Árvores

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Façam calçadas!
Asfaltem as ruas!
Cimentem os quintais!


Derrubem árvores
aqui e ali,
até que o “ali” não exista mais.


Invadam serras e matas
com condomínios luxuosos
ou barracas medíocres,
a ganância,
não distingue acabamento.


Aterrem manguezais,
beiras de rios,
lagunas e lagoas!


Avancem até a beira
dos mares e dos oceanos,
como se a maré obedecesse
escritura humana.


Mas lembrem-se:
a terra precisa respirar.
A água precisa fluir.


Não reclamem
quando a água visitar a sua sala
sem pedir licença.


Não reclamem
quando a terra,
cansada de sustentar excessos,
desmoronar sobre os seus projetos.


Você não viu.
Você não se importou.
Você derrubou,
aterrrou e invadiu.


Um dia
a Natureza reaverá
cada centímetro desapropriado.


A Natureza tem leis.
O ser humano as infringe
até que a sentença chegue.


E nessa hora
não há Santo,
não há Deus,
não há Jesus
que dê conta
de tanta insensatez.


O ser humano é insaciável
e irresponsável.
A Força da Natureza
é implacável.


✍©️@MiriamDaCosta

Somente as árvores que não frutificam, entendem a poda como uma agressão.




Não é sobre plantas.

Lembre sempre que as árvores secam, ficam sem vida no outono, porém renascem cheia, de flores e vida, na primavera.

Meu diamante!




Vi uma rosa vindo na minha direção flutuando entre as árvores, parecia que tinha asas, parecia até mesmo com uma fadinha,


ao pousar em minhas mãos ela se transformou imediatamente num diamante,


surpreso e sem entender, comecei a sorrir alegremente sem parar,


então, ao levantar o belo diamante em direção a luz do sol pude ver todo o seu brilho e o seu poder iluminado logo tomou conta de mim,


foi ai que olhei para dentro do diamante e enxerguei profundamente no seu reflexo os traços perfeitos do meu destino.


Convencido! Percebi o quanto você é o meu amor é o meu diamante.

Neve quente




As árvores estavam cobertas, carregadas,
a estrada estava intransitável,
o telhado ao mesmo tempo que explorava a fumaça da chaminé a todo vapor também segurava o peso da neve densa que caia impiedosamente aquela noite,


Do frio foram extraídos goles incansáveis de vinho,
da lareira foi consumido o calor sussurrante em cima do tapete de tecido grosso,
dos sorrisos foram arrancados o doce mel do frescor daquela noite,


Já é madrugada,
a neve continua a cair densamente,
a lareira ferve impenitente,
da janela apenas o suor é exposto descaradamente.

Meio ambiente




As árvores choram,


Os rios sentem,


Os animais observam,


Os ventos pedem ,


Os humanos vão chorar.

Floresta amazônica




Árvores que se comunicam como sociedade protetora,


Carregamentos aéreos com nutrientes vindos do deserto do Saara,


Fauna dos comuns, dos exóticos e dos desconhecidos,


Tribos e cachoeiras escondidas,




Mistérios profundos, ponte de elos, de mitos e lendas, o Curupira e o Boto que o digam,


Desprotegida, desrespeitada, pulmão ferido,


Amada pelo sol, aplaudida pela lua,


Símbolo de sabedoria, de riqueza e do que é sagrado.

Tenho Fé

Por entre as árvores e seus galhos secos, a sombra da sua presença é sentida;
No caminhar, a sensação de que algo está para acontecer a qualquer momento é percebido;
Mais alguns passos mata á dentro sozinho e trêmulo, o desespero toma conta do meu ser;
O medo do inevitável ganha força quando o que era dúvida se torna realidade, o que se apresentava como vulto sai das sombras das árvores e da dois passos lentos com olhar firme e poderoso;
Não adianta correr, gritar, chorar ou reagir, o pesadelo á frente é mais forte, ágil e veloz, o medo é percebido com o bater descontrolado dos dentes e as travas repentinas das pernas;
O dia de sol quente propício para um gostoso piquenique a beira do rio com alguns amigos e familiares parecia chegar ao fim;
O mundo parou naquele momento, as batidas do meu coração faziam barulhos semelhantes a uma bateria de escola de samba, o meu sangue acho que evaporou de tão suado e pálido que fiquei;
Comecei á rezar e implorar a Deus por misericórdia, por um milagre, porque á minha frente estava nada mais, nada menos, que uma onça vigorosa e cheia de maldade no olhar;
Ela ficou parada me olhando por um longo e duradouro minuto, então; respirou forte e sumiu no meio da mata densa;
Acredito que a fé em Deus move montanhas, assim como nos protege e nos da fôlego de vida para continuarmos seguindo em frente...

