Aprendendo a Viver com os Erros
Arrancou uma página do livro e a rasgou ao meio. Depois, um capítulo.
Em pouco tempo, não restava nada senão tiras de palavras, derramadas feito lixo entre suas pernas e em toda a sua volta. As palavras. Por que tinham que existir? Sem elas, não haveria nada disso.
(…)
De que adiantavam as palavras?
Nada acolheu os chamados senão o silêncio.
Eu nunca quis tanto beijar alguém, mas quando você olhou para mim, algo mudou. Naquele momento, temi que nossos desejos nos destruíssem.
O lado sombrio da vida, pode ser gostoso, emocionante, engrandecedor, poderoso, prazeroso, etc... mas nunca deixará de ser o fundo do poço e jamais terá um final feliz.
O falso amigo convive apenas para tirar algum proveito do outro. Para obter êxito, usará da mentira e da deslealdade. Não respeitará sequer aqueles que chama de aliados. Nunca confie em concorrentes que se dizem amigos.
Sou obrigada a continuar, porque, embora isso não se aplique a todas as pessoas da Terra, é verdade para a vasta maioria: a morte não espera por ninguém - e quando espera, em geral não é por muito tempo.
É uma revelação e tanto descobrir que o lugar para onde você quis fugir é exatamente o mesmo lugar de onde fugiu. Que a prisão não era o lugar, mas a perspectiva.
A coisa que parece mais banal pode acabar sendo aquela que leva você à vitória. É preciso continuar.
Os leitores fazem suas próprias conexões com as palavras, independentemente da intenção do autor. Assim, cada leitor obtém algo único.
Sr. Miyagi: Confie na sua intuição.
Daniel: E como vou saber se é o certo?
Sr. Miyagi: Se vier de dentro de você é sempre certo.
Por que desejar outro universo se este tem cachorros?
Se tivesse feito apenas uma coisa de maneira diferente, você teria uma história de vida diferente.
Eu descobri por que os dramas que via na minha infância terminavam no momento do beijo. Porque o beijo e o casamento não são um final feliz, eles são o começo de tudo. É a partir disso que começa a realidade.
