Aquele que Nao Luta pelo que quer

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⁠Nossos sonhos morreram lutando pela vida a caminho do imaginário hospital! Ninguém socorreu a tua causa, o teu ideal! Fugiram todos! Não sobrou nenhum! Às vezes o povo luta e corre e não chega a lugar algum!... O povo luta e morre e sem saber cria o seu próprio inferno! Mas se for para morrer que seja numa tarde fria de inverno! Aqui já não importa o que eu faça, A hora me tortura e não passa! Sou apenas mais um! O sábio já dizia:Nada custa mais caro do que aquilo que nos é dado de graça! Qual é a tua maior certeza!? O que lhe causa pavor?... A quanto tempo você já não fala de amor?... Há quanta dor acumulada em teu peito!? O que ainda pode ser feito para remediar o que ficou?!... Ontem você chorou... Chorou a tarde inteira! E deixou queimar na santa fogueira as tuas dúvidas que eram tão verdadeiras!... E ninguém se importou! E não apareceu nenhum amigo! E você então decidiu andar sozinha em meio aos perigos! Mas chegou um momento em que você não suportou tantas coisas e se jogou de braços abertos! Porque você não esperou? - Talvez a vitória estava tão perto!... Foi um pequeno passo que se tornou um grande salto para a liberdade!... Mas enfim, você finalmente abraçou a eternidade!...

Inserida por WendelBonatti

⁠É urgente reagir se realmente desejamos integrar a sociedade brasileira de modo que, num futuro próximo, ser negro no Brasil seja, também, ser plenamente brasileiro no Brasil.

Milton Santos
Ser negro no Brasil hoje. Folha de S.Paulo, 7 maio 2000.
Inserida por pensador

Existe dia de perseguir e dia de ser perseguido, mas o que importa mesmo é sobreviver, nenhum dos dois fará alguma coisa depois de morto.

Inserida por israellopess

⁠⁠Ser homem é lutar por quem você ama
E aguentar sem reclamar

Inserida por G4L1L3U

⁠Cada um, esta ocupado. Lutando as suas próprias guerras.

Inserida por RSilvaEscritor

⁠Será possível, será suficiente que a nossa coragem possa enfrentar essa autodestruição?

Eu posso responder apenas por respostas contingentes, porque se eu fizesse uma resposta necessária, eu cairia apenas numa fé e não estaria me colocando numa posição filosófica. É possível que sim e é possível que não.

Mas entre essas duas possibilidades, nós podemos escolher a daqueles que creem que é possível que sim. E então nós podemos também nos comprometer em atuar dentro dessa possibilidade.

Se malograrmos, ficará, pelo menos, dentro de nós, a satisfação de havermos cumprido o nosso dever e de termos realizado uma possibilidade nossa.

E se amanhã houver outro ser inteligente que possa saber da nossa história, poderá olhar para aqueles que amaram a coragem e que tiveram o gesto heroico de lutar contra a própria autodestruição com respeito por esses homens.

Nós podemos nos engajar deste lado, já que estamos numa época em que todos querem se engajar. Então vamos nos engajar, mas para o lado construtivo, para o lado do bem, para o lado que lance uma nova esperança, que creia em valores superiores e que não proclame de antemão a sua derrota, porque então ela é uma dupla derrota; é a derrota daqueles que nem sequer combateram, daqueles que nem foram para o campo de batalha enfrentar o seu inimigo.

Inserida por FJE2010

⁠Nas relações humanas, quando a esperança no outro se vai, vai com ela a vontade de querer estar.

Inserida por alicycristina

⁠Quando a batalha for inevitável
Temos que atacar primeiro!

Inserida por G4L1L3U

⁠Os sonhos são lindos. Mas, conquistá-los, requer vencer os desafios.

Inserida por mariopires

⁠A vida é feita de lutas, de altos e baixos, a unica coisa que devemos manter sempre é a nossa fé em Deus e nos nossos sonhos.

Inserida por betxolass

Luto pelo seu sorriso

Inserida por otiagom

⁠A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere

Inserida por julianokimura

⁠Coragem e determinação são as chaves que nos impulsionam a seguir em frente, transformando desafios em oportunidades e sonhos em conquistas.

Inserida por MercioFranklin

⁠Felicidade é pode lutar pelo seu sonho!

Inserida por TAMMYLALIER

"⁠Ciente da vitória, sigo em frente
Vou por terra, céu e mar"

Inserida por G4L1L3U

⁠Todos os dias, são um dia a menos!

Inserida por Jajamarcelino

⁠Existem dois tipos de lutas nessa vida: aquela que Deus te deu e aquela que Ele mandou você se livrar.

Inserida por JaneSilvva

⁠Corremos maquiadas, porque cada treino pode ser uma batalha!

Inserida por Bacic

⁠O CARENTE
Entre as sombras dos desejos alheios,
Dança o carente em laços de vento,
Tateia sonhos de afeto, em gotas de orvalho, borda devaneios,
Em busca de um toque, de um abraço, de um consentimento.

Na penumbra suave de olhos que o negam,
Ele curva-se e molda-se na espera que é vã,
Não vê que a dor que o cerca e cega
É o reflexo frio da alma afã.

E o manipulador, maestro de silêncios,
Toca subtil as cordas do medo e da solidão,
Tece promessas que, como véus de incenso,
Dissipam-se no ar, sem forma ou direção.

O carente, perdido na fúria que calafrios lhe faz,
Não percebe que a prisão é leve, feita de ar,
Que no abandono é o outro que lhe rouba a paz,

Esta ironia amarga e silenciosa,
Onde o espelho engana os olhos marejados
Quem procura aprovação tão ansiosa,
Encontra um eco de corações fechados.

O amor próprio, joia oculta em si,
É o farol esquecido num porto de amor,
Enquanto se ajoelha a quem não quer ouví-lo,
A liberdade jaz, oculta em seu valor.

E o manipulador, ávido devorador de almas,
Sacia-se da fragilidade de quem amor lhe implora,
Mas, no fundo, a sua fome que aos demais causa traumas,
É de um parasita que tudo devora.

Doce tragédia de vultos entrelaçados,
Num teatro de sombras e desatino,
Onde a dor é cantada em fados,
E brincar com os sentimentos do outro, um perpétuo destino.

E assim dançam, como folhas ao vento,
O carente e o que o controla em segredo,
Até que o despertar seja um lamento,
E as correntes se desfaçam, sem dó nem medo.

Mas há uma força, latente, escondida,
Quando o carente por fim se olha
ao espelho,
A rejeição não é mais ferida renhida,
mas sim, o voo final, o adeus ao velho.

Então ele ergue-se, sem nunca mais se curvar,
Agora a sua busca não é por rostos, nem gestos vazios...
No brilho dos olhos que acabam de despertar,
Vê-se a liberdade, num coração que não é mais dos gentios.

E assim o jogo termina, não com gritos,
Mas com o silêncio da alma sabia, que por fim aprendeu,
Que a verdadeira luta não está nos conflitos,
Está em aceitar-se o que se é,
E não chorar o que se perdeu.

E no fim, o manipulador, solitário ao espelho,
Vê apenas o vazio que ele próprio bordou,
Sua arte, pintada num traço vermelho,
Nada construiu, apenas se desfez, e então... se finou...

T. M. GRACE

Inserida por t_m_grace_autora

⁠Depois de passarmos por um deserto, nunca mais seremos os mesmos.

Inserida por Steffanysouto95