ou pensa, vai de alguma forma influenciar suas escolhas, suas interpretações e suas atitudes na vida, mesmo que você não perceba conscientemente. Cada estímulo que vem do ambiente ao seu redor molda, ainda que sutilmente, a maneira como você age e reage, pois a realidade que você percebe constantemente age como guia, orientando suas decisões, comportamentos e perspectivas.

As respostas que buscamos estão dentro de nós, e podem ser interpretadas de várias formas: como Deus, o Universo, a Alma, a Vida, a Energia, o Sentimento, a Vibração, a Consciência, a Imaginação, o Racional, a Luz, o Criador, o Pai, o Amor, ou qualquer outra forma que cada um de nós compreenda. Não importa o nome que damos a isso, o que realmente importa é que essa força interior, presente em todos nós, contém as respostas que precisamos ouvir, sentir, seguir e agir. É importante estar atento, ouvir e se conectar com isso, pois é essa conexão que nos orienta, nos mostra o caminho e dá sentido à nossa vida.

Em um mundo invertido,
O rico tem o afeto como prioridade na vida;
O pobre tem o dinheiro como prioridade na vida.

Quem não quer ser mal visto como carente de atenção geralmente é carente julgando a atenção de quem chama.

Tirar o problema daquilo que vê como um problema é a solução para tudo.

A morte revela o fim do ego; vem tanto para humano como para inseto.

Ego, em latim, significa "eu".


Não há como viver sem o ego, pois o ego sou eu.


O ego que não aceito em mim é o "eu" que me recuso ser.

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

Demorei bastante para perceber que todos os problemas que eu enfrentava, como angústias, preocupações excessivas, sentimentos de tristeza profunda e tantos outros, eram consequências de algo que eu mesmo criei na minha mente, sem perceber.


Aos poucos, fui acumulando problemas, inventando mais e mais na minha cabeça, até que cheguei ao ponto de não saber mais o que era real e o que eu tinha imaginado. Aqueles problemas estavam afetando minha mente, meu corpo e minhas emoções. Eu via tudo de forma negativa, me cobrava demais, me julgava, me limitava, e me prendia aos meus medos. Isso só foi piorando até que eu comecei a descartar as coisas que via como problemas.


Antes, eu sentia uma pressão enorme para agradar aos meus familiares, amigos e a sociedade, tentando ser aquilo que o mundo esperava de mim. Mas isso não estava em sintonia com meu verdadeiro eu, com o que eu sentia no fundo de mim. Eu me sentia sufocado, preso, escravo da minha própria mente. Foi então que, em um momento de decisão, simplesmente deixei de lado a ideia de agradar a todos e comecei a viver para mim mesmo. Passei a ouvir o que eu ignorava: o meu sentimento, minha essência.


Aos poucos, os problemas foram desaparecendo, porque eu deixei de vê-los como tais. Hoje, qualquer coisa que possa surgir, eu não vejo mais como um problema. E se algum aparecer, sei que é eu criando, mais uma vez, algo na minha cabeça.


O drama que minha mente criava só me prejudicava, então deixei esse drama de lado. Eliminei tudo o que era negativo e passei a olhar a vida de uma forma diferente, mais bela e divertida, como um aprendizado constante.


Agora, não me vejo mais como uma vítima ou injustiçado. Abandonei o drama, deixei a negatividade para trás e passei a viver de forma simples, para mim e para minha alma, aproveitando todos os momentos.

A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.


Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.


Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.


A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.