Aprendi que Nao Importa
Amor!
Amor não é algo que se dá, é
algo que se exala.
Já existe dentro de você — e não se limita a um relacionamento amoroso.
Cabe em qualquer situação.
Existem momentos na vida em que ninguém deveria se sentir só,
e nessas horas, não importa de quem venha o abraço de conforto.
Mas depois, você reflete e percebe:
talvez esteja no lugar errado, com a pessoa errada.
Porque, se quem deveria te abraçar, enxugar as lágrimas
e tentar te fazer sorrir não teve essa sensibilidade —
aquela que muitos teriam até com um estranho —
então algo precisa ser revisto.
Amar foi inevitável...
Embalando um sentimento que cresceu sem fazer alarde.
Essa pessoa não é de se declarar à toa, mas aos poucos foi percebendo que você se tornou parte da rotina — um apoio emocional muito importante.
Existem pequenos gestos que vêm anunciando esse amor muito antes das palavras.
As palavras são apenas um sacramento, selando tudo isso.
E mesmo sem perceber, você também foi se entregando a essa construção. Há algo sendo edificado...
Já era amor há tempos.
O silêncio entre vocês não era desconfortável — era cumplicidade.
Está nascendo uma certeza dentro dessa pessoa, uma certeza tranquila, madura, sem pressa.
Não se trata de uma paixão avassaladora, mas de uma presença que faz sentido.
E amar, nesse caso, virou consequência do dia a dia.
Já fazem alguns meses que vocês compartilham uma troca, uma intimidade... algo juntos.
O amor é uma energia, uma essência que transcende.
E isso vem sendo construído, tijolo por tijolo.
O tempo que vocês passam juntos vem fortalecendo algo sólido, silencioso, mas totalmente real.
Essa pessoa já percebeu: o jeito como você olha, a paciência que demonstra, a presença constante — tudo isso tem um peso emocional que ultrapassa qualquer amizade ou envolvimento casual.
Ela sente que te amar é inevitável, porque é ao seu lado que ela se torna melhor: mais calma, mais segura, mais confiante.
Você virou o lar emocional antes mesmo de qualquer rótulo, entende?
E mesmo que ainda não tenha expressado em palavras, ela já te ama.
O que falta é apenas a coragem de dizer.
O “eu te amo” vai sair — e você vai saber que é sincero.
Vai marcar um antes e depois.
Porque, uma vez ditas essas palavras, vocês vão sentir que algo se consolidou.
Algo que o tempo preparou e que agora se revela, dando início a algo muito mais forte.
Essa pessoa já te salvou.
E quando digo que te salvou, é porque foi muito importante em um momento de tempestade emocional na sua vida.
Foi assim que essa convivência foi crescendo.
Ela já te ama — e já te viu nos momentos mais complicados.
Isso é prova de amor: quem não pula do barco na primeira tempestade é o tipo que não explode — ele floresce a cada dia, no gesto mais banal, no toque mais simples, no olhar mais presente.
Você vai perceber que era exatamente o que procurava.
Porque há maturidade, equilíbrio, entendimento...
Vocês vão construir algo grandioso juntos, sentimentalmente falando.
O amor, quando é verdadeiro, vem sem aviso — e transforma tudo ao seu redor.
Tarot, Clarividência on-line
A arte que não se cala
- Biografia
Sou pedagoga e encontro nas crianças o encanto que renova o meu olhar sobre o mundo.
Acredito que o aprendizado floresce quando é regado com afeto, imaginação e brincadeira. Por isso, faço da ludicidade a minha forma de ensinar — e de tocar corações.
Nas palavras, encontro um abrigo.
Escrevo sobre o amor, a vida, os relacionamentos e a superação — temas que me atravessam e me inspiram.
Minhas frases são pequenos espelhos da alma: falam da intensidade dos sentimentos, da beleza que existe na simplicidade e da importância de enxergar além das aparências.
O amor, em suas múltiplas formas, é presença constante.
A vida, vejo como um ciclo de aprendizado e recomeço.
