Aniversário de 18 anos
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo. O passado é referência e não residência.
João 18.36: Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo... Muitas pessoas ainda não entenderam que o Reino de Deus não se amolda aos reinos do mundo, pois Jesus disse: Não é assim entre vós... Mateus 20.25-26. No reino dos homens temos o rei e os súditos; os súditos vivem para servir ao rei e a sua família; trabalham para eles, produzem para eles, vivem para eles, respiram para eles, dependem deles... Mas no Reino de Deus a relação não é de rei para súditos, mas de Rei para Filhos; Pois O Reino de Deus é um Reino de Filhos e filhas, todos que disseram sim para Jesus se tornaram filhos e filhas do Abba (João 1.12; Rm 8.14-16; Gl 3.26; Gl 4.4-6; 1ª João 3.1-2); nesse Reino todos tem acesso ao trono da graça (Hb 4.16; Hb 10.19-20), sem restrição, sem exploração, sem manipulação, pois é um Reino de filhos e filhas.
Em média entre classe baixa, média e alta custa 2.400.000,00 criar um filho até os 18 anos. E se deixar alguma herança, isso pode se elevar mais ainda. Por mais que ajude seus pais, nunca conseguirá pagar
o que seus pais precisaram pagar pra vc chegar onde está e ser o que é. Você ainda acha que seus pais te devem alguma coisa?
18 de junho - Dia do Químico
Haicai da Química
Átomos andam
As ligações se rompem
Há transformação
17/06/26
Palácio de Versalhes, 18 de junho de 2026
Entre a assinatura do acordo da trégua
de Donald Trump (EUA)
e de Masoud Pezeshkian (Irã),
repousa apenas o intervalo
entre o último bombardeio
e o próximo.
✍@MiriamDaCosta
UM SONHO QUE TIVE EM 18/10/2026...
O Roteiro de uma Vida Inteira!!
Tive um sonho que parecia o roteiro completo de um filme. Eu era a protagonista e, ao meu lado, orbitavam dois coadjuvantes essenciais para a trama da minha juventude.
A cena começa com o tempo presente. Eu caminhava por aquela mesma rua após muitos anos, muitas décadas. Parei em frente àquela casa. Em toda a minha vida, entrei ali no máximo três vezes, mas lembro de cada detalhe com uma nitidez cirúrgica.
A primeira vez foi há mais de vinte anos. Eu estava acompanhada de um grande amigo alguém com quem, hoje em dia, ainda troco cumprimentos cordiais quando nos cruzamos. Naquela época, ele me convidou para entrar, e eu fui. Lá dentro, nos reunimos os três. E foi então que ele surgiu: o garoto do violão.
Ele tinha o sorriso mais lindo e arrebatador que já conheci. Lembro do seu jeito gentil, dos pés levemente levantados nas pontinhas, apoiados atrás das pernas da cadeira onde se sentava. Ele arranhava algumas notas no violão e cantava uma música qualquer. Eu não conseguia prestar atenção na letra; estava perdida em tudo o que ele significava naquele instante. Fiquei apenas admirando seu rosto, seus olhos, e aquela pequena marca no lado direito, logo abaixo do olho. Seus lábios não eram carnosos, mas ganhavam vida em um sorriso perfeito que encontrava o meu olhar enquanto cantava. Eu me perdia naquele encanto, contemplando-o sem nenhuma expectativa, sem projetar o futuro, embora alguns beijos casuais já tivessem acontecido entre nós no passado.
A surpresa veio na hora de ir embora. Eu estava com nosso amigo em comum que na narrativa real chamarei de TJ, ou Thomas. Confesso que eu e TJ tínhamos uma amizade colorida. Era o tipo de cumplicidade que nos fazia trocar abraços apertados e beijos escondidos em alguma esquina escura, sempre depois das onze da noite, quando voltávamos da casa de umas amigas. Nós nos curtíamos, mas sem cobranças ou rótulos; tínhamos uma química leve. Eu não sabia se ele alimentava sentimentos mais profundos por mim, mas a verdade é que meu coração já pertencia àquele menino do violão. Não era um sentimento recente, eu apenas não conseguia enxergar como ou quando ficaríamos juntos. Deixei que o tempo respondesse.
