Arquitetura Arte
Sob o manto do céu estrelado a brilhar,
Nos campos verdejantes, Deus esculpe a arte,
Com pincel divino, cada flor é uma parte,
Do jardim da existência, colorido esplendor,
Refletindo a grandiosidade do Criador.
Sob o dossel do firmamento infinito,
Deus pinta constelações em deslumbre.
Os astros, mensageiros de Sua majestade,
Contam histórias celestiais com fidelidade.
No silêncio das noites, nas estrelas a cintilar,
Sinto a presença divina, a me inspirar,
Em cada raio de luz, em cada suspiro,
Deus se revela, o eterno suspiro.
Nas asas do tempo, voamos com fé,
Guiados pela mão do Criador.
Seu amor, como um sol radiante, brilha,
Na dança da vida, em cada respirar.
Que este poema, como prece a elevar,
Eleve nossos corações, ao divino olhar,
Pois em cada verso, em cada traço,
Deus se faz poesia, em Seu imenso abraço.
Nesta era turbulenta, onde a esperança alcança,
Caminhamos entre as sombras e a luz,
Refletindo a eternidade que em nós reluz.
Na alma, um eco de tempos imortais,
Um chamado do divino, com melodias celestiais,
Navegamos nas águas da existência efêmera,
Buscando Deus na jornada derradeira.
Em cada passo, um vislumbre do eterno,
Na riqueza da alma, um tesouro interno,
Gerações que buscam sentido e razão,
Na busca por Deus, na busca pela redenção.
Nos dias frenéticos, na correria sem fim,
A alma anseia por algo que vai além do confim,
No ruído do mundo, ouvimos Sua voz,
A nos guiar, a nos elevar para além dali.
A eternidade, como um horizonte distante,
Transcende o tempo, revela-se vibrante,
Somos seres temporais, mas a alma clama,
Por algo eterno, por Deus que nos inflama.
Ó juventude desta era turbulenta,
Caminhando no fio da existência lenta,
Em Deus encontramos a fonte da verdade,
A eternidade gravada em nossa realidade.
Que cada passo seja uma reflexão profunda,
Que nossa busca por Deus seja a mais fecunda,
Pois na conexão com o divino, na oração,
Encontramos a eternidade na efêmera estação.
A arte é catártica. É sonho, é respiro, passaporte para o extraordinário.Sem arte, o Ser implode, apenas sobrevive.
"O trabalho interior é a arte de desvendar os próprios mistérios, transformando feridas em sabedoria e sombras em luz."
Seja ela qual for,
arte se responde
sempre com arte,
Censurar jamais
fez ou faz parte;
Preserve a cultura
da tua Terra,
por ser a melhor parte.
Quem tem a voz da imprensa tem tudo. Mais espaço para a Arte e a Cultura na imprensa é o caminho para o Brasil resgatar a prosperidade perdida.
A resistência é uma arte que mora no silêncio, como pinceladas secretas sobre a tela invisível da vida, onde o que não se vê se transforma na mais imensa forma de força.
Com fascinação própria,
- arte e luz
Fui agraciada ao ver,
A Lua cor-de-rosa,
- maravilhosa
Beijando o mar.
Aos passos, tateando,
- experimentando -
E exortando a delícia
De contemplar a cena,
Que talvez não se repita,
O mar se deixando beijar.
A Lua ao beijar o mar,
- acabou beijando-me
E seduzindo-me,
Acabou enfeitiçando-me,
E completamente doce:
acabei entregando-me.
Não há como não pensar
em nós dois sem arte
A saudade é tripulante do coração
A noite surge cintilante
Singrando em mim
Não há como não pensar
em nós dois sem sorte
A vontade amante não passa
Desejos constantes
Insistindo sem fim
Não há como não pensar
em nós dois sem norte
Destarte vivemos de amor
Celebrando todos os dias esse fator
Nascemos com sorte
Vai precisar de muita arte mesmo para apagar da memória que todo o dia passamos por um ridículo diferente.
No entanto, é necessário democratizar o acesso aos materiais de arte, artesanato e música se este país quiser de fato resgatar a Cultura. Comprar qualquer material de arte, artesanato ou instrumento musical, custa os olhos da cara! Um assalariado não tem condições de comprar.
Hoje de maneira muito sacrificada as pessoas têm acesso à Internet. Aulas de arte, artesanato e música ainda não estão democratizadas, mas a Internet ajuda a quem deseja aprender e pode pagar pelo sinal de Internet.
A janela do quarto
com ares de poesia
e arte do espaço:
noite de Superlua
nublada, hipertensa
gelada e impulsiva,
Diz muito mais
do que infinitas
páginas de jornais.
É a tal insônia que
surgiu para pensar
no curso da vida,
E escrever com
o orvalho da manhã
um poema que fale
como oceanografia
e não falhe contra
a desgraça que por
anomia foi espargida.
O amparo poético de
não parar de acreditar
que no final da história
tudo haverá de voltar
ao seu devido lugar
tem sido como uma ilha,
Onde nós dois somos
os ilustres refugiados
deste humano barco
que pelos poderosos
foi naufragado de propósito.
Quem dera dominar
a arte da música,
para me salvar
de um mundo
que só se sabe gritar.
Sei, a poesia salva
mesmo silenciosa,
mas não é a todos
que de fato ela toca.
Ah, se eu soubesse
tocar no meio desta
humana tempestade,
onde uns depreciam
a própria liberdade.
Sei, a poesia me leva
para onde talvez
nunca vou estar:
lá nos raios de luar.
As minhas veias
são as ondas do mar,
e estão as sereias
que fazem você
o tempo todo pelo
meu nome clamar.
Ah, nesta onda ruim
não vou mergulhar!
O tempo vai melhorar
e o céu se abrirá
ao nosso amor que virá.