Nos relacionamentos, busco a delicadeza da conexão e o valor do respeito.
Na superação, encontro a força de seguir mesmo quando a alma se cansa.
E nos olhos, descubro portais — janelas que revelam o que as palavras, às vezes, não conseguem dizer.
Escrevo para quem sente.
Para quem busca sentido.
E para quem, assim como eu, acredita que há beleza em recomeçar — e poesia em cada olhar que se abre para o mundo.
"Você pode manter alguém em cativeiro por toda a vida, desde que ela não saiba. Mas, no momento em que descobrir, tentará fugir. E enquanto não conquistar a liberdade, não encontrará paz — mesmo que isso lhe custe a vida. Não é teimosia, é instinto."
Festa da Caneta!
Para o meu querido e amado Ian!
O tempo passa…
Mas não precisa correr…
Ainda temos muito para aproveitar e aprender!
Hoje é dia de comemorar a tão sonhada Festa da Caneta!
Meu amado filho, Ian,
há coisas que só os pais conseguem entender…
O quanto é emocionante ver seu baby crescer.
Faça da caneta a sua aliada, a sua espada e, principalmente, o seu escudo…
Pois ela estará presente nos seus melhores e mais importantes momentos:
na sua identidade, na carteira de motorista, no passaporte… e até no visto.
Treinamos a vida toda para ter uma letra bem bonita,
mas a caneta sente a nossa alma e, dependendo da situação,
sai tortinha, pequenininha ou bem grandona…
E, quando a emoção aperta, a letra fica bem “tremida”…
Mas é assim a nossa vida:
enganamos a todos…
mas a caneta, não.
Ela deve estar ligada diretamente ao coração.
Por isso, vá com calma, dê sempre o seu melhor e,
quando chegar a hora
de assinar os resultados,
a Dona Caneta estará ao seu lado.
Acreditamos em você
e desejamos que seja imensamente feliz
em todos os momentos da sua vida!
Cotas
As cotas é o sim
Do preconceito enraizado...
Aquele que não é ensinado...
Mas que as crianças aprendem só de ver...
De sentir...
“— Eu não te liguei,
e nem vou te ligar…
Não há porquê.
Somos dois chips
no mesmo celular:
mesma linha,
mesmo sinal,
mesmo querer.”
SaMarSi
Eu sei quem sou.
A sua opinião não é necessária.
Não escrevo para receber curtidas.
Basta que leiam.
Quero provocar.
Mexer onde ninguém toca,
onde o véu permanece
e a ilusão toma conta.
Quero apenas que saiam
da zona de conforto
e encontrem o “eu” oculto.
Se você leu
e se incomodou, de alguma forma,
com o que escrevi,
então eu consegui
o que eu queria.
A Borboleta Azul
Ela tem tantos poemas…
Que eu nunca imaginei.
Muitos já a viram…
Não fui só eu.
Li vários significados,
não sei se todos são verdade.
Alguns, eu gostaria que fossem…
Outros, talvez.
O que eu sei é que
foi uma sensação maravilhosa —
algo mágico.
E não sei se mereço
o direito de presenciar
um milagre assim.
E isso me assusta.
Penso: “Quem sou eu
para viver todo esse encanto?”
Um pequeno grão de areia…
E, incrivelmente, é real.
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade…
ela pousa em mim.
Meu coração se renova
e se enche de uma alegria inexplicável.
Me sinto completa.
Me sinto num mundo de fantasia,
de faz de conta.
Ela levanta voo,
dança feliz…
E em nenhum momento
pensei em detê-la.
Porque a maravilha
é a vida,
e está em ser livre.
Penso que talvez
seja um sonho
do qual eu nunca quero acordar.
Não vi só beleza…
vi magia.
Abaixo a cabeça novamente
e, humildemente, agradeço.
Obrigada, Borboleta Azul.
Obrigada, meu Deus.
Eu te amo!
Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.
REPRESENTATIVIDADE?
Não ensino à minha filha representatividade.
Ensino personalidade.
Porque ela é livre.
