As Pessoas Sao como Ondas

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*O CÉU E O INFERNO FUNCIONAM EM HORÁRIO COMERCIAL*


A sexta-feira chegou ao bar como sempre chegava.
Cheia.
Gente demais tentando parecer feliz por algumas horas. Homens soltando risadas mais altas do que sentiam. Mulheres olhando para o celular enquanto fingiam prestar atenção na conversa. Garrafas sendo abertas como se dentro delas existisse alguma resposta que a semana inteira não conseguiu entregar.
O bar estava lotado.
A música vinha baixa demais para criar clima e alta demais para permitir uma conversa honesta. No fundo, um cantor sozinho brigava com um violão velho e com uma canção que parecia ter envelhecido junto com as pessoas que ainda lembravam dela.
A fumaça dos cigarros subia devagar entre as lâmpadas amareladas. Copos vazios ocupavam as mesas como pequenos relatórios de derrotas particulares.
Eu estava no centro do balcão já que o canto estava ocupado.
O lugar onde ninguém pergunta muito e onde o barman já aprendeu que meu silêncio não precisa de explicação.
Eu gosto desse lugar.
Não porque seja confortável.
Mas porque ninguém espera nada de você quando está sentado diante de um balcão.
Foi quando chegaram os quatro.
Dois casais.
Sentaram perto demais de mim, a mesa atrás de meu banco, porque o bar estava cheio. Não era amizade. Não era interesse. Era apenas falta de espaço.
Mas existe uma coisa curiosa sobre bares.
As pessoas entram pensando que vão beber apenas álcool.
Depois de algumas horas, começam a beber lembranças.
E algumas lembranças descem queimando mais do que qualquer bebida.
No começo, falavam baixo.
Falavam de coisas comuns.


Trabalho.
Viagens.
Conhecidos.
Até que alguém mencionou amor.
Não sei por que as pessoas gostam de falar sobre amor quando estão cansadas dele.
Talvez porque seja mais fácil discutir aquilo que já não conseguem sentir.


A mulher começou dizendo que no começo era diferente.


Sempre começa assim.


“Antes era diferente.”


Essa frase aparece em quase todos os relacionamentos que estão morrendo.


Ela contou que, no início, ele mandava mensagens de madrugada.


Perguntava onde ela estava.


Queria saber como tinha sido o dia dela.


Escutava problemas que hoje ele considera reclamações.


Fazia planos.


Dizia que ela era diferente.


Ele ouviu sorrindo.


Aquele sorriso curto de quem já decidiu que o outro está exagerando.


Depois falou:


— Você está romantizando tudo.


Foi uma frase simples.


Mas algumas frases simples carregam uma crueldade silenciosa.


Ela continuou.


Disse que depois vieram as contas.


O trabalho.


O cansaço.


A televisão.


O celular.


A rotina.


Aquela velha máquina que transforma pessoas apaixonadas em colegas de apartamento.


Ele respondeu que era assim mesmo.


Que ninguém consegue viver de declarações.


Que a vida real não era filme.


Que depois de alguns anos ninguém fica perguntando todos os dias como foi o dia de alguém.


Talvez ele estivesse certo.


Talvez ela também.


O problema é que muitas vezes duas pessoas podem estar certas e ainda assim conseguirem destruir alguma coisa.


Eu continuei bebendo.


Não porque não tivesse opinião.


Tenho opiniões demais.


Esse sempre foi um dos meus problemas.


Fiquei olhando para os dois e pensando em como algumas histórias terminam muito antes de alguém admitir o fim.


O amor raramente morre com uma grande tragédia.


Ele não faz barulho.


Não chama testemunhas.


Não deixa um corpo no chão.


Ele vai desaparecendo aos poucos.


Primeiro vem uma conversa que fica para amanhã.


Depois um abraço que fica para depois.


Depois um beijo que vira hábito.


Depois o silêncio.


