Arrancar do meu Peito

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⁠Meu coração estremece, meu ser se inquieta, minha alma suspira por resultado do anseio por Ti existente, pela chegada de dias de paz, pelo encontrar Sua Presença, tudo em mim está a movimentar-se com grande furor em meu interior. Temo não alcançar tais maravilhas, não pela falta de Seu querer, mas pelas muitas situações tentarem me fazer perder a direção. Vivo meus dias como um pai aguarda apressadamente a chegada de seu filho, ansiosamente esperando Te encontrar e ver todo meu desespero acabar. Tu és o desejo mais profundo que minha alma clama, és a Luz que preciso para me ver livre de toda a escuridão, és meu Tudo.

Inserida por Valter00

⁠Hoje meu coração se divide entre bombear, e ter ar (...).

Inserida por MayconHalss

⁠Te Permito
Te Permitirei tudo que for possível
seja a inspiração de meu mundo
Te permito todas as alegrias
emoções essas sentidas aos ventos
Me permita olhar em teus olhos
deixa eu ser a sua proteção
sua morada
Te Permito todas a formas de amar
sentir as emoções de cada momento
deixa eu poder te guiar
e logo depois você caminhar
ser livre e inocente olhar
para um breve por do sol
Te Permito tudo que seja novo
ou antigo,
que seja bela em um minuto
e que dure para sempre
assim permito a ti
as emoções de um momento
de um desejo
de um amor a qual não sabemos de onde vem
lhe prometo tudo e não lhe prometo nada
apenas sinto e faço
o que meu coração sentir
ME DIZ

Inserida por reinaldohilario

Você... Meu grande amigo... É o MELHOR de todos nós.⁠

Inserida por tiagoramostigre

⁠Fiz da arte meu teto, da poesia minhas paredes e dos sentimentos meu alicerce.

Inserida por Cristiano1976


Eu me amo e estou aberta pra receber o amor do meu semelhante e transbordá-lo emitindo-o de volta ao universo com muita gratidão.
- Mah

Inserida por iris_rocha1601

⁠⁠Manhã
Meu dia começa sempre iguais, uma ansiedade absurda pelas horas a seguir. Em especial a noite o único momento que tenho para te ver: alí diante dos meus olhos contempla tanta beleza é como passear nas ruas do ⁠Jardins. Fica fascinada com sua beleza exuberante como tudo que tem nos Jardins!

Inserida por zelia_gamel

“Conte-me AFINAL aquilo que ainda não sei... Se me contas sobre meu INEFÁVEL e obtuso amor, garanto-lhe que tenho muito pouco a saber.” ⁠

Inserida por Gladstonjunior

⁠Obrigado por ser esta pessoa tão incrível em minha vida, com a sua presença meu mundo vira um paraíso.

Inserida por EscritorBilhete

⁠Nem todo mundo lida com a perda da mesma maneira. Nós não escolhemos o que nos cura. Meu momento de lucidez veio do mais estranho dos lugares.

Inserida por Sampaiio_matheus

⁠não perdoarei, desta chuva sentira minhas lágrimas, dessas lágrimas sentira meu aperto, aperto que passei em suas mãos.

Inserida por Coldvex

A luz do meu ⁠quarto continua piscando, não lembro mais desde quanto tempo isso começou. Hoje eu acordei mais cedo do que o costume queria que o dia durasse um pouco mais do que o normal.

Inserida por Fernando_Martim

⁠No meu coração não tem nenhum espaço para o ódio. mas muito para o perdão.

Inserida por Maxwouters

⁠O sol está em mim agora. O sol é meu coração, e todo o mundo - os pescadores na China e os plantadores de milho no México e as pulgas nas costas dos cães em Katmandu - dependem da ascensão e queda do meu coração.

Inserida por pensador

⁠“Eu confesso, minha fraqueza e meu medo faz a ignorância apertar o gatilho.”
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

“A preguiça e a malimolência invadem meu corpo quando tenho de explicar diuturnamente o óbvio, que justamente por sê-lo, não caberia qualquer explanação.” ⁠

Inserida por Gladstonjunior

quando abro a janela do meu quarto/vejo um sol/ele está brilhante igual ontem/mas tem uma diferença e uma igualdade/sol sempre volta a surgir/ cada dia é uma chance para recomeçar/ sempre há um novo começo ⁠

Inserida por Paulalavinea

⁠Preciso ser exorcizado para nenhum mal não ser desejado nem frequentado ao meu espírito branco pelo escuro do demônio de luz apagada.

