As Pessoas Sao como Ondas
Criança, onde está o futuro?
Muitas vezes falamos e ouvimos falar do futuro como algo pronto e acabado que nos espera no amanhã de braços abertos, incondicionalmente bem abertos. Assim, com esse conceito, não agimos como um trapezista que se entrega totalmente pela beleza do espetáculo, pois pensamos no futuro como um lugar para chegar ao fim de uma jornada da qual não se corre nenhum risco de tentar fazer o novo. No entanto, o futuro se apresenta no presente, pronto, mas pronto para ser debulhado pelo nosso sonho-ação.
Falar de futuro para uma criança como um objetivo para ser alcançado por ela é muito complicado, não é tarefa fácil ser entendido ao expressar-se sobre esse assunto tão complexo, porque a criança entende o hoje, ela agarra as novidades do hoje, não teme o amanhã, porque mesmo não sendo de forma sistematicamente racional, sabe que o amanhã nada pode fazer contra ela, pois ele ainda não existe. Na verdade, são as crianças que têm muito para nos ensinar sobre o futuro, porque não ficam presas ao passado, não temem viver o presente e nem ficam escondendo-se do inesperado que surge a cada instante, pois elas pulsam pelo broto de cada segundo!
Contudo, acredito que não há nada de errado em falar do futuro para as crianças, mas penso que é bom falar sobre esse assunto com um jeito especial, é claro! Não podemos fazer severas cobranças sobre o futuro para que não seja enclausurada a simples beleza de viver o hoje. Entretanto, mais relevante do que falar sobre o futuro com as crianças, acho que é se fazer um tapete vermelho do amor encantador ao desenrolar-se no chão do presente de cada uma delas, isso, em um eterno Dia das Crianças.
Hoje é futuro
Os milésimos de segundos
Tic-tac, tempo a sempre passar
Tempo que não volta no tempo
Rios seguem, virarão mar
Larvas viram moscas
Depois das letras? Frase-ar!
Palavras seguem no tempo...
Seguem... Sem jamais voltar
Se insensatas? Choro, perdoar!
Se belas? Alimentam, saborear...
Os passos que no hoje dou
São lápis de muitas cores, rabiscos
Traços, fraquezas ou o riso amanhã
Há sementes na maçã
A vida brota, rebrota e lota
Notícias que ilumino ou derrota.
O ar aprende andar, vira vento...
O vento não pára... Longe vai!
Olhar pra trás? Não pra sofrer!
Parar o tempo? Não, refazer!...
Linda mulher,
Receba essa rosa simples e singela como sinal da sua beleza, da sua capacidade de Amar verdadeiramente, do seu poder de florir e espalhar alegria por onde você vive.
Reflexo Distorcido
Sinto o frio do quarto
Corroer a sola do meu pé descalço
E como as dores de um parto
Na beira do infarto
Eu sinto o seu olhar no encalço.
Tudo o que faço é te ver
Me olhando pelo vidro
E eu tento rever
Se algum dia já pude viver
Sem esse olhar tão ferido.
Já está perdido o meu olhar
Pela distância que nos separa
Sinto o meu cabelo molhar,
E pela a minha testa ele suar
Sem o conforto que nos repara.
E isso é para ver nos movendo
Dentro de dimensões paralelas
A mesma dor nos envolvendo
E no torpor nos dissolvendo
Como uma célula sem organelas.
E a bela movimentação
Que faço com meus dedos
Você transmite com a sua ação
Cria um reflexo na retração
Dos nossos próprios medos.
Você mais cedo será 'eu' na frente,
E eu do futuro foi você no passado.
Enquanto as ações do presente
Se tornam presas no inconsciente
Para mudar o futuro solidificado.
Quando pesado ergo o meu braço
Traço uma trajetória duvidosa.
Você seguindo o mesmo passo
Se movendo no mesmo compasso
Com a sua força vigorosa.
A dolorosa vertigem nos embebeda
E nos mostra um mundo novo
E a nossa queda
Traz a escuridão das trevas
Para a nossa vida de novo.
Agora o mundo será mais uma vez sombras na parede
Vamos embora, viajar outra vez nas ondas da complexa rede.
Tsharllez Foucallt
"Gosto de você…
Gosto de como a sua alma encontra a minha dando lugar ao silêncio.
Gosto de como suas mãos se perdem em mim, fazendo o coração romper o silêncio de nossas almas.
Gosto de como seus olhos encontram os meus e, neles, eu me perco — não por descuido,
mas por querer ficar.
Gosto de como me embriago no seu cheiro, misturado ao ar que eu respiro.
Gosto de como sua presença ocupa espaçoe transforma tudo em morada.
Gosto de como, aos poucos, nos entregamos sob a luz do luar, em que as palavras dão lugar ao amor que sinto
toda vez que te sinto.