Até que um dia duas pessoas acordam na mesma cama e percebem que estão dividindo apenas o colchão.


O resto cada uma carrega sozinha.


O outro casal tentou mudar de assunto.


Não conseguiu.


Quando quatro pessoas bebem o suficiente, sempre aparece alguma verdade guardada.


Vieram acusações antigas.


Pequenas feridas acumuladas.


Coisas que ficaram anos esperando uma oportunidade para sair.


E sexta-feira à noite, em um bar cheio, costuma ser uma excelente oportunidade.


Fiquei pensando naquela velha busca humana pelo Céu.


Essa necessidade de acreditar que existe algum lugar onde tudo finalmente fará sentido.


Talvez exista.


Talvez não.


Nunca tive muita certeza sobre essas coisas.


Mas olhando para aquela mesa, percebi uma coisa:


Talvez o Céu e o Inferno não sejam lugares para onde vamos.


Talvez sejam lugares que construímos enquanto estamos aqui.


O Céu aparece em coisas pequenas.


Quando alguém escuta de verdade.


Quando alguém fica mesmo tendo motivos para ir embora.


Quando alguém pede desculpas sem colocar uma defesa depois da frase.


Quando alguém ama sem transformar carinho em moeda de troca.


Parece pouco.


Mas quase tudo que importa na vida parece pouco antes de desaparecer.


O problema é que nós transformamos amor em contrato.


Eu faço isso por você.


Então você me deve aquilo.


Eu trabalhei.


Então tenho direito ao meu silêncio.


Eu pago as contas.


Então não preciso prestar atenção.


Eu fiquei.


Então você me pertence.


Talvez seja aí que começa o erro.


Porque amar alguém não deveria significar possuir alguém.


Mas nós gostamos de possuir.


Casas.


Objetos.


Memórias.


Pessoas.


Até sentimentos antigos nós tentamos prender.


Depois ficamos surpresos quando alguém tenta respirar longe daquilo que chamamos de amor.


O homem daquela mesa dizia que aquilo era exagero.


Talvez fosse.


Mas existe uma coisa ainda mais triste:


fingir que uma relação continua viva apenas porque duas pessoas ainda dividem o mesmo endereço.


Existem casamentos que continuam apenas porque terminar parece mais difícil do que continuar sofrendo.


Existem pessoas que passam vinte anos juntas e já não sabem mais quem está deitado ao lado.


E existem encontros de uma hora que conseguem lembrar alguém de que ainda está vivo.


O Inferno talvez não seja fogo.


Nem demônio.


Nem castigo.


Talvez seja olhar para alguém que um dia significou tudo e perceber que você ajudou a construir a distância entre vocês.


Tijolo por tijolo.


Com orgulho.


Com silêncio.


Com pequenas crueldades justificadas.


Até que a parede ficou alta demais.


Depois você senta diante dela e pergunta por que ninguém mais consegue chegar perto.


O ódio funciona do mesmo jeito.


Começa pequeno.


Uma mágoa.


Uma palavra.


Uma injustiça.


Depois cresce.


Você começa a separar o mundo.


Os bons.


Os maus.


Os que merecem.


Os que não merecem.


Até que o coração vira uma repartição pública.


Entrada proibida.


Documentos exigidos.


Atendimento somente com agendamento.


O curioso é que quase ninguém percebe quando chega ao Inferno.


Porque ele não parece Inferno.


Ele parece rotina.


As pessoas continuam trabalhando.


Pagando contas.


Postando fotos felizes.


Comprando presentes.


Dizendo “eu te amo”.


Tudo funcionando normalmente.


Talvez seja por isso que ele seja tão eficiente.


O Inferno não precisa de fogo.


Basta parecer normal.


Olhei novamente para aquela mesa.


Ela chorava.


Ele olhava o celular.


Aquilo me pareceu mais violento do que uma discussão.


Porque a raiva ainda reconhece o outro.


