Aprendi que não Adianta
Aprendi que tudo é um aprendizado. Acreditar e insistir nem sempre podem andar juntos, e com o passar dos anos, me tornei sonolento, indisposto, aquém daquilo que realmente esperam como reação. Aprende-se no começo, no recomeço, e até no fim. Mas estou cansado. Desculpa se pareço sereno demais, é porque de fato, estou.
Aprendi que sanidade é intrínseca a paz interior, presente num lugar, num diálogo, na própria mente. Mente essa que não carrega arrependimentos, que nada me cobrará, e não pedirá reembolso.
Aprendi com você que o autismo é uma condição inerente à vida.
Seu jeito de ver o mundo mudou o meu.
Seu jeito de se comunicar transformou o meu relacionamento com os outros.
Sua maneira de agir modificou o meu comportamento.
Sua pureza fez uma limpeza no meu coração.
Você me ensinou o que é ser especial.
Brenda Vitória, após te conhecer, tudo em mim foi modificado para melhor.
O tio te ama!
Sempre aprendi que tinha de ser racional
E jamais ser emocional
Esse era o caracter de masculinidade
Em meio a diversidade,
Implementei com todo ímpeto
E sempre com sucesso
Orgulho para alguns
Em fonte de expiração para outros
Ate no dia que nossas vidas se cruzaram num aparente acaso
É que eu não acredito no acaso mas no destino
Para quem preferir no desejo dos deuses
Sejam eles gregos ou africanos
Para mim e o de menos
Quem são eles
O que mesmo importa e que estas aqui
Quebraste o gelo no meu coração
E encheste o de fogo e paixão
Ensinando o a amar
Sem medo de se machucar
E nem se importando com o que vão falar
Mas simplesmente vivendo a emoção.
Aos Imperfeitos
Aprendi que mentir sobre algo geram dores maiores do que aquela que eu não quis enfrentar. E que para limpar este veneno exige a Verdade.
Descobri que elogiar e reconhecer os potenciais e virtudes das pessoas nos tornam mais próximos e o quanto isso é belo.
Eu já vivi o rancor, a angustia, a raiva, eu trai e fui traído. Já roubei um beijo e em algum momento roubaram de mim.
Tenho medos, vários, quase o tempo todo. Mas cansei de disfarçar ou negá-lo. Já sofri demais vestindo essa capa de super homem . Hoje eu aceito os meus medos e incrivelmente eles se tornaram menores.
Já vivi grandes amores, perdi alguns pelo caminho. Troquei de direção, de estilo, de gosto musical, só não troquei minha essência e minha fé.
Descobri que são nossas imperfeições o real caminho para o amor. Todos os meus erros me colocaram onde estou, com uma capacidade de perdoar a mim e aos outros.
Abandonei os julgamentos, pois eles tornam o caminho bem mais difícil e doloroso. Os julgadores veem inconscientemente nos outros a possibilidade real de mudança através do perdão e isso ainda os incomoda demais.
Hoje quando me dizem: como você mudou, está diferente! Eu sorrio e agradeço pois isso é evolução, portanto não é ruim.
E já me senti muito só, mas foi lá, no meu interior imperfeito que descobri, na fragilidade. Que minha existência nunca foi e nunca será só.
Pois no final, somos todos um.
Nossas imperfeições são o caminho de cura uns dos outros, através do AMOR.
Gratidão 🙏🏻
Vale a ave inteira perdoar.
Já ouvi muito que vale a pena.
Vai fazer? Façao seu melhor!
Aprendio querer por inteiro.
A verdadeira força reside na habilidade de olhar para as suas emoções como oportunidades de aprendizado e transformação.
Aprendi a não falar dos meus sentimentos pra quem não tá verdadeiramente interessado. Agora se me perguntam porque agi de tal forma, só respondo assim: "Coisa minha".
Então não queira me testar, pois através dos tempos uma das coisas que aprendi também foi a sobreviver ou até mesmo apreciar o frio.
Sim, o frio do meu próprio corpo, e a ter que suportar temperaturas inconstantes de alguém que por não saber o que quer, por temer ou não ter coragem de arriscar.
O meu melhor
Aprendi a ser grata pelo tenho, e hoje o que realmente possuo sou eu, tudo o que construí ao longo da vida de melhor foi minha personalidade, a essência que poucos saberão, e quer saber? Melhor assim, pois é preciso ser diferente para tentar ousar conhecer a fundo, e mesmo assim de nada adiantará conhecer se não souber o que fazer com tanta informação.
Re Pinheiro
Sempre haverá escolhas e com elas suas consequências!
Mas uma coisa eu aprendi!
Buscar a luz quando tudo está em trevas é o instinto, ter sabedoria, respirar fundo e se permitir sentir que a maior luminosidade que poderá existir jamais estará em nenhuma direção senão dentro do seu coração!
Beijo
Re Pinheiro
Mulherão da Porrraa
Sou sim, um baita mulherão, aprendi muito até chegar aqui, aprendi o valor de minha companhia, não preciso de ninguém para curar minhas feridas, carência só se for de um bom vinho, e as migalhas só se para usar em almôndegas, mulheres aprendam a maior responsabilidade afetiva que existe tem que começar por si mesma.
Re Pinheiro
Apenas valorizamos quando a pessoa já não está, hoje eu aprendi que enquanto eu viver vou testemunhar a Deus.
Aprendi que não posso viver em função de querer agradar aos homens, devo viver para agradar a DEUS e, assim os que se agradam de DEUS, também se agradarão de mim.
aprendi
Coisas de um poeta operário
Em sua vidinha pequena e medíocre
Na solicitude de seu labutar
Nesse cotidiano que sempre sofri
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite
Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.
Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.
Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.
Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.
Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.
O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.
Um sonho erguido com a arquitetura da essência
Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.
Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.
Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.
Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.
Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.
Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.
Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.
Autoria: Diane Leite
