Aprendi que Nao Importa
As pessoas não mudam, elas só revelam sua verdadeira essência ao longo do tempo. Aprenda a observar e fazer inferências para descobrir o que são capazes.
" Contudo, tem o maior auto-respeito, e para este fim não
peques contra ti mesmo. O pecado que é imperdoável é rejeitar
consciente e intencionalmente a Verdade, recear o conhecimento mesmo que aquele conhecimento não alcovites teus preconceito."
O tempo não espera por ninguém — ele devora horas, dias, existências inteiras sem piedade ou pausa.
A vida não ensina, não aconselha; ela simplesmente irrompe, crua e imprevisível, forçando-nos a aprender na dor ou no êxtase.
O futuro não é morada segura, mas mera passagem efêmera, um sopro entre o agora e o nada. Assim como a onda beija a areia e recua sem adeus ou promessas, os amores vêm e vão, frágeis ilusões de eternidade.
Não há sentimento que garanta para sempre; a saudade, a lembrança, a recordação gritam em vão para quem optou pela ausência.
Elas não confrontam o vazio — apenas ecoam no peito de quem ficou. O mundo não para quando uma vida se apaga. Ele gira, indiferente, tecendo novas tramas sobre cinzas antigas.
Apesar das tormentas, das perdas que rasgam a alma, eu sei: a vida é boa, um milagre teimoso em meio ao caos.
O problema não é ela — somos nós, humanos cegos, que ainda não aprendemos a viver de verdade, a abraçar o fluxo sem amarras.
Não há espaço para lágrimas, porque esta partida não é perda.
Não há necessidade de despedida, porque o caminho não se encerra aqui.
O motivo é simples e poderoso: a jornada é necessária.
Cada ida carrega consigo a promessa do retorno.
Cada ausência abre espaço para o reencontro.
O motivo não é o fim, mas o ciclo — o movimento que nos ensina que nada é definitivo.
Não é fuga, não é abandono.
É apenas o passo que precisa ser dado, a travessia que fortalece, a distância que revela o valor da presença.
Antes que o sol se esconda, o motivo se cumprirá:
o retorno será certo, e o que parecia ausência será um intervalo antes da volta.
O monstro não é apenas uma criatura de muitas cabeças.
Ele é a metáfora viva da humanidade quando se deixa dominar pelo vazio.
Entre tantas vozes, é a ignorância que grita mais alto,
e, sob seu comando, todas as outras se calam ou se confundem.
A ignorância não destrói com violência imediata,
mas com a corrosão lenta daquilo que poderia florescer.
Ela apodrece ideias, sufoca sonhos,
transforma sabedoria em silêncio e esperança em cinzas.
Cada cabeça que poderia pensar, criar, questionar,
se perde em um labirinto de fúria muda,
alimentada pela podridão que se espalha como veneno.
E assim, o monstro cresce, não pela força,
mas pela submissão daqueles que se deixam governar pelo vazio.
Ignorar é abdicar da luz.
É permitir que o monstro reine,
não porque seja invencível,
mas porque muitos se ajoelham diante da sua sombra.
“Sempre há consequências, a vida não permite exceções.” Dirceu Emiliano, Os dois lados de uma traição
Não é obsessão, é como eu te vejo e como eu te sinto.
Tu é uma música da Lana del Rey em uma taça de vinho tinto.
Ela foge sem sair do lugar,
o corpo tenta e a mente não deixa.
Quando eu acho que vai acabar
a maluca volta e me beija...
E a cada taça que esvazia
ela se sente mais serena.
Assim já não mais temia
o que a distrai e a envenena.
OFÉLIA.E.M A MULHER QUE NÃO SE DOBROU ÀS LEIS DOS HOMENS;
Me permito para quem está realmente a altura;
Ocupo em mim mesma a mais alta posição social;
Não sou feita de rótulos, em mim algo extraordinário se manifesta;
Sou no topo de toda sapiência, o ventre que gera os homens póstumos num saber raríssimo, eis que estes, são poucos, e na sua maioria compreendidos após a vida lhos beijar uma última vez;
Tolo é o homem que a pensar se pôs, que mo podia num todo emendar às suas vontades, eis que essa não concerne a verdadeira arte do amar;
Sou a curadora das almas femininas, cujas feridas internas julgaram serem irremediáveis;
A tocadora dos sinos cujos sons acalmam o espírito daqueles que da vida partiram perturbados;
Não sou a coisa pequenita, enganais a vós mesmos ao pensar imaturamente;
As minhas palavras são incompreensíveis para aqueles que não se dobram uma vez a outra para si mesmos;
O legado nunca foi sobre aqueles e estes, mas sim sobre os meus;
Chegaram a duvidar da sua própria sanidade os meus, quando em conversa com alguns da terra vossa, notavam a má compreensão de palavras suas;
Me fui, mas que eis deixei a conhecer aos de melanina tonificada a essência da grandeza que carregam em si;
Ensinei aos demais a cura das enfermidades por meio das raízes, esta tão complexa arte a qual a natureza aceitou obedecê-los próximo ao meu ir, <<descansa em mim>> mo pediu ela antes dos olhos eu fechar, uma só nos tornamos;
....
....
In, (O embomdeiro que não se dobrou às vontades dos Homens)
EU VI MEU AMOR PARTIR
Eu vi meu amor partir.
Não houve grito, nem adeus
apenas o silêncio cruel
de duas mãos se desfazendo no ar.
Seus dedos, antes abrigo,
escorregaram dos meus
como folhas secas no outono,
sem promessa de volta,
sem tempo para implorar.
Nos olhos dela: um oceano contido.
Nos meus: a tempestade desfeita.
E eu, mudo, tremia —
como quem assiste o próprio coração
ser levado em um navio
que não voltará ao cais.
O mundo se curvou em dor.
O vinho ficou sem Sabor
As ruas ficaram cegas,
Consumidas pela escuridão.
e cada passo era um lamento surdo
ecoando por dentro da alma.
Meus amigos?
Evaporaram com a alegria.
Restou só o silêncio,
e nele descobri que até o eco
tem mais companhia que eu.
Minhas mãos, agora frias,
ainda procuram as dela no escuro.
E as lágrimas que ninguém viu cair
são poços onde minha esperança
afunda sem grito nem salvação.
Na ausência dela,
o tempo parou de tentar consolar.
E eu entendi, tarde demais:
o amor verdadeiro não parte
ele fica, e nos destrói devagar.
O Amor é, e sempre vai ser
O Sentimento mais forte do Universo,
poriço não confunda amor com cobiça...
O amor é eterno, A cobiça passageira
Sociedade ridícula que vivemos, de tudo eles tem preconceito, sei lá, mas não consigo me encaixar nesse mundo idiota
Minha vida e meu futuro só depende de mim, não depende de nenhum deus idiota ou da opinião de alguém!
As vezes me pergunto se realmente te amo, ou se o que eu senti não foi apenas ressaca moral.
Porque me entreguei tanto em alguns momentos, e em outros neguei tanto o que eu sentia.
E dormia, sonhava e acordava pensando em você. E detestava te amar tanto assim.
Mas em outros momentos me esquecia de você.
Ou não sentia nada ao mencionar seu nome.
E me sentia egoísta, por te deixar morrer aos poucos dentro de mim.
