Anjo de uma Só Asa
Para você te ofereço
o meu amor quente,
O meu poético
Baião de Dois Cearense
tudo aquilo só pertence
a gente e ninguém
mais cabe participar,
Você é meu na grandeza
e neste oceano de amar.
Todo o dia eu provoco
só um pouquinho,
Agora chegou a vez
do Arroz de Cuxá
e do Peixe Frito,
Você sabe muito
bem o quê eu venho
querendo contigo,
E de boba só tenho
a cara e sei muito bem
o quê você quer comigo.
Ser solteiro ou ser casado
só diz respeito a você,
O Estado Civil é apenas
uma escolha na vida
que deve ser feita
de maneira significativa,
Porque o único estado
que me importa que
você seja muito feliz.
O Sanguanel da lenda
só existe nela e no poema,
Cuide das suas crianças
porque o mel quem
nos dá são as abelhas,
O mundo não oferece
para a vida doces esquemas.
Sem você não posso sorrir,
não posso ir nem vim,
só vejo escuridão
só ouço o choro do meu coração,
só me encontro com a solidão,
só existe você em meu coração.
Sem você me sinto perdido,
não encontro abrigo,
meu sorriso não existe,
vivo triste.
-ÁG-
Eu estava só, desamparado, perdido neste mundo vasto
Não via luz apenas escuridão,
E então você apareceu e roubou meu coração.
-ÁG-
Me sentindo perdido na escuridão
Como em uma noite escura e fria
Onde só se via escuridão e neblina
Então encontrei a luz
Essa luz tem um rosto e um jeito perfeito
Invadiu meu coração e não sai da minha mente
Sorriso que irradia, olhar penetrante
Abraço envolvente e um beijo ardente
Jeito manhoso e dengoso,
Misterioso e bondoso
Um brilho no olhar que causa inveja as estrelas
Mulher forte e delicada
Guerreira, mas uma dama honrada!
ÁG
Mesmo que já tenha desistido, sua fé só está esperando a melhor hora e oportunidade para lhe fazer sorrir
Da rosa damascena
a pétala solitária
carregada pela brisa,
Só do meu amor
é que você precisa,
e ninguém há
de nos desencantar.
Da mesma maneira
que você comigo
anda sonhando,
Da minha parte
não consigo seguir
adiante disfarçando.
Da rosa tremenda
a pétala repousada
na grama como sinal
da tempestade que
há de ser passageira
e das geminídeas,
elegi ser a Lua sonsa.
De tudo teu para mim
que tens premeditado
Da minha parte
a recíproca é verdadeira,
A boca segue muda
e o coração cantando.
Quando leio ou escuto que sou de esquerda, centro ou de direita aqui no Brasil só me vem a seguinte frase na cabeça:
- Deixe de ser ridículo!
Só para poetas, escritores e estudantes e afins com conteúdo postado fora das redes sociais: quando houver confronto de horários de prints nos seus posts nas redes sociais em posts de muitos anos, use os aplicativos para caçar plágio que eles encontram o seu post mesmo que ele não esteja indexado no Google.
Há uma infinidade de aplicativos caçadores de plágio para auxiliar na sua busca como uma maneira ainda mais robusta de comprovar a sua autoria.
O General foi preso
indevidamente só
por pensar diferente,
Pensar diferente para
uns é um crime por
não aceitarem ter
na vida um divergente.
A prisão de consciência
do General é reconhecida
publicamente muito
além das habituais listas,
Não há como ser indiferente
com uma tropa que
como ele sofre intermitente,
As vozes dos clamores
pela liberdade de todos
têm sido crescentes.
O General foi preso
no dia treze de março,
do ano 2018 no meio
de uma reunião pacífica
no Hotel Presidente,
e preso segue injustamente
sem acesso a justiça só
porque pensa diferente,
e nunca foi indiferente.
Só sei de uma coisa
sobre quem pensa
que pode destruir
caminhos colocando
destinos fora de prumo,
e que assim está
caminhando no rumo certo:
"No tiene sueños,
ni alas, solo silencio
y soledades amargas".
