Apagou
Ni
Está claro que você já não se lembra de mais nada
Apagou todos os rastros e seguiu em frente
Nada foi bom o bastante pra tentar novamente
Tudo não passou de um erro e as emoções vividas não foram marcantes
Obvio pra você, mas não para mim
Aqui no meu coração todos os sentimentos ainda batem forte, saudades que dói, lembranças que me fazem querer tudo novamente
Nada nunca mais foi como antes e temo que nunca será
Resultado de como foi te amar e nada igual caberá em meu coração novamente
A certeza de ter perdido o amor da minha vida, o verdadeiro amor
Pra sempre te amarei.
"Apagou a Luz do dia, pra a Lua entrar e o Sol ficar na janela do Tempo, no silêncio da Noite escutando o riso das estrelas e sentindo os beijos do universo..."
A porta se fechou.
A voz se calou.
O sorriso se apagou.
O desejo cessou.
A força se esvaiu.
O personagem sumiu.
A lembrança nos deixou.
A história recomeçou.
A solidão nos consolou.
A vida mudou.
E APENAS O AMOR CONTINUOU!!!
O choro já apagou a chama, mas seu adeus ainda ecoa no meu ouvido, assim como o coração de quem não ama, que só bate para não ser esquecido
E o ultimo brilho se apagou, tudo que havia de bom se foi, coberto de sombras, esse caminho não tem mais volta. sofrendo... não sei de onde vem a dor, caído no abismo em que a vida me colocou não tenho mais forças para continuar.
vestido com a minha verdade assustarei, mas só assim poderei respirar, mesmo amargando a solidão.
Fiz uma casinha
Apenas para abrigar umas pombinhas
Fogo apagou
Rolinha
Asa branca
Juriti
Amburguesa
Seja qual for
E elas vem aos montes
Chocam
Comem
E revoam
Numa alegria imensa
E assim vivem pelos dias
Na tal alegria mencionada
Mas penso que maior seja minha
Vê-las em revoada...
Letícia Andrea Pessoa
ANIQUILAMENTO
Meu coração esbanjou vaga-lumes
se acendeu e apagou
de verde em verde
fui contando
Com minhas mãos plasmo o solo
difuso de grilos
modulo-me
com
igual submisso
coração
Bem-me-quer mal-me-quer
esmaltei-me
de margaridas
enraizei-me
na terra apodrecida
cresci
como um cardo
sobre o caule torto
colhi-me
no tufo
do espinhal
Hoje
como o Isonzo
de asfalto azul
me fixo
ANNIENTAMENTO
Il cuore ha prodigato le lucciole
s'è acceso e spento
di verde in verde
ho compitato
Colle mie mani plasmo il suolo
diffuso di grilli
mi modulo
di
somesso uguale
cuore
M'ama non m'ama
mi sono smaltato
di margherite
mi sono radicato
nella terra marcita
sono cresciutto
come un crespo
sullo stelo torto
mi sono colto
nel tuffo
di spinalba
Oggi
come l'Isonzo
di asfalto azzurro
mi fisso
O dia vestiu-se de luto,
e transformou-se em noite.
Apagou seu lampião do céu,
e acendeu seu abajur de prata.
Chegou cansado,
Arquejante,
Enlutado.
Deitou-se, mas não dormiu.
Ligou o rádio
Eram seis em ponto.
''Santa Maria, mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores''.
Desligou
Acendeu um cigarro,
fez fumaça,
e desenhou São Jorge.
Na luz quarto crescente
Do abajur de prata.
- Trevacifez findará
A estrela que brilhou
Os poderes que cobiçou
A luz que se apagou
O mal que se tornou
A mentira que espalhou
O semblante que se alterou
O coral que trocou de regente
O espaço que não se achou
O banimento que proporcionou
A dor que começou
Tudo isso por querer mais
Mais do que não tinha que ser
O erro é se esquecer:
Que tudo tem limites!
E aqui estou eu
limpa, assim como meu blog
de poesia,
não sei se apaguei,
não sei quem apagou
mas talvez tenham enjoado
dessas minhas historias de amor,
cansa ver sempre a mesma
poesia, sempre a mesma palavra, porque
amor a gente não explica né,
talvez as poesias tenham se apagado
junto com você
coração.
Queimei
Como um fósforo, se apagou rápido
Chorei
Como a chuva, secou sem pressa
Amei
Como quem diz que ama, menti, era apenas paixão
Gritei
Com a esperança de que os ventos me acalmassem
Fui tudo em uma imensidão de nada
Fui perfeita em um mundo em que a perfeição é mito
Você me reiniciou...
O seu amor apagou tudo que eu já vivi antes.
A minha vida se divide em duas metades, de uma não sinto saudades e na outra estou vivendo o amor de verdade.
Você é o Sol da minha vida, a luz que me fez desabrochar, alegria do meu dia, o meu sonho de amar.
Distante sol próximo, ilumine minha vela
Padecida é, pois vagaroso veneno que apagou ela
Porque acesa diferença não faz
Se de mim sai a sombra nunca fugaz
Que planta na vela sua angústia exponente
Florescendo com o tempo, nessa interminávael dança da serpente
