Arrancar do meu Peito

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⁠Em nosso continente
algo bem antes
de três de agosto
no meu peito já previa:
a Bolívia noite e dia
está lutando para
(resgatar a democracia).

Falo o quê dá
para falar
aquilo que não há
como calar.

Em nosso continente
algo muito antes
de tudo isso no meu
peito já previa
que em cada rincão
a noite escura chegaria
(com ou sem pandemia).

Escrevo o quê dá
para escrever
aquilo que não há
como se esquecer.

Em nosso continente
a orfandade tem residência
em cada uma de nossas tribos,
em Pindorama se tornaram
(um oceano de perseguidos).

Canto porque não
dá para gritar,
quem sabe alguém
há de me escutar.

Em nosso continente
há um outro continente
de tribunais fechados
há mais de 140 dias,
um General preso injustamente,
uma tropa e civis tratados irregularmente,
até que me provem o contrário
isso não me sai da minha mente:
um continente dentro de outro continente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Passei o dia inteiro
com meus princípios,
dores no meu peito
e em profundo silêncio
chorei e fui dormir;
parece que comigo
você só quis se distrair.

Fui despertar do nada
durante a tempestade
em plena madrugada,
me peguei vidrada
em totalmente em você,
o tempo se encarregará
deste feitiço desfazer.

Como você não pode
me amar como mereço,
tirar a minha foto debaixo
dos teus olhos foi
a melhor opção a fazer,
mas você não precisava
ter mostrado para me ferir.

Contei a minha vida
e você sem perguntar
me arremessou
aos anéis de Saturno,
e nem era noite de luar:
os espinhos do roseiral
estão no corpo sideral.

Amo as rosas a ponto
de ignorar os espinhos,
lambi as minhas feridas,
porque prefiro o meu
coração limpo para
um amor sem jogos
de sedução perversos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu penso em você
todos os dias
doidamente:
o meu peito
insistemente por ti
não para de bater,
me vejo nesses
lábios desfrutando
saborosamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu peito é castiçal
de um delírio de amor
que não se apaga,
porque o teu charme
me chama.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vê como este anel acenta neste dedo, assim como o meu coração cabe dentro do peito. Usa os dois, porque ambos são teus, e se for lícito a este teu pobre e dedicado servo implorar um favor à tua graciosa mão, para todo o sempre assim confirmarias a sua felicidade.

William Shakespeare
Ricardo III (1597).
Inserida por dorgival_andrade

Tem saudade que da nó na garganta e molha os olhos, salgando o rosto, doendo o vazio do peito.

Saudades eu tenho de cada detalhe nosso, de nossas manias e idiotices, até das brigas que acabavam na cama.

Essa chuva...
Oh! Chuva...
Não para de cair.

Cai de noite
Cai de dia
Pingos sem melodia.

A chuva cai quando faz sol
A chuva cai até na chuva
É sempre desse jeito.

Cai... Oh! Chuva triste...
Chuva de mágoas no meu peito.

Baby, eu me amo primeiro
Nunca fui de me apegar ao que é passageiro
Então chega devagar, chega devagar
Meu peito só cabe quem vier pra ficar

Não sabe metade do que eu já vivi
Playboy é quem tem vida fácil
Eu levo no peito o lugar que eu nasci

A dor da perda, de novo, e de novo. E agora veio rasgando o peito, sangrando uma dor de ausência, da vontade de estar perto, de novo, e de novo.

De peito.

Cansado
De nadar,
E nada.

Não são os lugares onde fomos, as músicas que escutamos, os filmes que assistimos, as palavras que dissemos, que dá saudade, é o que sentia quando estava com você. É aquele sentimento, que hoje, meio que arrepia e machuca, quando lembro. É o sentimento que dá ao lembrar do som da sua risa risada, da e o tom da sua voz. É o aconchego que dava, em estar nos teus braços, dentro do meu abraço. É um sentimento de vazio, no peito que não dói, mas que é estranho, como se estivesse faltando algo, ou pior, como se estivesse faltando alguém. É como se você tivesse um molde do teu ser, no meu peito, sabe? Com tuas medidas exatas! Mas se foi, e deixou o espaço, o teu espaço aqui, vazio. Não cabe outro, ainda é teu.
Kallinca Flores

É tanto amor que não cabe no peito. É tanto sentimento que transborda pelas ações. É tanta coisa que a gente nem consegue explicar.

Menina, mulher

Menina dos meus encantos
menina dos meus amores
és tudo o que quero na vida,
meu ramalhete de flores.
Dona de olhos tão lindos,
riso alegre, radiante.
Sabes aquilo que quer, és um
anjo.
Minha menina, mulher.
De tudo que a vida dá,tu és
a coisa mais rica,teu coração,
teu carinho para mim, é tudo que fica
cravado no peito meu, doce sorriso
da vida,que Deus de presente me deu.


Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E

As vezes a dor é tanta que o peito ameaça explodir, e eu quase acredito.

Então!Não tem aquele tipo de sujeito que fica falando sem parar. Que da vontade de você dizer: Mano! Rala o peito! Vaza... Risca... Some...
- Falei com um desses ontem. Rs rs rs.

Me perdi na poesia
Me perdi no teu abraço ligeiro
Me perdi na vontade de te ver
Me perdi naquele sorriso
No olhar que esconde um mundo inteiro
Naquele deboche
Nos traços do seu lindo corpo
Na forma de agir
Na forma de vê o mundo
Naquela vontade de te beija
Naquela vontade de por um minuto simplesmente não ligar para as consequências
Para o que vem depois
Para o que vão falar
Para os que vão se opor
Para o arrependimento
E se o clima ficar estanho
O silêncio matar nosso momento?
Mas...no fim são só palavras, pois quem dera eu ter coragem de dizer tudo isso a ela,logo eu.
Metade de mim diz que ela sente simplesmente uma atração, a outra diz que minhas chances são minimas, já a outra diz para desistir
As vezes precisamos quebrar o gelo e simplesmente se abrir
Mas sempre vem o depois, vem a reação dela e as vezes precisamos tanto de uma pessoa por perto que ocultamos sentimentos apenas para ela não se assutar e ir embora.
Eu pareço tão cafona e minhas experiências dizem que esse texto nem devia existir
Mas não sei me expressar, se não for por aqui.
Por que no final sou uma experiência de uma paixão mal resolvida.
Um poeta de coração barulhento

⁠Existem certos tipos de amores que não acabam, mesmo quando chegam ao fim. E o seu continua no peito: vivo e enraizado. Ardendo feito ferida.

⁠"O que, às vezes, me desespera
é fazer da vida uma
mera
quimera,
se o que não foi feito
é o que se fizera... "


Quem Dera (trecho) - in: De Peito Aberto