Aproximação entre Pais e Filhos

Cerca de 12461 frases e pensamentos: Aproximação entre Pais e Filhos

⁠Amar a sua pátria é tão natural quanto amar seu pai ou sua mãe – afinal, seu país te nutre, te protege e, de muitas maneiras, molda quem você é.

William J. Bennett
Bennett, William J.; Cribb, John T.E.. The American Patriot's Almanac: Daily Readings on America (2013).
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Inserida por pensador

⁠A convicção que sempre tivera de ser o Brasil o primeiro país do mundo e o seu grande amor à pátria eram agora ativos e impeliram-no a grandes cometimentos.

Lima Barreto
Triste fim de Policarpo Quaresma (1915).
Inserida por pensador

⁠O Brasil é o país onde o que manda é a inversão de tudo, aqui; bandido tem fã-clube, virá defensor da família, religião e moralidade, e pobre vota neles se declarando ser de direita.

Inserida por LeoPoeta

⁠Quem acha que o jornalista não merece uma boa remuneração quer ver seu país mergulhado na corrupção, na tirania e, secretamente, deseja a ditadura.

Inserida por quimbanda

⁠Meus pais ainda não entenderam o por que eu quero tomar essas decisões. Ainda não conseguem enxergar que a muralha impenetrável precisa de só mais uma batalha pra desmontar por completo e ai será o fim. Eu só quero cuidar de mim e respirar e viver mesmo que isso custe quem eu sou eu não vou perder essa batalha.

Inserida por lagrima_sorridente

⁠Um conselho que meus pais sempre me deram é: “Mostra teu skate e se diverte”. E é isso que eu tento fazer sempre.

Rayssa Leal (skatista)
Andrade, Júlia. Rayssa Leal revela frase dita pela avó que usa para proteção antes de competir. Quem, 15 jul. 2024.
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Inserida por pensador

"⁠Pais dedicados dão oportunidades, pais sábios compartilham sua essência. É através do exemplo pessoal que se constrói o legado mais valioso: o de um ser humano pleno e consciente."

Inserida por diegoferrariterapia

⁠Um país que pretende se tornar uma nação não deveria obrigar os cidadãos(ãs) a votarem em seus candidatos financiados com o dinheiro do erário público sob a pecha de democracia.

Inserida por recollyer

⁠Sabe o que a cidade de São Paulo tem mais que todo o resto do país?

Inserida por enfimsemtwitter

me disseram que eu podia escolher qualquer profissão do mundo , menos atriz
qualquer país para morar , menos o Brasil
qualquer cidade para morar , menos o rio de janeiro

Inserida por sophia_kotikoski

⁠Feliz dia das crianças! 12/10/2024
O exemplo dos pais é a cartilha mais poderosa do mundo.

Inserida por Odairalves

⁠Foca nos teus objetivos. Os nossos pais não são eternos.

Inserida por SPESPE

⁠Se os seus pais utilizaram uma lanterna para iluminar o teu caminho até a adolescência, proporcionando boa educação, lazer, alimentação etc., e você não valorizou, o culpado não serão os seus pais, e sim você. Certamente a frustração será dos seus pais, mas a CONSEQUÊNCIA negativa será sua. Sendo este o seu caso, ainda há tempo para mudar.

Inserida por Ademarborba46

⁠O modelo atual de segurança pública no país mais parece com uma fanfarra na disputa por espaços de holofotes; há uma inexorável invasão de atribuições; o que importa agora são as mídias corporativas de visibilidades cabotinas; todo mundo quer investigar e aparecer para a sociedade; ninguém quer apurar o mequetrefe; todo mundo quer investigar fatos que causam promoção social e pessoal; nessa bagunça generalizada quem paga a conta é o povo; e viva o caos, a insegurança, a anomia e a sede narcisista.

Inserida por JBP2023

⁠"O Brasil se esforça apenas para parecer um país de primeiro mundo. Ele é como as casas nas favelas dos morros e periferias, que também recebem um mascaramento ao serem chamadas de comunidade: podem ser feias por fora, mas ninguém sabe o que há dentro. Assim, todos são nivelados pela aparência, sem considerar o que realmente existe no interior."

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠A casa de nossos Avós,
ou a casa de nossos Pais,
sem eles perdem o encanto,
nem deviam existir mais.
Lá, morre-se todos os dias,
sem um minuto de paz.

