Aprende que ser Flexivel

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"Ficar calado em uma discussão
em qualquer relacionamento,
pode ser uma estratégia defensiva, procurando manter a situação
sob controle mas,não é uma
solução"

"O Amor è o sentimento
que Deus Criou pra ser
a base do relacionamento
entre ELE e a humanidade
e tambem como a semente
da SUA principal criação"

"O ser humano se comunica
com palávras, mas os animais
com olhares e gestos, são perfeito
seentendendo e nos compreendendo também.Muitas vezes as palavras
ferem, trazem, mágoas e discordias
sem volta, talvez seja por isso que,
Nem sempre falar mais é o melhor
diálogo"

Se o ser humano é racional,
então sou como meus
cães, Irracional e feliz

"Não devemos comparar o ser
humano com os animais pois,
eles nascem e morrem inocentes
e os seres humanos vão mudando conforme o tempo passa e quando
morre leva conta pra pagar.




Milton Cavalcanti

"Ser diferente não é ser a menos, é ser de um jeito que só você sabe ser."


O homem é um ser político, e questionador por si só, não
podemos fechar os olhos para
política, e deixar-nos ser levados
como gado, que com os olhos
vendados é levado ao matadouro...

Ser humilde o suficiente, é apenas um
gestosensato de quem reconhecendo que
errou pede perdão, de igual modo, é muito nobretambém, aquele que perdoa.⁠

⁠eu te amo muito,tu sempre irás ser a minha monn quenn.
e
O meu coração sempre terá espaço para ti.

⁠Se somos⁠ instrumentos divinos e o caos nada mais serve a não ser para nossa evolução, no que se diferem os anjos dos demônios?

Talvez eu deva ficar aqui
Isolada, trancada, amuada.

Talvez eu deva ser assim:
Ser o que eu nunca fui em mim.

Ou talvez eu deva fazer isto:
No meu viver dar um sumiço.

Todo ser humano,
deveria respeitar DEUS,
palavrões evitando,
nos dias seus...

Certos dias acordamos e temos a impressão que o dia vai ser ótimo mais enganados pelo bom humor ;
Somos pegos de surpresa por uma desiluzão momentania que marcará nossas vidas para sempre.
Então não se iluda !!!
viva tudo como se fosse o último dia da sua vida.

⁠Muitas vezes batemos no peito até com arrogância e dizemos ser donos disso, daquilo... Depois, descobrimos que nada é nosso, estamos apenas fazendo uso por um período.

O primeiro exílio de uma democracia acontece dentro da linguagem: quando a verdade passa a ser chamada de ameaça.

O ser medíocre aceita o que é mal. Faria-se sentido, mas sabemos que ele avilta quem escolhe o bem.

Limites são reais?

Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?

Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.

Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.

Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.

A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.

O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.

Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.

Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.

Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.

Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.

Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.

Somos experiência.

E talvez viver seja exatamente isso:

entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.

P. H. Amancio

Segredos de Cais...


O tempo é um bom conselheiro
Cuida de ser um companheiro fiel
Não bane boas lembranças
Suprime, sem temor, gostos de fel


Cura e cicatriza férreas feridas
Nem se manifesta ante o pranto
Que requer rolar, mesmo que incessante
Pois as lágrimas, mesmo mudas, amadurecem


O tempo não faz sumir cicatrizes
Restadas de batalhas insanas
Nas noites de razões que resgata
Fiando em falas de amores febris


O tempo, converteu minutos em dias
Rasgando brisas e temporais
Num ciclo de encontro e despedida
Desses que silentes, guardam segredos de cais desmedida


Cego e poderoso como um raio
O tempo riscou minha vida
Ascendendo no céu de minha paixão
Uma estrela de ensinar a dizer não

A morte e o assassinato deixaram de ser tragédias para virar rotina, enquanto assistimos indiferentes à ruína da vida e ao festival de crueldade que praticamos uns contra os outros.

Quantas lágrimas mais precisarão ser derramadas pela maldade alheia para que o ser humano entenda que ferir o irmão é destruir a si mesmo?