Gosto de você".
Se você não entendeu nada dos textos abaixo e não sabe como praticar, volta para igreja e volte a ser religioso(a) novamente, reze, ore, faça jejum tudo de novo.
Estilo é como pessoalidade... Ou você tem, ou não tem. Só não pode se deixar influenciar por coisas que não te caem bem. Seja autêntico(a), ousado(a), ou ate mesmo largado(a)... Não ligue para tudo o que dizem as outras pessoas, pois, muitas delas são "Maria vai com as outras". Os gostos são seus, os sentimentos até podem ser os mesmos, mas e daí se eles forem diferentes? E daí se pra você o cinza te deixe alegre, ou que o preto te faça sorrir... Sentir-se bem, isso sim é importante!
Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.
Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.
Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.
E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.
Eu amo o jeito como você me acalma sem esforço, como me faz rir até quando o dia foi pesado, como entende meus silêncios e preenche meus vazios.
Você é calma, e eu sou intensidade — e é justamente aí que mora a nossa magia. Você me dá equilíbrio, eu te dou fogo, e juntos a gente cria um amor que não passa despercebido, que ninguém explica, só sente.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Muitos já me disseram que eu nasci para escrever. As palavras sempre me acompanharam, como se fossem estrelas guiando meus passos. Tenho páginas soltas, pensamentos guardados, histórias que pedem para existir. E ainda assim, não criei coragem de transformá-las em um livro. Talvez porque escrever seja também se expor, talvez porque o silêncio ainda me proteja. Mas quem sabe… um dia essas palavras encontrem asas e voem para o mundo.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Na distância, teu nome arde em mim,
como chama que não se apaga.
Tentei vestir a razão, mas ela se rasgou
diante do toque invisível da tua ausência.
A saudade não pede licença,
ela invade, domina, me consome.
E cada lembrança tua é um beijo suspenso,
um abraço que nunca se desfaz.
Se o tempo insiste em separar,
meu coração insiste em te buscar.
Pois amar é este eterno retorno,
mesmo quando o corpo não pode estar.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Há corações que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade é saber suportar o silêncio, é confiar mesmo quando o outro não está ao alcance da mão. Sem essa maturidade, o vínculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce é o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na própria carência. E assim, o amor se torna frágil, não por falta de afeto, mas por excesso de exigência.
Amar não é pedir validação a cada segundo, é aprender a confiar naquilo que já foi dito, naquilo que já foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausência.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A responsabilidade afetiva é como caminhar sobre uma ponte feita de palavras e silêncios. Cada gesto, cada promessa, cada ausência, constrói ou destrói o caminho que o outro percorre até nós. Não temos o poder de controlar o que nasce no coração alheio, mas temos o dever de não incendiar esse terreno com descuido.
Há quem transforme a própria dor em narrativa, quem se agarre ao vitimismo como se fosse abrigo. E nesse instante, a responsabilidade afetiva encontra seu limite: não é possível carregar nos ombros o peso das distorções que o outro escolhe alimentar. Podemos ser claros, honestos, transparentes — mas não podemos impedir que alguém se sabote, que crie labirintos internos onde nossas palavras se perdem.
Responsabilidade afetiva não é submissão, não é culpa, não é prisão. É consciência. É dizer “eu não posso te dar isso” sem crueldade, é não alimentar ilusões que sabemos não florescerão. É cuidar para que o outro não se torne apenas reflexo de nossas carências, mas presença viva e respeitada.
E quando o outro insiste em se colocar como vítima, mesmo diante da clareza, é preciso lembrar: cada um é guardião das próprias feridas. Podemos oferecer cuidado, mas não podemos curar o que o outro insiste em abrir. Podemos estender a mão, mas não podemos obrigar ninguém a sair do abismo que construiu para si.
Responsabilidade afetiva é, no fundo, um pacto de humanidade. É reconhecer que sentimentos são rios que correm livres, mas que nossas margens podem guiar ou ferir o fluxo. É saber que não somos donos da emoção alheia, mas somos responsáveis por não lançar pedras que causem tempestades desnecessárias.
E assim seguimos: entre a delicadeza de ser honesto e a firmeza de colocar limites. Entre o desejo de cuidar e a consciência de que não podemos salvar quem não quer ser salvo. Porque amar — ou simplesmente se relacionar — é também aceitar que o outro tem sua própria narrativa, e que nossa responsabilidade termina onde começa a escolha dele de se perder ou se encontrar.
Tatianne Ernesto S. Passes
A vida é curta demais para ser vivida como uma busca incessante por aplausos. O verdadeiro aplauso que liberta é aquele que damos a nós mesmos, em silêncio, quando escolhemos ser fiéis ao que somos.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Reflexão sobre a necessidade de aprovação
A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incessante por validação externa. Nesse processo, a autenticidade se perde: deixamos de agir conforme nossos valores e passamos a viver em função das expectativas dos outros.
