Aprendendo

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A vida é uma viagem incrível; aproveite a vista, continue aprendendo e contribua com o seu melhor.

Passamos grande parte da vida aprendendo a sobreviver às circunstâncias e somente tarde percebemos que ainda precisávamos aprender a viver.

Desculpe meus erros ortográficos.
É que eu ainda estou aprendendo a escrever e já quero saber ler.


Desculpe se sou meio desengonçado.
É que eu ainda não sei me sentar direito e já quero ficar de pé.


Desculpe se estou cansado.
É que ainda estou aprendendo a caminhar e já quero correr.


Aprendi que o tempo passa depressa e que a nossa vida é um fio.
E esse fio, entrelaçado a tantos outros fios, forma a teia da nossa existência.


Mas o tempo não espera.
E amanhã, quem sabe, talvez eu já não esteja aqui.


Por isso, me desculpe se tenho pressa.
É que, no fundo, tenho medo de passar a vida inteira aprendendo a viver e não ter tempo de viver tudo aquilo que aprendi.

O verdadeiro mestre, ensina aprendendo ainda mais. O verdadeiro saber nunca se esgota e todo aprendizado de um conhecimento é uma constante troca entre o mestre e o aluno.

Aprendendo que não se deve guardar fotos e lembranças com feridas, a não ser que as fotos te façam sorrir, as recordações não tenham um peso e as feridas estejam cicatrizadas.

Por dentro tudo está diferente. O tempo desacelerou, e o meu coração está aprendendo a amar devagar, aproveitando cada segundo, com mais presença, mais de mim, mais de nós.

Que bom voltar para minha querida cidade natal e saber que aos poucos, estou aprendendo a lidar com as perdas e tanta coisa que ficou por aqui. A sua partida doeu por muito tempo e voltar significava reviver muitas memórias, que apesar de lindas, eram muito dolorosas para alguém que ainda não sabia lidar com esse sentimento.
Só que eu decidi finalmente encarar a tristeza e visitar esse lugar novamente. Ela continuava ali, no cantinho, mas dessa vez, não conseguiu me impedir. E depois desse dia, comecei a entender mais sobre o processo de luto e aceitar que dor nunca vai embora completamente. Mesmo assim, a vida continuaa. Foi possível ressignificar essas lembranças.
Então, voltar para cá não é mais difícil. Pelo contrário: sinto uma paz imensa ao passar por lugares e reencontrar pessoas que fizeram parte de nossas histórias. Quantas lembranças maravilhosas eu guardo no meu coração! Logo, terei que me despedir daqui novamente, com a certeza que em breve e estarei de volta e espero que ainda mais feliz.
Sinto a sua presença em muitos lugares e sempre que me lembro de você, aqui ou lá. Saudade é para sempre. Esteja em paz!

Aprendendo a sofrer em paz


Ela sorri

— e o mundo dela cabe em outro olhar, enquanto o meu desaba em silêncio.
Ela habita um mundo onde eu não existo, eem mim restam lembranças e um precipício.


O tempo parece zombar de mim,
Transformando sonho em algo sem fim.
O que era abrigo virou despedida,
E eu sigo distante, preso à antiga vida.


O amor que era refúgio virou dor,
Espelho quebrado do que restou do amor.
Ela segue sorrindo,
sem olhar para trás, eeu fico aqui…
aprendendo a sofrer em paz.

Talvez não seja egoísmo —
talvez seja só o coração aprendendo, enfim, que amar o outro não exige
abandonar a si mesmo.

O homem que nunca foi amado


Ele cresceu aprendendo a ser forte em silêncio, a engolir afetos como quem engole o choro.
Construiu muralhas onde
deveria haver abraços echamou
de maturidade a ausência
de quem nunca ficou.


No peito, carrega um amor sem treino, desajeitado, mas verdadeiro.
Ama do jeito que consegue,
com medo de ser demais,
com medo de não ser suficiente,
sempre achando que sentir é um erro.


Mas existe um dia
— sempre existe
— em que alguém atravessa suas defesas sem pedir permissão.
E então ele entende, tarde e bonito,
que não ter sido amado
nunca o impediu de ser amor.

ANTES DO CASAMENTO


Antes do casamento, éramos dois corações aprendendo a decifrar o mesmo sonho. Cada encontro parecia uma promessa silenciosa, e cada sorriso teu fazia o tempo esquecer de passar. O amor florescia leve, como quem já sabia que um dia encontraria seu lugar.


Houve dias de saudade, dúvidas e distância, mas nunca faltou coragem para continuar. Descobrimos que amar não era apenas viver momentos felizes, mas permanecer lado a lado mesmo quando a vida colocava obstáculos no caminho.


Nossos planos eram desenhados entre conversas longas, risos sinceros e olhares que diziam mais do que qualquer palavra. Cada promessa feita era um tijolo construindo a casa invisível onde nossos sentimentos já moravam.


