Ânimo, Coragem e Fé
O poeta da triste figura
Inspirado por D. Quixote, contemplo o mundo com esperança, carregado de idealismo, nostalgia e honra. No meu peito, pulsa o coração de um sonhador, alimentado pelo desejo fervoroso de ver a humanidade e o mundo ao meu redor alcançar sua mais nobre e elevada essência. Sou um eterno idealista, espero sempre o melhor, mesmo quando o horizonte se mostra tempestuoso e sombrio. Sonho com o V império, aquele renascimento espiritual que impulsionaria a sua essência mais profunda para o cenário global.
Avanço cautelosamente, passo a passo, sem temer fazer o ridículo por me agarrar firme à convicção de que vale a pena erguer o estandarte dos valores que parecem esquecidos e enterrados.
Em meio às brumas do tempo, encontro a melodia da nostalgia e da melancolia, uma canção que ressoa profundamente em mim. Sou tocado pela tristeza que vem da percepção da imperfeição do mundo, mas tento vislumbrar beleza mesmo nas sombras que cobrem o mundo profano.
O meu sentido de integridade e retidão guia os meus passos, são os valores que me mantêm firme no meu propósito, mesmo quando o universo, e eu mesmo, questionamos a minha sanidade. Sigo um código de conduta que pode parecer antiquado aos olhos do mundo, mas que para mim representa a essência mesma da integridade e da autenticidade.
Assim, como poeta da triste figura, sou uma sinfonia de contradições, navegando entre sonhos e realidade, idealismo e desilusão, coragem e vulnerabilidade. Sou um reflexo da complexidade da condição humana, buscando incessantemente por significado e beleza num mundo que muitas vezes parece indiferente à minha busca.
Entenda que:
Nenhum homem pode ocupar o espaço que só Jesus pode preencher. Porque ainda que o homem tente ocupá-lo, você permanecerá vazio.
Mas, infelizmente, o que se sente, dia a dia, com mais força aqui, menos ali, em qualquer dos mundos em que o mundo se divide, é o homem simples esmagado, diminuído e acomodado, convertido em espectador, dirigido pelo poder dos mitos que forças sociais poderosas criam para ele. Mitos que, voltando-se contra ele, o destroem e aniquilam. É o homem tragicamente assustado, temendo a convivência autên tica e até duvidando de sua possibilidade. Ao mesmo tempo, porém, inclinando-se a um gregarismo que implica, ao lado do medo da solidão, que se alonga como “medo da liberda de”, a justaposição de indivíduos a quem falta um vínculo crítico e amoroso, que a transformaria numa unidade cooperadora, que seria a convivência autêntica.
Você realmente quer mudar de patamar profissional? Mais do que vontade, isso exige determinação, autoconfiança e comprometimento com metas ousadas e transformadoras.
Vingue-se de você mesmo!
Quando errar, vingue-se de seu próprio erro.
Tente novamente; faça melhor dessa vez!
Vingue-se de seus fracassos provando a si mesmo do que você realmente é capaz: fazer e ser melhor que ontem, melhor que seu passado, melhor que suas falhas, melhor que suas desculpas.
Perdoe-se quando conseguir vingar-se de si mesmo, porque nesse momento, você superou a si mesmo.
Sou sonhador, de olhos no além,
Busco o impossível, onde o vento vem.
No coração, carrego a fantasia,
A crença de que tudo se faz em poesia.
Sonho com um mundo de paz e luz,
Onde a esperança brilha e a dor reduz.
Caminho sem medo, de mãos abertas,
Pois sei que os sonhos têm portas abertas.
Sou sonhador, com alma a voar,
No céu de ideias que não param de brilhar.
Cada passo é um sonho que se constrói,
E no final, é a coragem que nos faz heróis.
Sonho com um amanhã mais justo e real,
Onde o amor seja nosso farol, sem igual.
Sou sonhador, e nunca vou parar,
Pois sei que é no sonho que encontramos o nosso lugar.
Todos os processos que você enfrentar na vida, é apenas um passo ou uma escada para alcançar o sucesso que tanto sonha, mas para isso acontecer deve haver luta, coragem e determinação.
