Apagar a minha Estrela
Você é meu alibe
Vocêé a minha felicidade
Você é o meu tormento
Você é o minha fidelidade
Você é meu chodo
Você é o meu ar
Você é a minha luz do dia
Você é o meu luar
Você é minha conpreensão
Você é o meu coração
Você é a chama da minha paixão
Você é o meu pensamento
Você é o meu descanso
Você é o meu tempo
Você é o meu encanto
Você é o meu viver
Você é o meu companheiro
Você é o meu bem querer
Você é o meu por do sol
Você é o meu calor
Você é o meu amigo
Você é o meu amor.
Minha deusa Gaia
Olhai pelo meu pequeno
Ganhou o mundo
E partiu ao seu destino
Não me cabia mais nos braços
Não o tenho mais em minha companhia
Mas em tua
Que sei que o guiara
Pelos caminhos índigo
Deste planeta
Desta alma marinho como o céu
Num entardecer
Nutra meu menino
Com o mesmo carinho que nutri
Pois agora já não me pertence mais os cuidados
Virou gigante
Dono de si
E os seus caminhos
Entrego a ti
Mãe terra
Se eu pudesse esplica o q tah acontecendo e o q aconteceu cmg, o q c passa na minha vida, na minha cabeça e o q principalment c passa no meu s2, em uma unica, soment uma unica frase, seria: CANSEI D ACREDITAR...
suponho que está tudo consumado, meu amor, minha alegria, meu cansaço está tudo consumado,meu ar, meu lar, meu paladar, está tudo consumado ao seu lado.
Pai, não poderias eu descrever sua vida e minha gratidão por ti. Mas, digo: eu te amo, mesmo com todos os seus defeitos. Jamais deixarei de te amar...
O que é o amor?Se não uma sensação,
Que inunda minha cabeça e coração,
Com diversos pensamentos,
Sem qualquer lamento,
Amar não é lamentar-se,
E sim viver intensamente,
Este amor presente,
Em nossas mentes,
O amor é isto,
Um sentimento puro,
Mais primitivo que a fome,
Que existe nos Homens.
Vem minha doce e majestosa flor.
Vem trazendo teu amor.
Que eu entrego minha alma.
E tudo mais que há em mim.
Tudo em meu coração.
Será teu de puro agrado.
Meu corpo se aquece ao teu.
Farei de ti meu caminho.
E o brilho dos olhos seu.
Serão luzes a nos guiar.
Vem tão bela e meiga flor.
Adoro-te há velhos tempos.
Meu ser já te procurava.
Por vastos campos sem fim.
Minha alma triste vagava.
E a lugares entrava.
Em busca do cheiro teu.
E agora que estas comigo.
Pra você eu sempre digo.
Teu homem sempre fui eu.
Sentei a beira do lago.
Pra refletir sobre a vida.
Fiquei de cabeça baixa.
Pensando em minha querida
Escutando a natureza.
Eu percebi que ali.
Só havia paz e beleza.
Flores, belos colibris.
E enquanto eu refletia.
Passava o tempo por mim.
Pássaros belos cantavam.
Melodias lindas, sem fim.
E tudo ao meu redor.
Foi ficando colorido.
Já me sentia melhor.
Cheguei triste e casbibaixo.
E quando então dei por mim.
Tristeza foi rio abaixo.
Fui embora para casa.
Pensando naquele dia.
Que somente a natureza.
Devolveu-me a alegria..
quando fecho os olhos em minha cabeça a varios pensamentos,cada pensamento com sua vóz.Mas todos eles mim levam ao um só lugar. você.
Queria pintar um quadro.
Um que possa mostrar toda ou parte da minha vida.
Um que seja representativo daquilo que sou, penso e vivo.
É mesmo uma pena, a ausência desse dom.
Caso o tivesse, seria diferente.
Um dia desses, assim como hoje, com muitas idéias na cabeça e pouca habilidade manual, deixaria de escrever esse texto e, com pinceladas, pintaria o meu quadro.
Um quadro de minha total ou parcial vida.
A idéia do quadro é boa, sobretudo quando se tem a possibilidade (quase que como código) de apenas o autor saber o que queira transmitir.
