As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Não temo a morte, apenas como irei morrer.
Faz parte da vida ir embora, mas perder as coisas boas que ela te dá, isso sim causa medo.
Um "não" pode significar várias coisas. Nem sempre ele representa rejeição ou algo negativo. Em muitos casos, um "não" pode ser uma forma de proteção, cuidado ou preocupação com o bem-estar de alguém. Pais, amigos e até professores podem dizer "não" para evitar que uma pessoa tome uma decisão prejudicial ou se coloque em uma situação de risco. Por isso, é importante entender o contexto por trás dessa resposta, pois muitas vezes ela demonstra responsabilidade e carinho, e não falta de consideração.
De repente falamos sem PENSAR.
Inseguros, machucamos quem não merecia.
São as pequenas coisas, que causam impacto.
Lembre-se, em pânico levamos toxinas para as células.
A mente e corpo entram em colapso
Tudo por insegurança, MEDO de PERDER
Então respire e OUÇA quem quer o seu BEM!
Entender a si mesmo.
Não será fácil, muitas vezes.
Ficaremos entediados,
As coisas parecem não funcionar.
Deixamos aflitos, tudo ESCURO.
O saber respirar, o trará de volta à LUZ.
Precisamos não confundir as coisas
Entenda que não somos os donos da verdade.
Somos seres humanos inatos e imperfeitos.
Sempre procurando dar uma desculpa.
O medo de opinião incomoda.
A gratidão trocamos por distrações.
Levando uma vida vazia de fé e amor-próprio.
O poeta acompanha umas coisas que não são apenas pensamentos; é o tempo com significando, como o ouvido pendurado na conversa às nove e quarenta e cinco da manhã...
Leonardo Mesquita
Não fique remoendo as coisas que deram errado no passado, foque no que não vai dar certo no futuro, se você não consertar no presente.
Acho que a vida é bonita justamente nas coisas que deixamos por último.
Nos abraços que não demos por achar que haveria tempo.
Nos “eu te amo” presos na garganta.
Nas lágrimas que seguramos por orgulho, medo ou pela necessidade idiota de parecermos fortes nesse teatro que chamamos de vida.
Vivemos quase sempre no automático, ocupados demais fazendo planos, tentando parecer inteiros, racionais, invulneráveis. Mas no final, quando todas as máscaras caem, sobra só aquilo que realmente nos atravessou: o amor.
Um amor estranho, abstrato, que nasce nas brechas da razão.
A flor que nasce no precipício.
Algo tão humano e tão puro que, por alguns instantes, faz desaparecer cor, ego, orgulho, gênero, diferença, ódio. Só sobra presença.
E talvez seja isso que mais me emociona na existência:
nossas imperfeições.
Somos falhos.
Errantes.
Quebrados em muitos lugares.
Mas ainda assim capazes de recomeçar.
Como uma estátua rachada, coberta por flores e musgo, cercada por um gramado verde-esmeralda. Não perfeita, mas viva. Tocada pelo tempo, pela dor e ainda assim bonita.
Às vezes me sinto como uma orquestra silenciosa, tocando melodias que ninguém jamais poderá ouvir completamente. Um violino melancólico atravessando memórias e paixões perdidas, enquanto um piano toca calmamente ao fundo, como se dissesse que ainda existe beleza nisso tudo.
E existe.
Porque no fim, acho que o que realmente chama pela nossa humanidade não é a perfeição.
É a capacidade de sentir.
De amar.
De sofrer.
De olhar para o outro com a alma desarmada.
Mesmo num mundo cansado.
Mesmo quando esquecemos disso durante nossas alegrias.
Mesmo quando a vida insiste em endurecer a gente.
Talvez viver seja exatamente isso:
continuar florescendo entre as rachaduras.
Há coisas caras que não tocam o coração, enquanto uma simples lágrima pode valer uma vida inteira de aprendizado.
Tem coisas que não vão mudar enquanto você continuar tratando como detalhe aquilo que já virou prioridade.
“Quando as coisas não vão bem, pode ser que Deus esteja lhe dando uma oportunidade de sair da zona de conforto para viver algo muito maior.”
— Anderson Silva
É possível ser rico sem dinheiro? Bem, depende! A riqueza não está no acúmulo de coisas que o dinheiro pode comprar, mas sim na forma como você o trata.
Reno Fioraso
Uma das coisas mais libertadoras que você aprende sobre comportamento humano é que não precisa descobrir tudo sobre alguém.
No começo, você escuta o que as pessoas dizem.
Depois, começa a prestar atenção no que elas fazem.
Até perceber que existe uma diferença importante entre intenção e comportamento.
Intenções podem ser explicadas.
Palavras podem ser ajustadas.
Mas padrões são difíceis de esconder.
Eles aparecem nas escolhas.
Nas prioridades.
Nas ausências.
Na forma como alguém age quando não tem nada a ganhar.
Por isso, maturidade não é desenvolver um talento para decifrar pessoas.
É aprender a não ignorar aquilo que já está evidente.
Porque, no fim, os padrões respondem perguntas que as palavras deixam em aberto.
E quase sempre dizem a verdade.
Crescer, não significa deixar as coisas para trás. Pelo contrário significa seguir. Não confunda movimento com progresso.
Continue progredindo e trabalhando duro para alcançar seus objetivos.
E quando você conseguir, levante alguém.
Sua liberdade é uma das coisas mais importante que você possui. Não a troque por nada e nem deixe que lhe tomem
Muitas coisas são complicadas, mas lembre-se muito bem disso: amar quem não merece ser amado só faz você não amar quem merece ser amado.