Por vezes, a liderança é como uma densa floresta que o líder segue desbravando. Abrindo caminhos com a lâmina da coragem, da inspiração e da lealdade.
José Guaracir
2024
Trezentos e sessenta e seis dias que me mostraram diversas percepções de tempo: alguns dias duravam horas, em outros couberam meses nas mesmas 24. Um ano incomum, que me tirou do centro por alguns longos meses e me obrigou a sentir como é estar fora do controle. Aquele controle que por tantos anos foi a minha base, o meu pilar: o controle das coisas, das situações, do corpo, de si. Aquele controle que, na nossa mais humilde ignorância, a gente acha impossível perder, porque é sempre cômodo pensar que “não temos tempo pra adoecer”.
E como é pesado e confuso receber a visita inesperada da realidade que entra arrombando a porta da alma com os dois pés, em um dia qualquer, sem perguntar se temos tempo pra isso.
Perder o controle é ter vários dias que parecem nunca terminar, é saber que você daria TUDO pra encontrar ele novamente. É sentir que, mesmo se tendo tudo, não se tem mais nada.
Perder o controle é um desastre, mas perder o controle de si é um abismo infinito indescritível. Foi a pior experiência que vivi em 2024 e retomar esse controle foi a maior constatação de vida e presença divina que eu poderia sentir nele.
Um ano que me mostrou mais uma vez como é virar pó e depois asas. Como é ser nada e depois tudo, e vice-versa.
E foi navegando nesse dois mil e vinte e quatro que não morri no mar, que tive oxigênio suficiente, abbastanzza (nem mais, nem menos) e finalmente cheguei na praia. E quando cheguei, apesar de imensamente cansada, pude sentir nos pés aquela areia branquinha, que estava quentinha pelo pôr do sol incrível que pude contemplar. Olhei para o lado e ali estavam as pessoas com quem sempre estive, mas que só no temporal vivi o privilégio de tê-las a fundo, como família.
2024, um ano que me fez entender da forma mais literal possível que, sim, tudo passa. Até a uva.
E por falar em uva, acredita que já passou também o Natal? Chegou o fim de um mês que nunca chegava, de um ano incomum, bissexto, com um dia a mais, que poderia caber uma vida inteira, ou muitas delas — como coube.
Um ano que, se eu pudesse escolher, eu nunca iria querer que ele tivesse existido. E por entender o quão valioso e importante na minha história foi este ano é que o termino muito grata por saber que escolher quais anos viver, sendo bons ou ruins, também não é uma escolha. E também não está no meu, nem no seu controle. E que bom que a gente não escolhe. Que bom que o controle se perde e se acha. Porque, da forma mais dolorosa e bonita possível, este ano valeu a pena. Obrigada por tanto!
Quando foi que começamos a acreditar que a gente precisa decidir o que devemos ser?
Eu sempre gostei de fazer tantas coisas, que me definir em algo me parece tão pequeno e superficial...
Descobrir coisas novas é o que sempre trouxe sentido pra mim
Me jogar numa nova experiência, me reinventar, fazer algo que ultrapasse aquele medo que a gente sente de tentar algo novo, sabe?
Desde criança o que me move é a coragem
Porque é preciso muita coragem pra se permitir viver tudo aquilo que você é,
Com todas as suas nuances e imperfeições
Eu sou uma mulher em movimento!
E o movimento representa pra mim a liberdade que a gente tem para ser.
Essa liberdade que a gente demora tanto tempo pra descobrir que existe
Mas quando a gente se permite, não tem como mais ficar num lugar limitante
Eu também já estive nesse lugar
E quando eu não pude mais viver a intensidade de todos os meus eus, eu voei
Voei para escrever a minha história e ser parte da construção de outras vidas
Porque viver todos os meus eus tem o impacto de mudar não só a minha vida, mas inspirar tantas outras
A minha história, ela pode parecer só mais uma entre tantas, mas a minha essência é única
Viva a sua Essência!
Aproveite cada momento da vida (Carpe Diem, Mt 6:34), lembrando que o tempo passa rapidamente (Tempus Fugit, Sl 102:11) e que devemos celebrar a existência enquanto a temos (Memento Vivere, João 11:25). Aproveite também as noites (Carpe noctem, Rm 13:12) e desfrute da vida com alegria (Frui vita, Ec 9:7).