TJ era meu confidente. Conversávamos sobre tudo. Ficamos algumas vezes, até que aquele garoto loiro que um dia, numa fila de escola, havia marcado meu coração reapareceu na cidade. E ali estávamos nós na casa dele. Ele na minha frente, com o cabelo loiro na altura dos ombros preso em um pequeno coque que o deixava incrivelmente charmoso. Ele transbordava carisma, era popular na cidade e todas as meninas o queriam. Eu sentia que nem tinha como competir.
Ao longo daquela época, visitei o quarto de TJ apenas três vezes. Lembro do computador instalado na parede ao lado da porta, da cama de solteiro encostada e da cadeira de escritório. Na primeira vez em que ficamos completamente sozinhos ali, sentei-me tímida, envergonhada pela presença dos pais dele na casa. TJ deitou-se na cama e eu permaneci de pé ao lado. Foi quando ele soltou no ar: "Já pensou, Aline... e se um dia a gente se casasse?". Eu, que guardava meu amor pelo garoto do violão, desconversei imediatamente: "Eu, hein? Tá doido?", e saí dali rindo.
Em uma segunda visita, fui acompanhada de uma colega, a Alice. Ela resolveu o que precisava e foi embora, mas eu acabei ficando para conversar. Naquele dia, porém, eu já não tinha intenção alguma de beijá-lo. Olhei para a tela do computador ligado e vi dezenas de coleções de fotos de uma amiga nossa. TJ estava completamente apaixonado por ela, mas o sentimento não era recíproco; ela o achava feio, algo que, por óbvio, guardei para mim. Aquela foi a última vez que entrei no território dele. Nunca contei à nossa amiga o que vi naquele monitor. Mantive silêncio absoluto, e nossos beijos de esquina cessaram para sempre. Passamos a ser apenas conversas jogadas fora em um grupo de amigos que se reunia, ironicamente, bem em frente à casa da garota que ele amava. Sabendo que ele não teria chance com ela, decidi intervir e perguntei à irmã dela se gostaria de ficar com TJ. Ela aceitou, e o romance deles aconteceu. Pouco depois, comecei a me afastar do grupo por conta de uma mudança de cidade, deixando para trás a saudade de todos eles.
Mas voltando à cena daquela tarde com o garoto do violão: quando eu e Thomas nos despedíamos dele para ir embora, veio a reviravolta. Ele olhou para Thomas e disse, com firmeza, que ele poderia ir sozinho, pois ele mesmo faria questão de me levar até o meu destino. Um sorriso involuntário brotou em meu rosto. Pude notar um lampejo de tristeza nos olhos de Thomas por ter que retornar solteiro, mas eu não perderia aquela oportunidade. Aceitei. Ele ligou a moto e partimos juntos rumo ao desconhecido. Não me lembro para onde fomos, mas aquele foi o início de uma jornada que eu não sabia onde daria.
Até aqui, cada linha desta história foi a mais pura realidade. Mas agora preciso contar o que o sonho fez com o roteiro.
No universo do sonho, muitos anos haviam se passado desde a última vez que nos vimos. Ao caminhar em frente à casa dos pais dele, notei um veículo do Exército estacionado, um jipe conversível verde-oliva. Cheguei a memorizar a placa para pesquisar mais tarde. De repente, a porta da varanda se abriu e ele surgiu.
Mas não era o mesmo rapaz. Não havia um único traço do jovem carismático de outrora. Fiquei em choque, me perguntando se aquele homem era realmente ele. A instituição militar parecia ter destruído tudo o que ele tinha de melhor. A doçura e a gentileza haviam evaporado. Em seu lugar, vi um homem obeso, careca, sem os dentes da frente e com um comportamento hostil. Passamos a tarde inteira conversando, e percebi que ele havia se transformado em um homem arrogante e rude. Um completo babaca.
Passado o impacto daquela tarde incômoda, o sonho encontrou o seu desfecho. Eu acordei e estava de volta à realidade, ao lado do meu esposo.
No sonho não aconteceu absolutamente nada físico; fomos apenas duas pessoas conversando. Mas a experiência serviu como uma poderosa metáfora do subconsciente. O tempo transforma tudo: altera aparências, molda personalidades e reconstrói as nossas perspectivas sobre quem um dia amamos. Aquela idealização da juventude já não existe mais, e se nos cruzássemos hoje na rua, seríamos completos estranhos.
Sei que na vida real ele não se tornou aquele homem do sonho, e honestamente desejo que ele seja tão realizado, e feliz quanto eu sou. Mas a maior revelação desse roteiro noturno aconteceu quando despertei e olhei para o homem lindo e incrível com quem sou casada hoje.