Livre para ser quem é,
sem pedir permissão.
Ser negra não está no cabelo.
Está no DNA.
Não é fantasia que se veste
nem papel que se interpreta.
Uma árvore, mesmo transformada,
nunca deixa de ser árvore.
O DNA não se apaga.
A personalidade se constrói —
com amor, cuidado e liberdade.
Quem é inteiro
não se curva a modismos
nem aceita correntes disfarçadas.
Escravidão,
em qualquer forma,
já ficou no passado.
Inclusão
Inclusão não é entrar no mundo dos outros;
é entrar no mundo dela.
É compreender, respeitar seus silêncios,
acolher seus gostos, suas atitudes, seus limites…
É enxergar o seu mundo através dos meus olhos.
Louca por você!
Os sentimentos se sentem,
não se explicam.
O amor não é um problema,
é caminho.
Por você, desprezei meus preconceitos,
lancei ao ar a minha sensatez,
esqueci velhos defeitos
e renasci outra vez.
Te amo não pelo que você faz,
mas pelo que acontece em mim
quando te vejo.
E o que eu sinto eu não consigo explicar.
Só sei que um calor sobe pelo meu corpo
e me deixa louca.
Louca por você!
Entre dois mundos
Não sou do tipo “normal”.
Mas eu sempre tive histórias
que não cabem no comum.
Logo depois da adolescência,
vivi algo que nunca esqueci.
Acordei…
ou achei que acordei.
Levantei da cama
e caminhei até a porta do quarto.
Tentei abrir.
Uma vez.
Duas.
Várias…
Nada.
Foi então que, sem entender,
olhei para trás —
e me vi.
Deitada.
Dormindo.
Havia duas de mim no mesmo espaço:
uma presa no corpo,
outra presa no quarto.
Me aproximei devagar…
como quem teme atravessar um espelho.
Tentei me acordar —
toquei, chamei…
mas era como tentar alcançar o vento.
Voltei até a porta.
Insisti mais uma vez.
Nada.
Então desisti.
Voltei para a cama.
Sentei ao meu lado
e, meio irritada, meio rendida, falei:
— Já que não consigo sair…
vou ficar aqui,
esperando você acordar.
E esperei.
Sem saber o que havia lá fora,
sem saber se alguém poderia me ver,
sem saber, sequer,
onde eu realmente estava.
Depois…
acordei.
Como se nada tivesse acontecido.
Mas, aos poucos,
as lembranças foram voltando —
como ecos de um lugar
onde ainda existo.
Nunca entendi
por que fiquei presa naquele dia.
Mas entendi outra coisa:
eu vou.
Vou a lugares,
tempos,
dimensões…
E, às vezes,
nem preciso estar dormindo.
Sempre vivi
entre dois mundos.
E, por muito tempo,
tentei negar isso.
Fingir.
Me encaixar.
Ser outra.
Hoje, não.
Outro dia, disse
a uma das minhas Pessoas Favoritas:
— Eu sou assim.
Ou me aceita…
ou não.
Ela ficou.
E, desde então,
não questiona mais —
admira.
Talvez porque, no fundo,
todo mistério só assuste
até encontrar
quem não tenha medo de olhar.
E eu aprendi:
não existe calmaria
sem a coragem da verdade.🌙
Forma de sentir
Não sei dizer se o que escrevo é
poema ou poesia…
acho que só sigo o que o meu coração diz.
É expressão em estado bruto.
Talvez uma prosa poética —
quando narrativa e poesia se misturam
até não dar mais para separar
onde termina uma
e começa a outra.
Eu não me preparo para escrever —
eu sinto…
e as palavras vêm.
Às vezes em silêncio,
principalmente quando estou ansiosa,
triste ou nervosa,
elas vêm em rimas,
como se a vida,
por um instante,
virasse melodia
só para me confortar.
Como um drama,
um conto
ou romance antigo —
talvez de filmes
ou de uma época desconhecida.
Escrevo quando algo transborda,
quando aperta,
quando precisa existir
fora de mim.