Essa dependência nasce, muitas vezes, da insegurança. O medo de rejeição faz com que a pessoa se agarre ao elogio como se fosse oxigênio. No entanto, quando questionada sobre essa fragilidade, a tendência é negar. A negação funciona como uma defesa: admitir a insegurança seria reconhecer uma vulnerabilidade que parece insuportável. Mas negar não elimina o problema; apenas o oculta.
O paradoxo é que quanto mais buscamos aprovação, menos livres nos tornamos. A vida passa a ser guiada por um roteiro escrito por terceiros, e não pelo próprio coração. A crítica fere, o silêncio incomoda, e o elogio se torna indispensável. É um ciclo que aprisiona.
Romper esse padrão exige coragem. Coragem para aceitar que a insegurança existe, para reconhecer que não é possível agradar a todos, e para compreender que o valor pessoal não depende da opinião externa. A verdadeira liberdade surge quando a pessoa aprende a se validar internamente, a se olhar com compaixão e a aceitar suas imperfeições como parte da jornada.
Tatianne Ernesto S. Passaes
“Respeitar o tempo do outro é como regar uma flor: não adianta forçar a abertura das pétalas, é no ritmo da vida que a beleza se revela.”
Houve um tempo em que me deixava seduzir pelas provocações, como se cada palavra fosse um convite irrecusável ao embate. Eu respondia às infantilidades com a mesma medida, acreditando que, ao retrucar, preservava minha dignidade. Mas, aos poucos, percebi que essa dança era estéril, um ritual de desgaste que apenas me afastava da serenidade que tanto almejo.
Foi nesse instante de lucidez que compreendi: crescer não é vencer o outro, mas vencer a si mesmo. É abdicar da necessidade de provar, é escolher o silêncio como forma de resistência, é perceber que a verdadeira maturidade se revela na recusa ao que não acrescenta. A provocação só tem poder quando lhe concedemos espaço; e eu decidi não mais ceder.
Esse gesto de afastamento não é desamor, tampouco desprezo. É, antes, um ato de amor-próprio. Reconhecer que certas presenças já não se ajustam ao tecido da minha vida é aceitar que o amadurecimento exige desapego. Não porque o outro seja menor, mas porque já não cabe no horizonte que escolhi trilhar.
Hoje, compreendo que a grandeza está em cultivar a paz interior, em erguer-se acima das disputas triviais, em investir energia apenas naquilo que floresce. Amadurecer é aprender a não se deixar arrastar pelo que é pequeno, é transformar o silêncio em fortaleza, é escolher relações que edificam em vez de corroer.
E assim, ao decidir crescer, percebi que não há mais espaço para o que me diminui. A vida pede profundidade, pede vínculos que inspirem, pede caminhos que conduzam à plenitude. Deixar para trás não é perda: é libertação. É abrir espaço para o que realmente importa, para o que me fortalece, para o que me faz ser inteiro.
Diário da alma
Hoje, escolhi o silêncio.
Não como ausência, mas como refúgio.
Existe um lugar dentro de mim que não precisa ser explicado, nem exposto, nem compartilhado — apenas sentido. E foi para lá que eu fui. Sem avisar, sem deixar rastros, sem olhar para trás.
Cansei de traduzir sentimentos em palavras rasas para que outros pudessem entender. Nem tudo foi feito para ser compreendido… algumas coisas só existem para serem vividas em segredo, no íntimo, onde o mundo não alcança.
Aprendi que a paz não faz barulho.
Ela não pede atenção, não disputa espaço, não se exibe. Ela simplesmente chega… e fica.
E foi nesse silêncio, nesse afastamento quase invisível, que eu me reencontrei. Sem máscaras, sem versões editadas, sem necessidade de ser aceita.
Hoje, não preciso mais ser vista.
Porque finalmente aprendi a me enxergar.
E, pela primeira vez… isso basta.
Como o vento eu destruo, mas também ajudo. Como os raios eu reluzo a minha luz, com o sol queimo as vosas peles, como o oceano, não tenho limites e sigo minha própria profundidade
Penso, logo sinto
como o fluxo de um rio,
sangue que pulsa,
circula e arde,
invade,
silêncio que vira arte
percepção que transforma
cada gota molecular
na mônada do ser.
Sobe e desce dentro de mim,
toda a construção
circulando dentro de você.
- Relacionados
- Frases para pessoas invejosas
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Frases sobre idiotas que mostram seu talento para a estupidez
- Frases de irmãos unidos para aqueles que são unha e carne
- Mensagem para uma pessoa especial
- Frases de filho para mãe que são verdadeiras declarações de amor
- Frases para Pessoas Tristes