Percebi que todo aquele amor que cultivei no passado não foi perdido; ele foi reciclado, amadurecido e hoje pertence, por inteiro, ao meu amor do presente. Eu construí uma história real e sólida. O passado só precisou visitar o meu sonho para me provar que não deixei nada para trás. Eu vivi, eu sonhei e, acima de tudo, eu agradeço.
05:55 da manhã 18 de setembro de 2024
Sonhei pegando um ônibus em uma rodoviária, fui em Teresina, comprei vários vestidos e algumas bolsas pretas que estavam na promoção, eu não gostei muito das bolsas depois, comprei, mas depois estava em dúvida se realmente era para ter comprado, eu pensei em vender elas, mas não sabia como, porque tinha que alugar um ponto e no marketplace do Facebook, já não dava mais, porque estava restrito pra mim.
Depois parei em uma casa, onde eu estava apressada para ir há algum lugar, porém eu tinha que preparar o almoço para meus irmãos, eu estava cozinhando uma carne muito macia, para guardar e preparar depois, resolvi adiar a ida e preparar logo a comida, que não levaria muito tempo, então acordei enquanto despedaçava a carne para preparar o almoço.
18/11/2017
No sonho eu caminhava alguns passos, enquanto muito sangue saia de dentro de mim pela boca.
Cada passo, era sangue que não se podia medir, não era tosse. Simplesmente esguinchava de dentro da minha boca.
O chão estava alagado, todo vermelho, do sangue mais vermelho que eu já pude ver.
Talvez eu tivesse derramado já alguns copos de sangue, que meu corpo já não tinha forças pra ficar em pé.
Só lembro da minha mãe desesperada e pedindo ajuda para o meu pai.
Tudo o que ele iria fazer era ligar para o hospital.
E realmente ligou, mas foi tarde demais, eu perdia tanto sangue que só lembro de não conseguir respirar mais e caí ao chão.
Morri novamente no sonho.
A respiração era impossível. Fiquei sem fôlego, e finalmente dei adeus a vida.
Acordei sem entender nada novamente.
Depois dormi de novo, lembro que sonhei com a morte da minha avó, mãe da minha mãe.
Minha mãe ao receber a notícia, chorava muito.
Só sei que acordei novamente, e não consegui mais dormir porque já era dia.
Quantos pesadelos.
Parece filme de terror, ou conspiração demoníaca.
Mas, Deus está comigo.
Nada pode acontecer quando ele estiver sempre sendo meu guardião, e meu pai eterno.
Em 28 de julho de 2024, tive um colapso séptico que me levou a morte, mas consegui ressurgir.
3 cistos hemorrágicos, corpo em decomposição por dentro, apodrecendo de tanta inflamação.
A cirurgia de emergência me salvou, mas deixou muitas sequelas também.
Em pleno 2026, passei por outra cirurgia e estou me recuperando há 11 dias.
O meu corpo ainda pede socorro, mas estou á salva.
Nunca duvide dos recados dos seus sonhos.
Eu sempre soube que havia algo errado e nunca duvidei deles.
Cuide - se!! ❤️
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
[18/3/2026 15:37] Alinny de Mello: Acabaram de me levar no postinho pra tirar os pontos
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Agora é total repouso
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Pra sarar novamente
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Daqui há 3 meses
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Vou estar legal
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Se Deus permitir
[18/3 15:37] Alinny de Mello: 🙏😊
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Espero que você esteja bem, te amo muito
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
Príncipe,
Hoje faz 18 anos que você partiu, o tempo passou e me ensinou a lidar com sua ausência. Não posso dizer que foi sem aviso, sem despedida, porque você se despediu sim… nós é que não queríamos ver. Como o vento quente de verão, pesado e intenso, você seguiu o caminho das estrelas e repousou na Lua.
A dor que antes me acompanhava foi se transformando, suavizando com os dias. Hoje não carrego mais o peso da perda, mas guardo os momentos, as lembranças que se tornaram eternas. Cada gesto, cada palavra, cada silêncio seu vive em mim como um tesouro.
E quando olho para o céu, encontro você nas estrelas, na Lua, no infinito. É ali que sinto sua presença, não como ausência, mas como luz que continua a me guiar. Você sempre falava do céu, das estrelas, da Lua… e hoje eu entendo. Era ali que estava sua ligação mais profunda, seu refúgio, sua poesia. Por isso eu prefiro acreditar que você está lá, sentado na Lua, olhando para mim, assistindo tudo do alto.