Há presos de consciência
soldados e outros não,
A luta deles é a mesma,
só não vê quem não quer,
A justiça tem feito deles
sempre o quê bem quer,
e não para de malmequer.
O quê é vejo contra eles
é o silêncio programado
o tempo correndo frouxo
e um inferno requintado;
Um fato latino-americano
que provou que nunca
o passado foi passado.
Soldados e outros não,
presos não deveriam
ter sido e nem mesmo
continuado como estão,
A liberdade deles deveria
ter sido o primeiro passo
desde o primeiro minuto
desta rodada de diálogo.
Ainda quero crer na sorte
justa para todos eles,
Minha poética insistente
não se esquece nunca
do General injustiçado
que ousou pensar diferente.
Só não vê quem não quer
que a lei do mais forte
sempre acaba pesando sobre
quem tem a boa fé de crer
na liberdade de se entregar
de corpo, alma e coração.
Em vez de condenar planos
de poder por covardia,
eles optam em calar vozes
como a do General que foi
preso numa reunião pacífica
e que espera sem êxito até
hoje por liberdade e justiça.
Só não vê quem não quer:
a jogatina geopolítica
jamais reconhecida
que pisoteia toda a gente,
e a roda da vida que vem
se suportando porque
quase nada está evoluindo.
Eles fingem que não
veem tal problemática
porque para eles
anda sendo conveniente,
O quê menos importa
é a dor da tropa
que também é gente.
Eles optam por gosto
com quem é conivente
com a dor famigerada
da espera gota a gota
do diálogo da rodada
em pleno México,
porém se esquecem
que Deus está vendo....
Não dá para ser
plena e feliz só
de saber que o poder
na Colômbia não
se sente em dívida
com as vidas das crianças
que foram bombardeadas.
É deste continente
inundado por golpes,
desgraças existenciais,
prisões políticas, traições,
e onde se beijam
as autoproclamações:
Os meus versos
latino-americanos
têm sido escritos.
A mais frágil filha
de Bolívar levou
a autoproclamada presa,
não me dou satisfeita
porque faltam muitos
responder por crimes
e profundas ofensas:
Os meus versos
latino-americanos
ainda estão amargos.
É do continente dominado
por tramas profundas,
ondas de fanatismo
que a minha poesia
feita de insistência
e de liberdade
com toda potência:
Com audácia reclama
por uma leal tropa
injustamente presa,
e um General que
há mais de três anos
é preso de consciência.
Só com amor
é possível respirar,
E as diferenças
nas mais sutis
fronteiras superar,
Não me canso
de ser grata
à Venezuela
por tudo e tanto;
Ela foi capaz mesmo
com tudo o quê
vem passando
tornou o caminho
latino-americano possível
para o meu povo viver,
(deste oxigênio para nós
jamais vou me esquecer).
Não vou mentir que
ainda quero saber:
da tropa, do Capitão-de-Navio
e do General que preso
injustamente não deve permanecer,
(perdão por não conseguir me conter).
O Sol da Venezuela nasce no Esequibo,
só não sei quando nasce
a justa liberdade para o General,
não é possível que não
exista nenhuma resposta sobre isso.
I
Micropoema à 30 de novembro...
Mesmo que ninguém me veja,
porque se trata de só mais um poema,
misturado no ar e entre a tropa,
(na boca do povo com toda a certeza),...
quero saber se soltaram
o General que preso não
deveria nenhum minuto estar;
não tenho nenhuma notícia
quando a Justiça vai o libertar.
II
Micropoema à 1 de dezembro...
Outros mais de duzentos já
(deveriam para casa voltar),
apenas só soltaram vinte e seis;
com um pouco mais de boa vontade
não é difícil fazer cumprir as leis,
como se encontra o General:
Socraticamente só sei que nada sei.
Se o amor romântico é uma construção social, então cabe a todos resgatá-lo, porque na marcha que sociedade anda, não vamos bem.