O desprezo não.


O desprezo apaga.


O cantor começou outra música.


Ninguém percebeu.


O barman recolheu copos.


A fumaça continuou subindo.


A sexta-feira continuou acontecendo.


O mundo não para quando alguém está destruindo outra pessoa por dentro.


Essa é uma das coisas mais duras sobre estar vivo.


Você pode estar quebrando alguém.


E do lado de fora alguém continua servindo cerveja.


Terminei minha bebida.


Fiquei alguns segundos olhando para aquela cena.


Não sabia quem estava certo.


Talvez ninguém.


Talvez os dois.


Mas pensei que todos nós recebemos pequenas escolhas todos os dias.


Abrir uma porta.


Ou construir uma parede.


Perdoar.


Ou guardar uma dívida emocional.


Amar.


Ou negociar.


O Céu talvez não seja tão distante quanto imaginamos.


Talvez ele apareça quando deixamos de tratar pessoas como propriedades.


E o Inferno talvez já esteja funcionando quando precisamos destruir alguém para provar que estamos certos.


No fim, quase ninguém perde uma guerra contra o outro.


Perde contra aquilo que se tornou.


Saí do bar.


A música ficou para trás.


As vozes ficaram para trás.


A sexta-feira continuou cheia.


Como sempre.


E pensei que talvez o Céu e o Inferno realmente funcionem em horário comercial.


Não precisam de julgamento final.


Não precisam de grandes sinais.


Às vezes basta olhar para quem está ao nosso lado.


Se ainda conseguimos amar sem cobrar pagamento, talvez por alguns minutos tenhamos encontrado o Céu.


Se precisamos odiar para continuar existindo, talvez já tenhamos chegado ao outro lugar.


E o pior de tudo:


não precisamos morrer para descobrir.


Basta continuar vivendo exatamente como estamos.

Assim como a respiração é o sinal inevitável da vida biológica, a oração contínua e a consagração diária constituem o fluxo vital e a evidência necessária da alma regenerada pelo Espírito Santo.

A esperança

Como diz a canção do Gilberto Gil:
“andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá...”
Já que esse também é o meu lema,
Sigo a minha trajetória
De mãos dadas com a perseverança,
Renovando a cada instante
A aliança com a sabedoria.
Mas se eventualmente,
O véu das incertezas
Quiser me cegar,
Certamente me lembrarei
Do céu estrelado,
Pois cada ponto cintilante
Reforça as inúmeras possibilidades
De que posso tentar mais uma vez.
Se de repente o desânimo
Sussurrar que não sou capaz,
Respirarei bem fundo
Até sentir o ar puro
Me devolver a paz.
Portanto, a esperança
Está cravejada em minha alma,
Tal como pedras de esmeraldas,
Que respaldam a tão almejada vitória.

Se você encarar a vida como um cardápio amplo de experiências, o amor romântico deixa de ocupar o centro e passa a ser apenas uma entre várias possibilidades, algo que pode ser vivido em certos momentos, mas não define o todo.

A manutenção de uma postura de confiança diante dos reveses da vida funciona como uma necessidade psicológica importante para nós.

Saúde existencial


Qual é o sentido da minha vida?
Como minhas escolhas refletem quem eu realmente sou?
Posso viver com significado mesmo diante da incerteza ou sofrimento?
Como eu lido com minha própria finitude (morte, perdas)?


Estas perguntas não têm respostas simples, mas fazem parte do processo de construção de uma vida mais plena e autêntica.

A saúde existencial pode ser vista como um complemento à saúde mental, pois aborda dimensões profundas e subjetivas da experiência humana, criando uma integração entre o físico, psicológico, social e existencial.

É fácil identificar a torcida patriotária! Usam o boné do Trump, a bandeira americana como capa e vestem a camisa da seleção!⁠

A OAB é a instituição mais sanguinária! Tem uma legião de vampiros como integrantes, e sua sigla já remete aos tipos sanguíneos!