Nossa história teve fases doces e também turbulentas, mas todas foram únicas. Na minha infância, você foi meu príncipe sem defeitos. Na adolescência, não tão perfeito, mas ainda assim meu príncipe. E hoje, mesmo com o tempo, você continua sendo meu guia, meu espelho, meu príncipe eterno.
Você teve atitudes que me mostraram o que é bom e também o que não é tão bom. Com seus exemplos — nos acertos e nos erros — eu aprendi a distinguir caminhos, a valorizar o que importa, a me tornar quem sou.
Hoje, não carrego mais a dor da sua partida. Ela foi se transformando, foi indo embora aos poucos… e o que restou foram as lembranças. Guardo cada momento, cada gesto, cada palavra, como tesouros que me acompanham e me fortalecem.
Pai, eu falo com você todos os dias, mesmo sem resposta. Falo com o céu, com as estrelas, com a Lua… porque sei que de alguma forma você me escuta. E eu sigo aqui, com amor eterno, com gratidão infinita, com a certeza de que você nunca deixou de ser parte de mim.
20 de outubro, às 18h40. ❤️
Nervosismo, metáforas, códigos,
um pedido e você.
Tantas coisas guardadas no peito,
tanto amor querendo acontecer.
Vendei seus olhos, pedi confiança, e você com medo do que viria a seguir.
Me ajoelhei diante de você, com você inteira no meu coração.
“Namora comigo?” — perguntei baixinho,
com medo de não saber me expressar.
Mas suas lágrimas, seu abraço e seu beijo foram tudo o que eu precisava escutar.
E, naquele instante, o mundo parou,
e eu só conseguia olhar pra você.
Como pode alguém despertar tanto em mim e ainda me fazer querer mais de você?
Eu sei que nem tudo será tão fácil, que existem batalhas que vamos enfrentar.
Mas, se for pra atravessar os dias difíceis,
que seja contigo, com sua mão na minha a me acompanhar.
Porque eu não quero apenas os seus dias bonitos, quero conhecer cada parte de quem você é.
Quero seus risos, seus medos, seus sonhos, e ser seu abraço quando o mundo pesar.
Quero os beijos demorados, as conversas que não têm hora pra acabar, o carinho escondido nos pequenos gestos e a paz que encontro só de te abraçar.
Porque, por trás dos códigos e metáforas,
existia um sentimento difícil de esconder.
Eu tentava encontrar palavras bonitas, mas nenhuma parecia suficiente pra falar de você.
E você disse sim.
E como explicar o que senti ao perceber que você também queria ficar?
Meu coração, que já era tão seu em silêncio, agora tinha a liberdade de te amar.
20 de outubro, às 18h40: o dia em que te pedi pra ficar, sem saber que, ao ouvir seu sim, eu teria ainda mais motivos pra me apaixonar.
E, minha menina, se me perguntarem o que eu quero, não preciso de muito para responder: quero o privilégio de viver a vida contigo, e descobrir, todos os dias, novas razões pra escolher você.
Não sei quantas páginas ainda nos esperam, nem tudo o que o futuro vai trazer.
Mas, se existe algo que quero em cada capítulo, é encontrar você em cada um deles.
Porque eu não quero te amar só neste instante, nem fazer do nosso começo o mais bonito que haverá.
Quero que o tempo passe e, mesmo depois de tanto, meu coração ainda encontre motivos pra te amar.
E, se naquele dia eu me ajoelhei diante de você, foi porque meu coração já não sabia disfarçar.
Entre tantas coisas que eu poderia pedir à vida, a minha favorita foi ter você pra amar.
E agora, entre tantos sonhos que carrego comigo, existe um que eu quero realizar:
crescer ao seu lado, construir nossa história e nunca perder a vontade de te beijar.
Porque, no fim, entre tudo o que eu poderia dizer, entre mil promessas e mil formas de explicar...
Eu escolhi você naquele 20 de outubro.
E quero continuar escolhendo, te amando e me apaixonando, todos os dias, enquanto a vida nos deixar. ❤️
[18/09, 16:26] Juliano Rosa: Quando você muda, tudo em sua volta muda
[18/09, 16:27] Juliano Rosa: O filme O todo-poderoso
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