Aprendi que se Aprende
Aprendi com os meus erros que o valor do meu silêncio e da minha concentração é muito maior do que insistir erradamente pelos meus sonhos;
E entendi também que ninguém mais que você para fazer o real acontecer... Lutar e realizar...
Não exijo o que não posso ter nem muito menos o amor de ninguém... Eu posso apenas dar razões para que pessoas se sintam a vontade de está ao meu lado... E as devidas paciências transformam sonhos em realidades;
As lições que aprendi com a vida que tudo é experiência... Tudo passa, nada como um dia após o outro;
Aprendi com a vida que nada tem fim, pois quando acho que acabou é por que apenas está se renovando...
Surge então um novo caminho no qual devemos explorar e conhecer para provar a mim mesmo que se deve sempre buscar a felicidade...
Aprendi que o valor da simplicidade é o bem maior que uma pessoa pode ter. Não o dinheiro ou os bens materiais. Tenha humildade no seu coração para que entendas uma lágrima e seu significado. Ame e deixe ser amado, pois nesse caminho de espinho o amor é uma bela arte, difícil para quem não consegue ser artista.
Divino topetinho-vermelho
que posou na árvore
do meu caminho de sempre,
Aprendi com você
a ter leveza e ser valente.
Como filha de gaúcho,
aprendi com meu pai
quando ele era jovem
a ser filha do tempo
e dos Pampas,
Fazer um churrasco,
preparar um Chimarrão,
domar um cavalo
e honrar a tradição
do Rio Grande do Sul
com todo o meu coração.
Aprendi a receita
de Galinha Encilhada,
É tempo de festas
juninas e até fazer
uma festa onde se
menos imaginava
O importante é manter
a alma animada.
Com a amiga poesia
aprendi a buscar
como lidar com o erro
e com o acerto,
Cada um de meus
Versos Intimistas sempre
são uma nova surpresa
até debaixo de chuva,
Mas o quê eu gosto
mesmo são das noites de Lua.
Aprendi fazer Beiju
foi é com Amao,
Ninguém sabe notícias
da nossa Amao,
Só sei que o meu
coração não desiste
fácil de alguém como tu,
Poema meu do Norte
ao meu amado Sul.
Aprendi a fazer
o Arroz de Aussá
de outrora,
Traga Banana Prata
para a nossa
sobremesa,
Porque é assim
que se escreve
a dois: o poema.
Me preocupo se ainda não aprendi a amar e me perdi das esperanças, mas ainda tenho minha fé e clamor, para que o vento leve o meu pedido para o coração que me queira;
Ainda choro os meus erros que ainda insistem me invadirem pelas minhas buscas que não encontram o certo;
Não vejo erros quando tropeço, mas sim entendo que aprendi da forma mais difícil para que ao decorrer do meu caminho eu possa encontrar minha solução;
Nunca fui escravo de amor algum, mas viajando por corações um tanto calejados aprendi que é preciso reconhecer o pesar das virtudes em outros braços;
O meu céu já nem é tão estrelado, quase parecendo perdição que parecendo pelo avesso se fez coisas bonitas que nos fez contar um para o outro;
Aprendi que não é desperdício lutar com certo exagero... Pois a vitória sempre vem com gostinho de dever cumprido;
Ainda não aprendi a viver
Por quê? A vida é uma arte
E eu não me acho um artista
Com minha pobre interpretação
Tenho medo de que eu não aproveite
O longo e curto intervalo até que se feche as cortinas;
Com tantas frustrações aprendi que o amor é necessário ser vivido
E não sentido com o mínimo de palavras que muita das vezes
É ilusória para com o nosso coração;
Só sei que poeta sou e ainda não consegui amar;
Não aprendi o significado de amar alguém, sendo ou não a importância de uma história;
Nessa vida aprendi de um tudo, mas do que ainda não aprendi fora desistir de lutar... Ou até mesmo me entregar!