"Nunca faça o mal, a quem só te faz o bem, Deus deu bons frutos, a boas árvores, as árvores com frutos ruins, só servem para o uso do fogo"

Converso bem com as árvores e as flores, no meio da natureza, onde me recarrego da energia vital da vida e com sorte aprecio o bailar das borboletas. Vibro na mesma sintonia das águas, dos rios, das nascentes e da chuva, fina que umedece o solo e minha alma, com isto me acalma. Não gosto de tempestades, pois me deixam apreensivo e irritado. A abundância de qualquer elemento me incomoda, pois depois do exagero vêm as consequências, que por vezes não são agradáveis. Somos sempre cúmplices serenos do afável, do que não falta e não sobra. Porque a vida é feliz na medida certa e nossa estada prodigiosa no momento exato. Isto é um fato muito além dos ponteiros do relógio.

"Não subestime a potência de um começo humilde; as árvores mais altas têm as raízes mais profundas."

Onde a luz trespassava a fresta, a manhã se fez plena: o verde das árvores trazia o orvalho para perto dos olhos e o mundo se resumia àquela solitude preenchida, harmoniosamente, ao canto suave dos pássaros.

Passei por entre algumas árvores bem verdes e frondosas, a porta para uma terra mágica, cuja a flora é incomparável e abriga várias criaturas, onde a lógica tem pouco efeito,

Foi uma viagem fantasiosa ou talvez um lapso do tempo, seja o que tenha sido, não importa, esse passeio foi mesmo incrível e o trago na memória por tamanho realismo

E agora, aquele lindo lugar não existe apenas na minha mente, mas também nestes versos, assim, quando quiser, poderei viajar para lá novamente, lendo e recordando ou sonhando revivendo.

O poema varreu o quintal hoje
Com o vento nas árvores
Para que esses versos
Te alegrassem

O mal dos liberais é acharem que uma floresta
não se faz de árvores ⁠

Rani que era muito habilidosa com as mãos, fazia suas próprias sandálias com ramas de árvores e arbustos, bem trançados e alinhavados. Depois pintava com tintas que ela mesma preparava e sempre mantinha pelo menos uns três pares de sandálias novas em seu armário.
Eram lindas suas sandálias, mas por não serem feitas pelo sapateiro credenciado e nem de couro de jumento chancelado, não podiam ser usados para caminhar pelo vilarejo durante o dia, mas a noite Rani colocava eles nos pés e saía. Ela adorava caminhar pelas ruas e vielas do vilarejo e principalmente ir até a padaria. No caminho ela era acompanhada por um curiango que cantava melancólicas melodias e Rani sorria e cantava junto com ele transformando todas elas em canções de amor, e por isso o curiango a seguia, pois ele cantava triste a noite inteirinha com saudades da sua amada, mas Rani o animava com suas cantorias de menina pela vida apaixonada.
Assim como só havia um sapateiro no vilarejo, também tinha só uma padaria e Backer, um jovem forte e corpulento era o ajundante de padeiro e era com ele que Rani adorava passar tempo conversando durante uma fornada e outra de pão sem fermento.

“O mundo oferece flores passageiras. A sabedoria cultiva árvores.”

“A verdadeira alegria não faz ruído. Cresce em silêncio, como as árvores mais antigas da terra.”

"Assim como as árvores se livram das folhas mortas,
eu me livro dos lixos sociais que me impedem
de seguir feliz e em paz."
-Paz, a melhor das conquistas!
Haredita Angel
13.08.18

Desafios


Lá fora os pássaros cantam
As árvores regigijam
Uma melodia que aquece o coração
As flores desabrocham desmontando
Todos os desafios que parecem invencíveis
Pequenas coisas mostram que incansável é
Esse olhar que brilha ao perceber o
Que se encontra entre a linha tênue
Do palpável e o imperceptível
O instinto de ser feliz.


Kaw Lima