Tenha consciência de que um dia iremos morrer (Memento Mori, Sl 90:12), o que nos ajuda a valorizar ainda mais nossa jornada. Lembre-se que o tempo consome todas as coisas (Tempus edax rerum, Sl 90:4), as horas voam (Tempus volat hora fugit, Ef 5:15-16), e que a vida é breve, mas a arte é longa (Ars longa, vita brevis, Mc 8:36).
Aceite o destino com amor (Amor Fati, Rm 8:28) e enfrente os desafios com coragem, pois a sorte favorece os corajosos (Fortis Fortuna Adiuvat, Js 1:9). Prepare-se para possíveis adversidades, pensando nos problemas antes que eles aconteçam (Premeditatio Malorum, Pv 27:12). Seja audacioso, pois a fortuna favorece os ousados (Audaces fortuna juvat, Fp 4:13), mas lembre-se de apressar-se com calma (Festina lente, Ec 7:8).
Busque fazer o bem (Summum Bonum, Mt 6:33) e trate os outros com empatia e carinho (Sympatheia, Rm 12:15), cultivando virtudes que enriquecem não só a sua vida, mas também a dos que estão ao seu redor. Use palavras suaves e eficazes (Verba mollia et efficacia, Pv 15:1) e busque conhecer a si mesmo (Nosce te ipsum, 2 Co 13:5).
Mantenha a esperança enquanto houver vida (Dum Spiro Spero, Rm 8:18) e lembre-se que a verdadeira vitória está em vencer a si mesmo (Vincit Qui Se Vincit, Pv 16:32), superando suas próprias limitações e medos. O trabalho tudo vence (Labor omnia vincit, Ec 9:10), mas lembre-se que nem sempre será verão (Non semper erit aestas, Ec 3:2). Caminhe devagar, pois assim se vai longe (Paulatim deambulando, longum conficitur iter, Is 40:31).
Viva cada dia como se fosse único, equilibrando a consciência de nossa finitude com a apreciação do presente, enfrentando desafios com coragem e sabedoria, cultivando virtudes e sempre buscando o crescimento pessoal.
" Somos feitos de silencios que gritam, de sonhos que resistem ao tempo e de cicatrizes que florescem coragem, pois viver e a arte de renascer em cada queda e encontrar beleza ate no caos"
𝐕𝐢𝐯𝐨 𝐚𝐟𝐨𝐢𝐭𝐚…
nem tranquila, nem amena
Muito menos acostumada à vida comum e corriqueira do dia a dia.
Me embriago com vontades, e saio para lugares distantes onde eu possa ver o céu inteiro, me deitar no chão e sentir o mundo rodar.
Não tenho hábitos de rotina, acordo e mudo de ideia, parece confuso, mas é um jeito bom de viver.
Num tempo distante, fui acorrentada às regras e por anos me tornei escrava do olhar e aprovação de quem nem sequer entendia o meu sentimento.
Fui, mas isso já passou;
Vale agora a minha coragem, que não me importa se por vezes soa como loucura…
Vale pra mim o que faço, o que vivo e o que eu sou!
Derrota.
Talvez sempre me falta ciscos
Pois tenho medo de correr riscos
Desde o momento de soltar meus sentimentos
Para não me envolver cem por cento
Então nem sou 8 ou 80
Estou na casa dos 40
Acho justo me equilibrar
Mesmo correndo o risco de desaproximar
Me falta tudo
Principalmente ações que fazem de pessoas
Heróicas
Não vilãs
Talvez eu seja uma pessoa que não concorde com tudo
Neste mundo
Sêneca, meu conhecido
Queria correr o risco de amar e não ser correspondida
Correr o risco de defender meus sonhos em meio a multidão
Com minhas mãos vazias
E ainda me arriscar a perder pessoas de vista
Correr o risco de confiar
Sabendo que um dia eu posso ser traída
Correr o risco de tentar mesmo sabendo que eu vou errar
Talvez não seja livre ainda
Pois só quem corre riscos
Tem sua vida liberta
Mas por um triz
Eu não corro o risco
De largar tudo
E viver como você realmente diz
