Apagar a minha Estrela

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Agradeço: esta minha forma de vida, o ontem e o hoje com todas as dores tristezas e alegrias,agradeço todos que me vieram independente do quê foram para mim,agradeço todos àqueles que não podemos ver mas que se fazem presentes ,agradeço a mort* por me deixar viver aqui neste formato de vida e no futuro me transportar à um outro formato.

Inserida por Adailtonjcs

⁠Senhor Deus, hoje só quero agradecer por tudo em minha vida, sem a Tua direção não teria êxito.

Inserida por Jorgeopensador

⁠Faça bom uso do lugar que eu te ofereci na minha vida, porque o acesso está negado para muita gente!

Inserida por Susatel

⁠Minha razão vetou um a um os argumentos que o meu coração apresentou em sua defesa. Diante da falta de solidez das minhas premissas, não tive outra alternativa: calei-me e aceitei o veredito.

Inserida por ednafrigato

⁠Te Amar…
É te olhar todos os dias e ter a certeza de que é você, e mais ninguém na minha vida.

Inserida por Jorgeopensador

Como uma borboleta que cuida de suas asas, meu amor e dedicação como Mãe de Autista ajudam a minha amada Filha(o) a florescer cada dia mais!

Inserida por sukapriscile2015

⁠Prefiro minha conciencias limpa e tranquila, mesmo que estando com minha carteira e bolsos vazios.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠E logo menos você estará sentindo minha falta, algo que eu não dava espaço para ser sentida. Logo menos você perceberá que perdeu-me, e o que te restará é uma fotografia com um sorriso radiante que o motivo não é mais você.

Inserida por NaftalyFonseca

⁠O silêncio do mau humor do meu colega de trabalho, é a minha paz.

Inserida por mirogranza

Meu amor por você é tudo, sua presença em minha vida está em primeiro lugar. ⁠

Inserida por RosaRLemes

No brilho dos teus olhos encontro a razão,
Para te amar com toda a minha paixão.⁠

Inserida por eraldocosta13

⁠Que minha casa não se adapte às visitas,mas que as visitas se adaptem à minha casa

Inserida por Fabianery

⁠Hoje, agendo minha prioridade e jamais priorizo minha agenda.

Inserida por JOAODOLYVEIRA

⁠Amor pelo jornalismo

Poderia dizer que essa profissão é distante da minha família, mas na verdade não é exatamente assim. Professores passam informações, então minha profissão não é totalmente distante da função que boa parte dos meus familiares exerce. No entanto, nenhum familiar me apresentou o jornalismo.

O amor começou descalço, no meio do asfalto, jogando bola com amigos de infância. Entre vitórias e derrotas, o futebol de rua é cercado de brincadeiras. As conversas, depois de muitas idas à casa dos vizinhos para pegar a bola — alguns bem nervosos, por sinal —, valem uma história à parte. Mas hoje não, não é sobre isso que vou falar. Arrebentar os tampões dos dedões... que época boa! Não lembro disso querendo voltar ao passado, mas sim grato por Deus ter me proporcionado uma infância mais na vida real do que nas telas de hoje em dia.

O futebol de rua foi uma das coisas que mais pratiquei quando moleque e foi justamente em um desses dias que descobri aquilo que passaria a buscar com um carinho diferente: o jornalismo.

Depois da pelada, um pouco de resenha, um zuando o outro e, de repente, vem a pergunta que engaja geral: “O que você quer ser quando crescer?”. Engenheiro, mecânico de avião, bombeiro, policial, astronauta — sim, teve um que encheu a boca pra falar astronauta. Eu não duvidei, mas é claro que a resenha já vem na ponta da língua pra dar uma gastada. Em meio às revelações, um dos mais velhos do grupo fala: “Quero ser jornalista esportivo, falar de esporte.”

Eu paro e pergunto: “O que é isso? Como faz?” Nunca havia ouvido aquele nome antes: Jornalista Esportivo. Tinha uns 13 anos, mas sim, mesmo já acompanhando um pouco de futebol na televisão, a palavra era nova para mim. Jornalista Esportivo.

“O que se faz nisso? Como que é?”, pergunto.

“Fala de esporte, pô. Igual esses jornais na TV, sabe? Só que fala dos esportes apenas.”

