Aprendi que Nao Importa
Não estamos preparados nem para a vida e nem para a morte. Apenas vamos nos adequando aos acontecimentos que vem ao nosso encontro diariamente.
Somos pequenos quando não pensamos grande. Somos grandes quando vivemos sem medo. Somos verdadeiros quando há grandeza de espiritualidade dentro de nós.
A CONTABILIDADE INVISÍVEL DAS VITÓRIAS SILENCIOSAS.
Há batalhas que não deixam cicatrizes visíveis, mas que redesenham, com rigor quase imperceptível, a arquitetura íntima da alma. São lutas travadas no silêncio da consciência, nos intervalos entre um suspiro e outro, onde ninguém aplaude, ninguém registra, e ainda assim tudo se decide.
A vida não se compõe apenas de grandes feitos narráveis, mas sobretudo de resistências discretas. Cada manhã em que se levanta o espírito fatigado e, ainda assim, decide-se continuar. Cada pensamento sombrio que é contido antes de tornar-se palavra. Cada renúncia feita em nome de algo maior que o próprio desejo imediato. Essas são vitórias que não entram em livros, mas sustentam destinos inteiros.
Há quem se julgue derrotado por não enxergar conquistas grandiosas, quando, na verdade, já venceu guerras inteiras contra si mesmo. Superar uma má inclinação. Dominar um impulso destrutivo. Permanecer íntegro quando seria fácil corromper-se. Isso exige uma coragem que raramente é celebrada, mas que possui um valor ético e espiritual incomensurável.
A memória humana, por vezes, inclina-se ao peso das perdas, negligenciando a soma das resistências bem-sucedidas. Contudo, se fosse possível registrar com exatidão cada momento em que não se desistiu, cada ocasião em que se escolheu o bem em detrimento do caos, perceber-se-ia que a existência é menos um campo de fracassos e mais um território de conquistas silenciosas.
O progresso verdadeiro não se manifesta apenas no que se alcança externamente, mas no que se supera internamente. Aquele que hoje mantém a serenidade onde outrora havia desespero já percorreu uma distância imensa. Aquele que aprende a suportar, compreender e seguir adiante já se elevou acima de inúmeras adversidades invisíveis aos olhos alheios.
Ignorar essas vitórias é cometer uma injustiça contra si mesmo. É obscurecer a própria trajetória e negar o valor das próprias escolhas. A alma que reconhece suas lutas vencidas fortalece-se, pois passa a compreender que possui, dentro de si, recursos que outrora julgava inexistentes.
"Mensagem final"
Recorda-te com sobriedade e firmeza. Já atravessaste dias que julgavas impossíveis. Já suportaste dores que acreditavas insuportáveis. Já venceste batalhas que ninguém viu, mas que definiram quem te tornaste. Não te subestimes diante do caminho que ainda se impõe. Há em ti uma força comprovada pela própria experiência. E é sobre essa verdade silenciosa que se constrói toda grandeza futura.
" E no fundo desse abismo, não há encontro. Apenas a permanência de quem caiu primeiro e nunca mais encontrou o chão. "
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
O problema dos arrogantes é a "síndrome da abelha", querem ser rainhas, mas não passam de meros insetos.
O pior cego já não é aquele que não quer ver, mas aquele que acha que vê. Não querer ver é opcional, achar que vê é estupidez.
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Saibamos aproveitar o primeiro domingo do ano para não termos a insolência de culpar a primeira segunda-feira pelo cansaço das comemorações.
Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.
Não costumo me encontrar com todos que amo no Natal, mas sempre que me encontro com quem amo, costumo encontrar o Natal.