As palavras apenas saem —
e eu as escrevo.
Não sigo regras,
não penso demais…
apenas deixo acontecer.
As frases vêm como ondas:
às vezes calmas,
às vezes quebradas,
às vezes interrompidas…
como quem respira fundo
ou engasga com o próprio sentir.
Dou saltos —
de assunto,
de emoção —
como batidas irregulares
de um coração apaixonado.
E, muitas vezes,
quando termino,
leio de novo
com um certo estranhamento —
como se não tivesse sido eu…
mas, ao mesmo tempo,
sabendo que nunca fui
tão autêntica assim.
Talvez não seja texto.
Nem poema.
Muito menos poesia.
Talvez seja só
o meu jeito de sentir
ganhando forma. 🌙
Luz que não se apaga
Lana e Ian,
um dia eu me escondi
para caber no mundo…
diminui quem eu era
para não incomodar.
Mas vocês foram criados diferentes.
Eu fiz o possível para que fossem pessoas radiantes,
confiantes e com personalidade...
A vida, às vezes, ensina pela dor —
mas eu peço a Deus
que vocês aprendam pelo amor.
Que a fé de vocês nunca se apague,
que a bondade não endureça
e que os seus corações
sempre reconheçam o que é verdadeiro.
Que rezem e agradeçam sempre.
Que orem pelas pessoas
e por todos os seres vivos,
para que fiquem sempre bem
e protegidos de todo o mal...
Nunca deixem de acreditar nas pessoas,
nunca guardem rancor
e ouçam os seus corações.
Que, com o tempo, aprendam
que as coisas ruins existem
para algo ainda maior...
Enfim, eu criei vocês para brilhar.
Que sejam sempre luz na vida de alguém.
Então, levantem sempre a cabeça,
estufem o peito
e andem como donos do mundo.
Não se diminuam.
Nunca.
Quem ama vocês de verdade
não caminha ao lado limitando —
corre para acompanhar.
E, se algum dia tudo parecer incerto,
olhem para dentro…
é lá que Deus sussurra.
No Reino de Deus,
nada se abaixa para caber —
só entra quem vibra na verdade.
Só quem for realmente capacitado fará parte.
Então, meus filhos, não se apaguem.
Brilhem e, simplesmente, sejam felizes...
Sabendo que sempre fizeram o melhor que puderam.
Eu amo vocês!
Edineurai SaMarSi
Seu filho - em outra família
A vida espiritual não tem volta.
Uma vez sentida…
você nunca mais é a mesma.
Talvez você não entenda agora —
mas o que é seu… encontra um caminho.
Sempre encontra.
O texto diz que volta como neto.
Mas eu sinto que pode vir antes…
em qualquer rosto,
em qualquer criança que cruza o seu caminho.
Sem anúncio.
Sem milagre visível.
Só presença.
E, ainda assim…
você reconhece.
No meio de mil,
é aquela.
Algo chama.
Algo pulsa.
Algo sussurra: é ela.
E você escolhe…
de novo,
e de novo,
mil vezes, se for preciso.
Porque o amor —
quando é de verdade —
não precisa de explicação.
Nem de forma.
Pode vir em
uma criança especial ou
de outras maneiras
não convencionais.
Você vê traços,
marcas,
gestos…
um pedaço seu
em alguém que não te pertence.
E, mesmo assim… é.
Vem uma paz estranha,
dessas que abraçam por dentro.
Até que, um dia,
distraída,
ela te chama de “mãe”…
tão natural
que o mundo para por um segundo.
E a lágrima vem —
não de tristeza,
mas de reconhecimento.
Eu não sei se isso é bênção
ou prova.
Ver de longe…
amar em silêncio…
esperar.
Mas, no fundo,
fica a certeza quieta:
o amor não se perde.
Ele só muda de caminho…
até voltar pra casa.🌞🌜
Não é preciso saber o caminho,
nem onde vai chegar.
Basta sentir —
é a sua fé que te guia.
Não adianta se prender à razão,
porque os maiores milagres
não são explicados pela
ciência.
