As Coisas Nao Acontecem por Acaso

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O futuro não se escreve com sorte, mas com a persistência de quem insiste em continuar mesmo quando tudo grita para parar.

O compasso não mede apenas distâncias; ele ensina que todo excesso precisa encontrar harmonia.

Não há iniciação mais profunda do que transformar a dor em sabedoria e o ego em fraternidade.

No silêncio da reflexão, o aprendiz descobre que o maior segredo não é revelado, mas despertado.

Ser irmão não é estar lado a lado, mas caminhar unido pelo mesmo ideal de luz e justiça.

O tempo não aceita empréstimos, só decisões.

Não é apenas sobre o outro.
Toda avaliação, opinião ou percepção é eco de quem somos no íntimo.

⁠Precisamos aprender a não vitimizar, mas usar do momento para extrair o melhor dele e crescer, assim que dobramos a realidade: com humanidade.

⁠Eu prefiro que me vejam sem rótulos, que não olhem para mim e tirem uma conclusão. E há vários rótulos que inventaram a meu respeito. Mas eu não me guio por rótulos que criam sobre ninguém. Eu presto atenção na pessoa. O rótulo é chato, o rótulo já determina por baixo.

Ney Matogrosso
Hailer, Marcelo. Ney Matogrosso: "Se eu dependesse do streaming, estaria na miséria". Fórum, 3 abr. 2025.
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⁠Muita gente acha que não recebe milagre e Deus não existe.
Mais Tenha Fé.
Se sua Vitória não chegou ainda, é porque Deus está preparando um dia especial para você, e você verá como Deus é Grande e Poderoso
"Se a tristeza vem hoje a alegria virá amanhã"

⁠"Se a vida estiver atribulada, não tenha medo e continue plantando boas ações, pois você as colherá no futuro. E, quando olhar para trás, verá que aquele sofrimento foi apenas um desafio para a sua vida."

⁠A verdade não se disfarça para parecer mentira, mas a mentira, sim, para parecer verdade.

Eu não quero saber do meu passado.
Afinal, você está no meu presente e estamos preparando nosso futuro.

⁠O Judas moderno não sente nem remorso. Ele é tão trapaceiro que, se você permitir, ele se sentará novamente na sua mesa e irá procurar outra maneira de te destruir.

⁠Hoje não levantei

Na cama fiquei.
Não quis abrir os olhos.

Com problemas pra resolver,
o cobertor puxei,
me cobri,
e ali me escondi.

Esperando essa onda
levar...
e voltar...
com a tranquilidade
das manhãs,

com cafés quentes,
que queimam o céu da boca
e nos preenchem de calor.

Das tardes ensolaradas,
o esplendor,
do céu azul e dos ventos fortes,
com pássaros assobiando —
lindos são as sonoridades.

Livres são as aves,
os pousos nas árvores,
o cheiro de plantas e flores
com o sereno da noite.

Hoje...
tempos anuviado.
Tempestuosos
são os pensamentos,

trazendo consigo
ventos gélidos.
E aquela luz...
já não brilha mais.

Mas os problemas ainda estão lá.
Mesmo que o mundo não esteja parado,
mesmo que o mundo
esteja em uma disputa com o tempo.

Sei que, na dissonância
de um cobertor escuro,
eu procuro...
não acho...
nada.

E me deparo:
ainda são cinco horas da madrugada.

E nada
me faz
levantar.

Fecho os olhos
novamente.
Não sei se estão fechados... ou abertos.
Na escuridão,
não importa o que é
ou o que não é.

Mesmo que eu veja...
ainda está escuro.

E procuro descansar.

Não me lembro mais do verão,
apenas do outono, com seu frio
e dos problemas que virão.

Despejo na imensidão da escuridão,
no quarto,
reflito,
repito:

“Nada há o que fazer,
a não ser se mover.”

Poema
Título : Na dissonância do cobertor
Autor: Nataniel Felipe Longo

O amor não é uma palavra qualquer, se vc realmente me amar me mostre com gestos e atitudes, não com palavras.

Sair da multidão não é ser excluído, é permitir que sua verdadeira voz emerja. Se ouça!!

⁠Vai crescendo. Não te conformes em ser sempre o mesmo. Conquista a confiança das pessoas, cultiva amizades verdadeiras, cria laços que edificam. Entrega sempre o teu melhor. Não escondas os teus dons — aperfeiçoa-os. Esforça-te para seres a melhor versão de ti mesmo, não apenas por ti, mas também para fazer a diferença no mundo.

⁠E se a vida for um jogo?

Talvez não te tenhas dado conta, mas já estás em campo há algum tempo.
Fizeste as jogadas certas? Ou ficaste apenas na defesa, esperando o apito final?
Atacaste quando tiveste oportunidade, ou deixaste o medo segurar os teus passos?
Controlaste o tempo… ou simplesmente deixaste o tempo controlar-te?

E afinal… que tipo de jogo é este?
Coletivo ou individual?
Porque, se for coletivo, e tu estiveres a jogar sozinho, talvez já estejas a perder —
Não porque te falte talento, mas porque te falta visão de equipa.

No intervalo, paraste para refletir?
Percebeste que não és o único em campo?
Ou continuas a seguir o plano inicial, mesmo quando o jogo já mudou?

Talvez estejas agora no segundo tempo da vida.
Já devias ter percebido a natureza do jogo…
Mas se ainda não percebeste, corre o risco de te perderes.
E o mais triste não é perder —
É nem saber ao certo o que se está a jogar.

Não há religião superior à verdade.

Helena Blavatsky
A doutrina secreta, v. 1 (1973).