Inserida por sildacio_matos_filho

⁠TODAS AS FORMAS DA ESCRAVIDÃO
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Desde que somos país, já estava aqui este povo,
contraparte de sua carne, de sua alma e seus valores.
O último deles aqui chegou – proibido, em contrabando.
As correntes – do mar e ferro – trouxeram-no quase ao fim
da forma antiga da escravidão.
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Talvez fosse mulher, talvez homem...
Vou supor seu retrato: porém, jamais revelado;
vou pensar o seu corpo: ferido-acorrentado.
Para nome, darei Maria,
para não dizer que é João.
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Vocês queriam canções: doce-brancas como açúcar...
Mas, do oceano que lambe as praias, eu só quero falar destas gentes:
dos males que lhes fizeram, do pouco que lhes demos, do tanto
que lhes devemos
(vou me ater, no entanto, a Maria – aos seus filhos e pentanetos
Vou lhes seguir cada passo, geração a geração).
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Deste povo, “Todas e Todos”,
todos nós temos um pouco.
Levante a primeira gota quem souber ou achar que não,
e depois disso se cale, ou se vá para a Grande Casa,
se não se sentir como irmão.
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Primeiro nasceu Pedro, já depois da Abolição.
Filho enfim liberto de Maria, quase ficou famoso
por ser primo do já célebre Operário em Construção.
Mas não encontrou trabalho,
e, por isso, roubou um pão.
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Foi linchado em via pública
por gente de bom coração,
e isso na mesma época, em que num país mais ao norte
– entoando canções patriotas – matava-se à contramão.
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Pedro, coitado, nascera
na Era dos Linchamentos.
Já longe, entregue ao rio dos tempos,
ia-se a Era Primeira – a da velha Escravidão.
Ao norte, matava-se à farta – aqui, por um pouco de pão.
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Mas então nasceu Jorge – de uma nova geração.
Chamaram-lhe para uma guerra, para defender o país
dos tais fascistas que nos queriam impor outra escravidão.
Como neto tão direto de Maria, não lhe deram qualquer patente,
mas lhe atribuíram missão: deveria buscar minas (quando fosse a folga
de ser bucha de canhão).
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Em um passo em falso, pisou na morte!
Não teve sequer a sorte – o bravo soldado forte –
de merecer uma Missa Breve, ou de ganhar um monumento
(“É um pracinha desconhecido, de fato, mas não é da cor que queremos;
o mármore que temos é branco, passemos a honra ao próximo:
eis aqui a solução”).
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Iam-se os tempos da Escravidão,
fora-se a Era dos Linchamentos,
acabara (de acabar) a Idade da Desrazão.
Abria-se novo momento: A Era-Segregação!
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Datam de então as Favelas
tão próprias para todos; mas especialmente talhadas
para os bisnetos de Maria.
E ali, no calor de um dia,
nascia o nosso João:
finalmente um João!
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Pouco sabemos dele
por falta de documentos.
Dizem que morreu das meninges
no mais duro chumbo dos anos tristes,
na época em que a doença – proibida nos jornais –
aceitava a segregação.
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Só sabemos que foi pai
do Trineto herdeiro de Maria.
Este, por falta de qualquer emprego,
e por vergonha de pedir esmola,
tornou-se um bom ladrão.
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Roubava dos ricos para dar a pobres,
ainda que nem precisasse tanto:
seu destino já fora traçado,
indiferente à profissão,
nesta Era da Prisão.
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Também ele deixou filho
– o brilhante e sábio Tetraneto de Maria –.
A vida deste bateu na trave: quase recebeu a cota!
Mas então soube que já chegava
a Era da Assombração.

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[BARROS, José D'Assunção. publicado na revista Ensaios, 2024].

Inserida por joseassun

⁠O caos nas mentes dos pais gera um ciclo vicioso que atinge níveis mais amplos da sociedade, como se a desordem individual tivesse repercussões coletivas.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠A ideia é que o comportamento e a mentalidade dos pais refletem diretamente na criação de cidadãos e, por consequência, na saúde social e moral de um país. Portanto, famílias fortes e equilibradas são essenciais para uma sociedade saudável e próspera.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Quando os pais, que têm o papel de guiar e educar as futuras gerações, não fazendo é porque apresentam mentes desordenadas e descontroladas, isso pode ter um efeito negativo profundo, desestabilizando tanto as famílias quanto a nação.

Inserida por Marc7Carl6Rod9