⁠A China, a quem classificam como ditadura, se porta como uma verdadeira democracia. Os Estados Unidos, considerados a maior democracia do mundo, se comportam como uma ditadura fascista.

A fidelidade a Cristo impede o cristão de votar em políticos que tratam a vida humana como descartável, especialmente no ventre materno.

A conquista da felicidade, é o resultado de como agimos, pensamos, e administramos o cotidiano.
Se conhecer,( abrange várias ramificações), se sentir livre interiormente
Essas são as primeiras conquistas.
Simone Vercosa

Natureza!!
Não tenho como deixar de apreciar tamanhã beleza.
As mãos de Deus nós mostrando sua beleza, e o seu poder. Prosto - me, diante do criador somente agradecendo todas as maravilhas existentes, e pelo que se foi.
Agradeço o meu dia
Revigoro a minha fé, e a minha esperança pelo que virá.
Que a semana seja recheada de paz, tranquilidade e muito amor. Que a maciez e os delicados gestos , possam adoçar nossos corações, nossa alma.
Que o amor, possa estar sempre presente em nossos corações.
Simone Vercosa .
Paz e luz🙇‍♀️🙏

2- Oração como Ministra extraordinária da Comunhão.
Simone Verçosa.🙇‍♀️🙏

Pai miséricordioso e compassivo.
Prosto- me diante de ti, e humildemente te peço:
Que a cada dia, eu possa abaixar a minha cabeça mais e mais na humildade.
Que eu tenha sempre a capacidade de olhar para o lado para enxergar o proxímo.
Que eu possa ser dócil, mansa de coração.
Mais humana
Um ser humano melhor, e caminhar sempre na caridade e no amor.
Que eu possa silênciar nos árduos momentos, qdo se aproximarem.
Dai- me sabedoria.
Não me deixe silênciar diante da injustiça.
Quehaja em mim transformações diárias senhor.
Evolução espiritual.
Que eu possa levar o evangelho com simplicidade e amor , sem vaidade.
Que eu saiba sempre acolher , e ajudar os que de mim necessitam.
Que eu possa ser testemunha do vosso infinito amor, da minha fé, e da minha fidelidade.
Que minha voz possa destilar a paz e a tranquilidade.
Que todos aqueles que se aproximarem de mim, possam sentir a leveza, o amor.
Que através do meu sorriso , eu possa destilar a tranquilidade do sentir, a sinceridade do afeto , e o amor fraterno.
Pai Misericordioso eu te peço:
Dai- me um coração puro, sempre direcionado a ti.
Que eu possa levar sempre a sua palavra.
Que eu possa ser fonte de alegria, representando o seu amor para comigo.
Que o amor , a caridade, a luz , seja sempre a minha bandeira.
Que minhas palavras possam ser fonte de conforto e aconchego aos que me procuram.
Que eu possa no momento exato, saber conciliar, ouvir e calar.
Que eu possa destilar a força, concedida pelo senhor, através de cada gesto, cada palavra.
Que o meu coração possa estar sempre limpo, e livre de maus sentimentos, e que nunca haja espaço para tal.
Conceda- me senhor, meu pai e salvador
Que através da minha celebração, das minhas palavras , eu possa entrar com vigor, dentro de cada coração irmão , suprindo a necessidade de cada um em particular.
Ô pai misericordioso, bondoso, amoroso.
Diante de ti senhor, necessito e quero estar
sempre.
Quero sempre te glorificar e louvar agradecer, até o ultimo dia da minha vida.
Gratidão senhor por te servir
Gratidão, Gratidão , Gratidão. 🙇‍♀️🙏🙌
Simone Vercosa.
🙇‍♀🙏🙇‍♀🙏

Onde o Amor Não Chegou


Eles se amaram no silêncio,
como quem guarda uma estrela
sabendo que jamais poderá tocá-la.


