Árvores
Sentado numa lotus, ventos chocoalham as árvores emulando os véus de Lakshmi, logo o céu amarelado vai emergindo sua fortuna, as cores em gradiente enriquecem o jardim, borboletas douradas aparecem, a decretar a liberdade e a beleza do vale.
O amor não cresce em árvores, nem é comprado no mercado. Mas, se alguém quer ser amado, primeiro deve saber amar de modo incondicional.
"Continue pedindo conselhos a uma mula sobre como subir em árvores. Quem sabe, no final, você não termine com uma sela nas costas."
"Nunca faça o mal, a quem só te faz o bem, Deus deu bons frutos, a boas árvores, as árvores com frutos ruins, só servem para o uso do fogo"
"O reinvestimento é a decisão consciente de não comer todos os frutos que suas árvores dão." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
"O reinvestimento é simplesmente pegar os frutos que suas árvores deram e usá-los para comprar novas árvores, que gerarão ainda mais frutos." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
"Investir em 'essenciais' é a estratégia que garante que seu pomar financeiro terá árvores robustas e resilientes, que continuarão dando frutos mesmo durante as tempestades do mercado." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
Hoje, ao amanhecer, os passarinhos deixaram as copas das árvores e voaram como em qualquer outro dia, leves, confiantes, donos do céu.
Entre o fim da manhã e o início da tarde, algumas árvores do condomínio foram cortadas. Troncos ao chão, galhos silenciados, sombras desfeitas.
No cair da tarde, já na beira da noite, eu os vi outra vez. Voavam em círculos, inquietos, como se procurassem no vazio aquilo que, horas antes, era abrigo. As árvores eram suas casas, seus ninhos, talvez o berço de futuros filhotinhos.
É espantoso como tantas coisas podem mudar em poucas horas.
E eu fico aqui, pensando nos passarinhos — e na delicadeza frágil de tudo o que chamamos de lar.
Onde o primeiro Adão nos escondeu de Deus entre as árvores, o Último Adão nos revelou a Deus pendurado em um madeiro!
Eu fico olhando as árvores.
Elas perdem as folhas como quem perde dinheiro no bolso furado — sem drama, sem explicação. O vento leva, o chão recebe, e mesmo assim elas continuam de pé. Não imploram. Não negociam. Não fazem discurso sobre “resiliência” em rede social.
Elas sabem.
Sabem que não é perda. É troca.
A gente é que esquece disso e chama tudo de fim.
O homem se agarra no que já morreu dentro dele. Relacionamentos, ideias, versões antigas do próprio nome. Segura com força, como se a mão fechada pudesse impedir o mundo de girar.
Mas a árvore não.
Ela deixa ir.
E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.
As folhas caem e ninguém pede desculpa.
O tronco continua.
E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.
Eu vi a morte uma vez.
Quando eu tive meu primeiro sonho.
Era escuro, frio, cercado de árvores.
Mas eu seguia o caminho, descalça.
Até que eu vi ela, brilhante, quente, familiar.
A morte é uma mulher.
De manto e véu branco.
Ela é alta, sem rosto, e me tirou da escuridão.
Me levou pra um quintal com a grama vibrante.
E uma casa branca de madeira.
A casa onde eu cresci, a casa a qual pertenço.
Eu vi a morte uma vez.
Ela era linda.
Ninguém sabe o que as pedras compõem, mas o vento sussurra, as árvores ouvem, as folhas dançam e as nuvens choram.
Deixe-me morrer entre as raízes das árvores, na inclinação do terreno florido, onde os pássaros beijam as flores e o vento abraça o que foi esquecido.
A natureza é um presente sem igual,
Com árvores que enfeitam cada lugar.
As flores espalham perfume no ar,
E os pássaros cantam ao amanhecer.
Os rios seguem seu caminho a correr,
O vento traz paz e faz as folhas dançar.
Devemos cuidar de tudo com carinho,
Pois a natureza nos dá vida e esperança.
Preservá-la hoje é garantir um amanhã melhor.
Observo a robustez das raízes que sustentam as árvores milenares e busco uma âncora igualmente forte para a minha alma, encontrando-a somente na memória indelével da Redenção. Meu passado estava irremediavelmente manchado pela falha e pela ausência de propósito, mas a eficácia daquele Sangue, derramado no mais cruel dos palcos, não apenas limpou a culpa, mas reformulou a minha essência, inaugurando uma nova realidade de pertencimento e esperança inabalável. O Calvário, com sua crueza histórica, é o ponto de inflexão de toda a minha jornada, o lugar onde a Mão Eterna plantou a semente de uma fé que não será abalada pelas tempestades do mundo.