Fã do jovem em ascensão à época, El Shaarawy, esse amigo, que por dúvida, preservo o nome, despertava em mim um interesse de buscar mais sobre a profissão. Acabada a resenha pós-futebol, volto para casa e a primeira coisa que faço é buscar sobre essa profissão no pai dos burros: o Google.

Veículos de comunicação, cursos, faculdade, o que fazer, como fazer, onde fazer... perguntas atrás de perguntas. Vídeos, relatos sobre experiências e então começo a conhecer as referências da área. Pegar um pouquinho de cada um, entender os blocos do jogo.

Craques e mais craques. Eu? Apenas um gandula perto deles. Como fazer isso dar certo? “Deus, não sei como, mas vou dar meu melhor, seja feita a Tua vontade”, dizia com fé em algum milagre. “Deus ajuda quem trabalha”, “Quem procura acha”, “Quem quer dá um jeito”; palavras assim foram sustento em meio às aflições de um cidadão comum que começava a enfrentar desafios na passagem da adolescência para a vida adulta. A necessidade de trabalhar, mesmo que fora da área, não foi suficiente para me afastar do jogo, do campo, das quadras poliesportivas.

Trabalho, fé, foco, renúncias e muita mão de Deus. Não ouso tirá-Lo dessa receita! Provocações e deboches, isso não é exclusivo de um grupo. Também passei por algumas.

Mas estar em uma redação física pela primeira vez, participar de um programa de rádio, conhecer os primeiros grandes nomes do esporte como Bernardinho, Bruninho, Fernando Meligeni, pessoas que só via pela televisão... tudo isso foi convertido em combustível. Um prêmio, de fato, um privilégio. O som do teclado ao digitar uma nota, artigo, que seja... o cheiro de tinta da caneta que mais tarde estourará ou a aflição de escrever tudo antes da caneta morrer. Até ficar na externa correndo risco de participar de uma "queimada", mesmo que o esporte seja futebol, vôlei ou basquete.

O dinamismo, a pressão por mais engajamentos, ficar de olho nas tendências, os números dos outros veículos, pensar fora da caixa e as histórias que inspiram, acesso aos bastidores de vidas dignas de filmes... os ônus e bônus.

É um privilégio poder aprender e conversar com algumas referências. Existe uma grande responsabilidade nessa profissão. Como cristão que sou, logo lembro dos versículos de Tiago 2:20-22: “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.”

Com isso, lembro da frase: “É justo que muito custe o que muito vale”, frequentemente ligada a Teresa D'Ávila.

Não sei exatamente em que posso contribuir nesse jogo, e se posso, muito menos o que acontecerá amanhã. O que sei é que essa coceira por olhar o que poucos viram, mastigar a informação de uma maneira que mais pessoas possam entender, trazer assuntos pertinentes e principalmente cuidar para não passar nada além da verdade, além de aprender com todos, são tópicos que me prendem ao jornalismo.

Lembrando dos ônus e bônus, é quase uma antítese, logo lembro da primeira estrofe do soneto de Luís Vaz de Camões:

“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”

No fim, não é exclusivo do jornalismo. Toda profissão tem seus desafios, mas, mesmo que às vezes possa ser uma dor que desatina sem doer, é justo que muito custe o que muito vale.

Inserida por JamisGomesJr

⁠me sinto um desconhecida na minha própria família,
me sinto uma estranha entre amigos,
me sinto uma parasita habituando no meu próprio corpo.

apenas como me sinto.

Inserida por fwrlia

⁠as coisas que ocorrem na minha vida sao consequências das minhas decisões

Inserida por Yagopessoa

⁠Quando a gente conversa, meu coração fica mais forte,
Quando sei que vou te ver, minha mente libera endorfina,
Quando te vejo me sinto voar,
Vc me faz chegar ao jubilar!

Inserida por luis_cesar_braz

⁠Minhas acções definem minha magnitude.

Inserida por apolenario-portugal

⁠Eu estou todos os dias querendo ser eu, mas talvez essa não seja só a minha vontade, pode ser a sua, a dele e a dela... só por eu estar pensando nisso há algum tempo, estou vendo que esse tal de "eu" ainda não sou.

Inserida por OVerneckLucas

⁠Meu amor, és a minha rosa mais linda, favorita e aromática plantada no centro do meu coração.

Não quero ser apenas a borboleta que aprecia a tua formosura e a sensualidade da tua beleza mas também a abelha que se alimenta da doçura dos teus lábios e do teu corpo.

Inserida por Jackson7