Ela sorria quando o via,
ele fingia não perceber.
E entre os dois existia um mundo inteiro
que nenhum dos dois teve coragem de atravessar.


Havia mensagens apagadas,
abraços demorados,
olhares que diziam tudo
e palavras que nunca foram ditas.


Um dia, ele perguntou:


— Você acha que a gente teria dado certo?


Ela sorriu com os olhos cheios d’água.


— Em outra vida, talvez.


E foi assim que terminaram.


Sem briga.
Sem traição.
Sem culpados.


Apenas duas pessoas que se amavam
na hora errada,
no lugar errado,
com vidas que insistiam em seguir caminhos diferentes.


Anos depois,
ele ainda lembrava do perfume dela.
Ela ainda lembrava da maneira como
ele pronunciava seu nome.


Mas nenhum dos dois voltou.


Porque existem amores que não acabam por falta de sentimento.


Acabam porque, às vezes,
amar alguém não é suficiente
para fazer duas histórias permanecerem na mesma página.


E talvez essa tenha sido a parte mais cruel:


eles nunca deixaram de se amar.


Só aprenderam a viver
sem o amor um do outro.

Quem tem um bolso master, possui a carteira cheia e baixa moral! Eu, como sou bolso júnior, tenho carteira vazia e uma moral alta!

Como um cachorro no cio, o vira-latas patriota foi vender o Brasil! O traidor entrega a nação para vencer uma eleição! GOLPISTA!

Palavras que ferem !!

Como um punhal que finca na mente,
Com o poder de magoar o coração,
Sem medir consequências, destroi,
Não tem amor, necessidade em ferir,

Não consegue mensurar o poder,
Em dizer o que poderia ser evitado,
A necessidade da razão sem ética,
Dizer o que pensa, sem desapego,

Palavras têm lâminas invisíveis,
Não rasgam a pele, mas o silêncio,
A digninidade guardada no peito,
De quem escuta, no tom de um toque,

Não ecoam somente no ouvido,
Ficam andando pela memória,
Sem gritos, sem ofensas claras,
Mas que ferem no fundo d'alma,

Chegam em frases quase comuns,
Carregam os espinhos na intenção,
Como pedras atiradas na consciência,
Lacerando a mente, em consideração,

Entre justificativas e conselhos,
Há sempre um peso escondido,
Um julgamento que vem vestido,
De uma pseudo preocupação,

E quem a recebe,
Fica perplexo,
Entre duas dores:
A de responder,
Ou a de guardar.

Salvador Faria

PRECE DA MANHÃ
Senhor, nesta manhã em que o sol está despontando no horizonte e reluzindo como sempre, ainda que encoberto pelas nuvens, venho lhe pedir, para mim, para minha família e para meus amigos, que derrame suas graças sobre nós; nos proteja de toda maldade e violência; guie nossos passos para que não sofremos queda alguma; renove nossas forças para prosseguirmos, com bondade, saúde, paz, alegria e amor e, assim, continuarmos o belo ciclo da vida. Amém.

HOMENAGEM AO PAI QUE JA SE FOI.
Meu Pai,
Não posso lhe dar um abraço carinhoso, como gostaria, em homenagem ao Dia dos Pais, mas rogo ao Pai Celestial, em cuja morada se encontra, que permita ouvir o que tenho para lhe dizer.
Desejaria que estivesse aqui conosco, mas Deus quis que ficasse junto a Ele, cuja vontade devemos acatar.
Tenho certeza de que você teria orgulho em ver meu progresso familiar, nos estudos, no trabalho, e a minha própria evolução espiritual. Teria orgulho também em saber que sempre procuro agir com honestidade, perseverança, bondade, respeito, procurando dar amor e felicidade aos que me são próximos.
Tudo isto devo a você e a minha mãe que souberam me transmitir essas e outras virtudes.
Minha gratidão a vocês é enorme.
FELIZ DIA DOS PAIS!