Aprende que ser Flexivel
Vivemos em um momento o qual ser classificado é primordial para a sociedade. Não seja assim! Porque você não é o dinheiro que tem na carteira, nem o seu trabalho. Você não é uma casa grande, com bebidas caras, carros de luxo e paredes vazias. Você não é a imagem que ostenta para se enquadrar na visão das minorias.
Você é o amontoado de sonhos, você é as viagens que fará, os amores que viveu e viverá, o carinho que transmite e recebe. É aquela pessoa que muda em si o que crê não estar certo, que defende os que não se defendem, que vive aquilo que os outros não se permitem viver por mesquinharia.
Não somos o que temos, somos o que significamos para o mundo.
É o Ego que se apega às memórias, crenças e padrões. Porém, você é o Ser, e não o Ego, então pode criar uma nova realidade a cada novo instante.
“Quanto menos você se identifica com o personagem (Ego), mas livre sua alma fica para expressar suas verdadeiras cores (Ser)”
“Todos os seres do planeta nascem com uma base de consciência, portando em si a semente da autorrealização e propósito. Experenciando a existência e desenvolvendo ainda mais essa consciência, vamos florescendo e nos tornando tudo o que podemos ser.”
Quanto mais me abro para ter experiências salutares, mais percebo que não sou humana. Sou um ser espiritual em uma experiência humana.
Professor Inspira a dor
Que tipo de professor você tem sido?
Um mero orador eloquente?
Um belo vivente
Que repassa conhecimento aos seus pupilos?
Um artista,
Palhaço,
Malabarista,
Psicólogo,
Humano,
Amigo,
Excêntrico...?
Um professor pardal ou um aloprado?
Um verdadeiro sonhador
Que inspira
Que gera
Que reflete do âmago
O que há de melhor no ser humano?
Você faz a diferença,
Ou apenas abaixa a cabeça
E lê a cartilha
Sem nem ao menos prestar atenção
À reação dos seus alunos exaustos?
Ignoras os questionamentos,
Porque “vamos ver isso lá adiante” ...
Não obstante,
Você é cheio de teorias
Ou é daqueles que demonstra
A eficácia das suas próprias magias?
O professor competente,
Ou o louco coerente?
Você já parou pra pensar?
Já refletiu?
Já desistiu?
Daqueles velhos métodos arcaicos,
Daqueles exercícios débeis,
Daquelas discussões inférteis?
Você já insistiu
Num daqueles casos perdidos,
Que bem lá adiante
Num dia qualquer ficou sabendo,
Meio que sem querer,
Que tornou-se um homem bem sucedido?
Você já recebeu a visita de um aluno antigo
Que passou só pra te dar um oi
Um abraço, amigo
E agradecer pelo que você foi pra ele?
E você nem lembrou o nome dele!
Que tipo de professor você é?
Daqueles a serem lembrados,
Ou dos montes a serem esquecidos?
O que não quero?
Não quero a dor da desistência,
A dor da decadência,
A dor da incompetência!
Eu só quero que meus alunos levem de mim
Aquilo que lhes inspire a vida!
(Viviane Dona da Silva)
14 de agosto de 2014
O poder das nossas escolhas
Autoria: Diane Leite
Fui criada com o entendimento de que cada pessoa tem direito ao livre-arbítrio. E tem. Mas a liberdade, quando não é acompanhada de consciência, vira apenas uma fuga disfarçada.
Alguns usam o livre-arbítrio para ferir. Outros, para se esconder. Muitos, simplesmente, por não saberem mais sentir.
O que descobri — e quero te lembrar — é que junto com o direito de escolher, vem o dever de se responsabilizar por cada escolha. Porque não vivemos sozinhos. Somos parte de um todo.
E o que você escolhe... reverbera.
Com o tempo, aprendi a não projetar nos outros a minha forma de amar. Eles são eles. Eu sou eu.
E eu sou amor.
Dou amor. E continuarei oferecendo aos que me tocam com verdade — mas sem mais me abandonar para ser aceita.
Onde não há ressonância, há vazio.
E onde há vazio, não é o seu lugar.
Seu lugar é dentro de si.
Inteiro. Serena. Fiel ao que sente. Feliz por quem você está se tornando.
Em vez de sofrer pelas decisões dos outros, volte-se para dentro. Pergunte-se:
Como posso me amar mais hoje?
As escolhas alheias — na família, na amizade, no amor — pertencem a eles. E você, em sua liberdade, pode escolher a si. Pode partir sem culpa. Pode permanecer sem se anular.
Pode ser luz. E ainda assim, colocar limites.
Amar não é ser refém.
Perdoar é libertar-se.
Se você é sempre quem doa e nunca é recebida, talvez tenha esquecido que é a autora da sua própria história. Que pode reescrever o roteiro.
Que pode se escolher.
E que merece reciprocidade.
Ame com coragem.
Dê com inteireza.
Mas nunca mendigue o que deveria fluir.
Neste instante, escrevo com meu filho ao lado. Olho para ele e penso:
que sorte a minha por saber amar — sem me perder de mim.
Porque amar é isso: permanecer inteira…
Hoje é o dia que temos
Hoje é o único dia que temos.
E ele chegou vestido de verde.
Verde de renovação.
De cura.
De colheita viva.
Hoje é dia de manifestar,
de agradecer,
de sorrir trabalhando —
porque quem ama o que faz,
não sente o peso, sente o pulso.
O pulso da vida.
O pulso da reunião de almas.
De caminhos que se encontram
para cocriar o que o mundo ainda não viu.
Hoje é dia de permitir.
Permitir ser feliz.
Permitir dar certo.
Permitir sentir tudo.
Hoje é sobre amor —
por mim, por quem caminha comigo,
por quem vibra alto só de estar presente.
É sobre fazer com verdade.
Com energia que transborda.
Com leveza que inspira.
Com coragem para seguir em frente.
Gratidão por este agora.
Por este novo.
Por cada passo alinhado com o que faz sentido.
Hoje, mais uma vez,
eu me lembrei quem sou.
Sou movimento.
Sou realização em processo.
Sou semente de tudo que ainda vai florescer.
Assinado:
Diane Leite
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