Quantas vezes nos deparamos com obras de artes que não entendemos coisa alguma?
Mas um quadro é um quadro.
Foi objeto de inspiração. Alguém se lançou a ele quando ainda era apenas uma tela seca, vazia e sem nada.
Pintar um quadro é colocar vida no nada. É dar uma identidade ao nada.
Pintar o seu quadro é, acima de tudo e abaixo do nada, expor-se.
Quais de nós teríam essa coragem?
Gostaria de pintar o quadro.
Mas não seria explícito.
Misturaria tons, texturas, e o que mais fosse possível.
Não esperaria receber aplausos, mem críticas.
Afinal de contas, esse seria meu quadro.
Afinal de contas, num quadro se conta o que se quer.
Vou pintar um quadro.
Vou pintar por aí.
No mais, boas pinturas a todos!
Folia
O meu pranto virou o silêncio
E minha fúria tornou-se o espanto
E o sembante do meu rosto macio
Tornou-se este meu breve desencanto
Nele posso ver meus sentimentos em vicio
Que pede apenas que eu fique mais perto
E saia da morbidez deste precipício
Pois sou o errado do meu lado mais certo
Faço das palavras minha única moradia
E nelas eu me acho, eu me perco
Peso silêncio á minha euforia
Para achar-me em meu lado mais louco
Talvez,eu me canse desta minha folia
Ou apenas necessite de mais um pouco.
Rollf Fiore
Teu doce sorriso.
Permanece de ti doce lembrança
Em minha alma repleta de tristeza
E o amor que existe é com certeza
A chama que mantém esta esperança.
Se após o temporal vem a bonança
Arranjo sábio da santa natureza
Após as crises de dor vem a beleza
De recordar o teu riso de criança.
Se a garra adunca da tragédia avança,
Lembrar o teu sorriso é um escudo
Que não cede, não pende nem balança,
E ao vê-lo, apaixonado quedo mudo
E minha alma a teu olhar se lança
Vendo paz e bondade em quase tudo.
Gostaria de lhes apresentar minha outra pele. A que foi gerada pela matéria dos desejos de Deus e que agrega todas minhas emoções. A, cuja essência habita o plano átmico donde procedem todos os poderes inerentes a nós. Quero-lhes apresentar minha Alma! Ela se envereda no pulsar do mundo provando o mel o fel, revelando-se à Luz através da escuridão. Sua potência é contemplada pelo Grande Pai. Livre, ela descobre-se intensa, iluminada, gerada para o universo que tudo lhe dispõe. Quando ela se descobriu não foi menos grandioso que quando nasceu: Foi mágico estar eleita a possibilidade duma grandiosidade Divina; descobrir que o amor é o espelho da própria vida. Essencial saber que sua essência é a encarnação dos atributos do PAI. Minh’alma não é uma alegoria dos caprichos humanos: Ela é um pólo que imanta e anima o sorriso da Divindade. Meu corpo? AH, ele é uma miragem; sombra do meu real ser; matéria devoradora de si mesma; natureza ecológica de minh’alma! Ele morre. Minha alma todos os dias nasce e se precipita na imensidão do amor de DEUS. (Autora: Rammara)
Vem, noite! Descansa minha fraqueza humana no murmúrio da brisa suave que canta em meus ouvidos e alegra-me. Pelo respeito da voz altiva que a natureza nos traz, não venha menos bela que quando me fez descobrir a rota das estrelas e nem entorne meu ser na vil calúnia dos dias insolentes. Docemente, seja cúmplice deste momento tão meu. Não me deixe fraquejar e me poupe do dia que me rouba as horas como um ladrão impune e de coração estreito; pois o dia transforma as pessoas em máquinas incontroláveis, e você, noite, as transmuta em si mesmas. Ah, noite amada, segue com passos lentos e estenda meus momentos até o infinito onde o medo se desmancha! Não se vá até que todas as frases sejam ditas como notas musicais; São musicais meus pensamentos! Afinal, você, noite, é das sombras, dos mistérios, dos boêmios sonhadores, mas na sinfonia do silêncio você acalanta o sono daqueles que dormem e que sonham para amenizar o dia que vem. Demora mais, noite! Assim lhe trarei o dia com a mais bela e doce brandura.