Antes do casamento, aprendemos que o verdadeiro amor não nasce da perfeição, mas da escolha diária de cuidar, compreender, perdoar e acreditar um no outro. Foi nesse caminho que nossos corações cresceram juntos.


Hoje, olhando para tudo o que vivemos antes do casamento, percebo que cada passo nos preparou para este novo capítulo. Porque o altar não será o início da nossa história, mas a celebração de um amor que já era eterno muito antes de dizermos: "sim".

Observando os relacionamentos alheios e aprendendo junto com eles, acho que sou meio que um ímã de vivências alheias.


Mas aprendi muito nesse processo, viu?


Só que tem uma coisa que ainda não aprendi: e se a música parar? O que sobra? E se o assunto morrer? Teremos ao menos uma sílaba para expressar alguma coisa?


E se você conhecer outra pessoa? Serei eu o único responsável pelos meus sentimentos?


Tantas perguntas. Nenhuma resposta.

*Estou aprendendo a te amar do jeito que gosta de ser amada.*
(Saul Beleza)

⁠Nossas emoções são balões.
Se entendermos e as percebermos, aprendendo a solta-los flutuaremos de uma para outra sem ficarmos presos a nenhuma.
Todas elas são nescessárias, só não devemos nos prender as mesmas feito viciados em drogas, que mesmo sabendo que amando nossos defeitos insistimos nestes opressores. Porém entender que são só estados emocionais.

Desde distante terras,
lendo o Rukun Negara
Conhecendo poetas,
aprendendo a escrever
poemas e a florescer
para vir a te conhecer.


(O mistério da Bunga Raya).

Não me viu, não quis chegar,
e eu aqui, aprendendo a não esperar.
O coração insiste em ficar,
mas minha vida… precisa andar.

Moisés passou quarenta anos aprendendo no palácio e outros quarenta sendo esvaziado no deserto, processo pelo qual Deus cumpria Seu desígnio pedagógico. Só então ele assumiu a liderança do Êxodo. No Reino, a idade não limita o chamado; o tempo apenas amadurece aqueles que Deus envia.

Aos poucos vou aprendendo
a pôr nas palavras o que trago dentro de mim...
Os dias não são iguais,
por isso têm nomes diferentes.
Muda o nome,
muda o som e o sentimento...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

⁠Só há um jeito de escapar do abraço apertado da Solidão: aprendendo a abraçar a Solitude bem apertado.


Há uma diferença muito silenciosa entre estar só e sentir-se sozinho.


A Solidão pesa porque parece abandono; a Solitude, ao contrário, pode ser escolha, refúgio e encontro.


Uma nos faz procurar desesperadamente alguém para preencher o vazio; a outra nos ensina que nem todo vazio precisa ser preenchido — alguns precisam apenas ser compreendidos.


A Solidão costuma nos convencer de que precisamos de presença para nos sentirmos inteiros.


Faz barulho dentro da cabeça, cria ausências onde talvez existam apenas distâncias e transforma o silêncio em prova de que fomos esquecidos.


A Solitude, porém, nos convida a permanecer.


A sentar conosco mesmos, sem a obrigação de fugir, distrair ou procurar imediatamente outra voz para calar a nossa.


Aprender a estar só é descobrir que a própria companhia também pode ser um abrigo.


É tomar um café sem precisar fotografá-lo para alguém.


É caminhar sem destino e perceber os próprios pensamentos.


É assistir ao pôr do sol sem sentir a urgência de compartilhá-lo.


É ouvir o silêncio e, pouco a pouco, perceber que ele não está vazio: está cheio de nós.


Talvez amadurecer seja justamente isso: deixar de exigir que o mundo esteja sempre cheio de pessoas para que a nossa vida faça sentido.


Porque há momentos em que precisamos de abraços, conversas, encontros e afetos — e não há nada de errado nisso.


Somos seres de vínculo.


Mas também precisamos aprender que ninguém consegue nos acompanhar em todos os lugares, em todas as horas e, principalmente, em todos os nossos silêncios.


Quem aprende a abraçar a Solitude deixa de aceitar qualquer companhia apenas para não ficar sozinho.


E essa talvez seja uma das maiores liberdades: descobrir que estar só não significa estar abandonado.


Às vezes, significa finalmente estar presente para si mesmo.


No fim, a Solitude não é a ausência do outro, mas a presença inteira de quem somos quando não precisamos representar nada para ninguém.


E, quando aprendemos a fazer dessa presença um lar, a solidão perde parte do seu poder.


Porque já não estamos esperando alguém chegar para nos salvar do silêncio.


Estamos aprendendo a morar nele.

Quando acho que poderia estar aprendendo quem eu sou, começo a perceber que a única coisa que consigo descobrir é quem eu não sou. Expor, falar, gritar, chorar, amar, odiar, alegrar, dançar, viver, vegetar.. Ego inflamado? Onipotente porem negativo? Mascaras? Ou apenas um ser que ainda não conheço, ou quem sabe... Cuido dele desde quando nasci. Tenho amor e medo por quem sou.

Inserida por JonatasM