Inserida por Chikinhosm

⁠O MEU PAI SALVOU UM HOMEM, O MEU TIO OUTRO


Por Nemilson Vieira de Morais (*)

Por ocasião das eleições municipais na minha cidade…
O clima político em Campos Belos, nessas disputas se elevava.
Era comum as discussões a cerca de um ou outro postulante a uma cadeira administrativa.
Nem sempre esses embates ficavam somente no campo das ideias: em dados momentos, os ânimos se acirravam, e as agressões deixavam de ser verbais e, iam às vias de fato.
O povo compareciam aos comícios, para apoiar e ouvir os discursos inflamados dos distintos candidatos.
Geralmente esses encontros eram realizados em carrocerias de caminhões posicionados em locais estratégicos, pelas ruas da cidade, distritos e fazendas.
Eu mesmo andei a discursar numa dessas ocasiões, na campanha do deputado José Freire, e outras lideranças políticas estaduais e locais.
Alguns candidatos passavam dos limites nas promessas que faziam. Não cumpriam o prometido. “Desde aquele tempo a ‘mentira’ no mundo da política comandava o espetáculo.”
Havia perseguições políticas por parte de alguns mandatários, principalmente quando o eleitor declarava publicamente outra opção do seu voto.
O ir e vir das pessoas nas ruas nos dias da votação eram intensos.
Alguns pais precavidos orientavam os seus filhos a não participarem daquela agitação toda, e muito menos das questões políticas. Opor-se ao governo (nos três níveis) não era recomendável. No dia da votação a minha mãe ficava a orar a Deus, para que tudo ocorresse em paz, naquela disputa; pedia a nós que não saíssemos de casa: era “perigoso!” Não dava para saber o que poderia acontecer.
Os candidatos a vereança e a prefeitos compareciam aos seus redutos eleitorais; a tirar fotos com o povo e ouvir as reclamações dos moradores. — Visitar escolas, comunidades, hospitais; inaugurar comitês, reuniões com apoiadores, fazer as suas últimas promessas…
Um dos candidatos a prefeito esbanjava carisma: o Adelino, filho da terra, já havia administrado a nossa cidade. O outro candidato não me lembro bem quem era, mas, a campanha ia num bom nível. Qualquer um dos ganhadores estávamos bem representados.
Ao aproximar-se o momento da prova dos nove. Em que as urnas iriam falar. Um dia à tarde próximo à votação o João (preferi assim o chamar) eleitor de um dos candidatos tomava uns aperitivos a mais e jogava conversa fora, no bar do Elias. O Lázaro eleitor dum outro andava armado sem uma autorização, e sem ser incomodado pelas autoridades competentes adentrou-se ao ambiente e logo começou a discussão política. Decisão que quase causaria uma tragédia maior: saltou para fora da venda, num respeito ao proprietário e convidou o João para resolver a questão na rua. — Na bala. O convidado não pensou duas vezes e mais que depressa atendeu o chamado. Como uma serpente a dar o bote na presa. O Lázaro negou o corpo e sacou da cinta um revólver de todo tamanho à vista dos nossos olhares atônitos, já pronto a cuspir fogo no ralar da espoleta.
O João ao ver a arma apontada na sua direção saltou no seu algoz como um atacante na hora de fazer o gol: perdeu o pulo e caiu.
Debruçado na terra fria e pedregosa, aos pés do inimigo só a misericórdia de Deus, e ela fez-se presente…
O Lázaro só teve o trabalho de mirar a arma na cabeça de João e apertar o gatilho. — Bam! — Ai!
O projétil do disparo cravou-se numa das suas mãos que, mesmo atingido levantou-se e atracou-se com o seu rival. O sangue esvaia-se…
João por cima de Lázaro quase toma uma facada de graça de terceiro…
Um sujeito miúdo, amarelo feita a goiaba madura, ao lado a observar tudo e com vontade de entrar na confusão tomou as dores de Lázaro: aproximou-se mais e puxou da cinta uma enorme peixeira, que parecia um punhal procurava o melhor lugar para sangrar o João. — Descia do alto da cabeça a sua mortífera lâmina fria na direção do vão da clavícula do pobre.
De repente o forte grito do meu pai ecoou pela Rua do Comércio afora: “Não faça uma coisa dessa com o rapaz!"
O homem voltou com a faca para a bainha imediatamente.
O João a lutar e relutar sozinho para tomar a arma do inimigo nem percebeu o tamanho do risco que correu. — Morreria sem saber do quê.
De tanto esforçar-se, com um joelho flexionado sobre Lázaro no chão, o João já o dominava.
A arma do seu inimigo político já estava na sua mão, quando o tio Elias entrou em ação e a tomou.
Salvou o Lázaro da morte e o João da prisão. — Por certo.

*Nemilson Vieira de Morais
Acadêmico Literário.

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Cresci achando que a família do meu pai me amava !
No final vi eles apoiando a própria amante do meu pai dentro da casa deles porra achei que eles me amavam !

Inserida por Isareis04