Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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As correntes da pobreza rebentam se quando entendes que a miséria é um miStério que não precisa da sua explicação, mas a riqueza é um
miNIstério que precisa da sua dedicação.

O sucesso se conhece no transbordo, não na aprovação.

Tenho tudo que declarei pra mim no silêncio 🤐🪐,mas
não tenho nada do que contei como segredo que ia comprar 🧟‍♂️
🕳️

Não perca o foco por um ponto de vista cego

Não tenho tempo pra inveja, aplaudo até mosquito que vem sugar meu sangue.

Seja uma pessoa de impacto, não de pactos

Que as bênções não te façam se esquecer de Deus.

A felicidade não se encontra, a felicidade se constrói. Molda as suas escolhas, transforma no que queres.
🧬🪄

Não te associes aos padrões da sociedade , a vida é mais leve quando és mais tu do que tentar viver na aceitação dos outros.

Irmandade é quando a ajuda não vem sempre do conhecido, gratidão é quando o gesto mais pequeno é reconhecido, benção é divina , todos somos merecidos.🧬

Eles não veem.


Não é falta de olhos.
É excesso de certezas.


Vivemos como se fôssemos habitantes do planeta mais provinciano do universo onde pensar diferente incomoda, onde questionar ameaça, onde o novo assusta.


Reagem antes de refletir.
Julgam antes de entender.
Atacam antes de estudar.


E o mais curioso?
Acreditam que são evoluídos.


Mas quem tem medo do pensamento livre nunca saiu do próprio quintal.


Enquanto isso, eu sigo expandindo.

Com App de comida seu negócio entrega o comida…eo cliente junto.
Você não precisa de mais entrega, nem de sócio.
Precisa de quem saiba vender de verdade.

Algumas vezes, ele aparece. Não é anunciado, não pede licença. Surge em tardes frias, em noites sombrias, silencioso, mas com a intensidade de um grito interno. Eu o chamo de O Vazio.

Sentir O Vazio é sentir a morte por dentro — mas não aquela morte física, simples e final. É uma morte diferente, mais sutil, mais antiga, que insiste em me lembrar de algo que eu já fui, de algo que já senti em outros lugares e tempos. É como se minha existência, fragmentada e atravessada por cicatrizes antigas, estivesse sendo revisitadas por sombras que o presente não consegue alcançar.

Quando O Vazio chega, não estou no tempo. Estou fora dele. Não é uma sensação que se possa controlar, ou mesmo compreender completamente. Ele se apresenta segundo suas próprias regras, segundo sua própria vontade. E, quando vem, parece sussurrar que meus passados — não apenas o imediato, mas todos os que deixaram marcas — têm algo a me dizer.

São cicatrizes que ainda latejam. Memórias que não pertencem mais a este instante, mas continuam a pulsar no corpo da alma. Não é daqui. O Vazio me remete a algo distante, quase irreal, perdido no tempo e no espaço, mas que insiste em permanecer. É a prova de que a experiência humana não é linear, e que o que fomos, mesmo quando esquecido, ainda vive dentro de nós, às vezes em silêncio, às vezes com a força de um choque inesperado.

Talvez O Vazio seja um portal para o que ainda não compreendemos de nós mesmos. Talvez seja um aviso, um chamado ou apenas a lembrança de que a alma carrega impressões de lugares e tempos que o corpo jamais atravessará novamente.

No encontro com O Vazio, aprendemos algo essencial: que a vida não se mede apenas pelo que fazemos ou sentimos agora, mas também pelo eco das feridas antigas, pelo rastro dos nossos passados que insistem em conversar conosco.

E, quando ele parte, resta a consciência de que fomos visitados por algo maior do que a dor momentânea: fomos confrontados com a própria eternidade da memória, com o peso do que já fomos e, de certo modo, com a promessa de que ainda somos.

Casar e ter filhos foram as duas melhores coisas que eu não fiz na vida.

Há janelas que não obedecem ao vidro.
Às vezes deixam o mundo entrar em silêncio, como quem abre cortinas para um sol tímido que ainda não sabe se é manhã ou memória. Outras vezes, sem aviso, devolvem o olhar com força: viram espelho e mostram aquilo que a gente tenta fingir que não vê.
E há dias piores, em que a mesma abertura se desfaz em abismo — não por maldade, mas por profundidade. Como se a paisagem tivesse desistido de ser paisagem e resolvesse encarar de volta.
Talvez não seja a janela que muda. Talvez seja o olhar que aprende, ou se perde, no que ela decide refletir.

A cidade não é neutra: ela legisla silenciosamente sobre quem merece abrigo e quem deve sobreviver à margem.

Quando o Estado não acolhe os invisíveis, ele não apenas omite — ele escolhe uma forma de abandono juridicamente sofisticada.

Os animais de rua não pedem direitos; eles expõem a falência moral de uma sociedade que já os reconheceu apenas como sobra.

O Direito Ambiental, quando coerente, não protege apenas o ecossistema — protege também a dignidade dos corpos que nele respiram sem voz.

A urbanidade contemporânea mede seu progresso não pelo concreto erguido, mas pela vida que consegue manter sem violência invisível.