Andar na Linha
Sou um Adail o de linha de frente e jamais pedirei à Deus para que tire minhas dores,mas sempre agradecerei à Deus por te-las e por me ajudar à suporta-las,um Adail nunca abdicaria-se a lutar e à cada luta dores sempre serão remanescente,pois as cicatrizes ficam para todo e sempre e não importa quantas surjam porque sou um Adai.
O MEU VERSAR SUSSURRA O NOSSO AMOR
Que poéticos versos tão intensamente
onde, em cada linha o fascínio perfeito
por pretensão e afeto, me tem sujeito
ó paixão ardente, se fazendo presente
Há sentimentos que invadem a gente
compraze. Que faz o sentido satisfeito
dando condição, em um estado eleito
sensação, saudade, sedução oferente
Ó emoção que apossa tão ambiciosa
que entrelaça com o abraço, desejos
livres palavras, ensejos, denso furor
E, então, nesta absorvência atenciosa
cheia de encantos, prazer e de beijos
o meu versar sussurra o nosso amor.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 novembro, 2024, 20’09” – Araguari, MG
"Cada linha de código que você escreve tem o poder de transformar a vida de alguém. Continue criando, continue inovando.
"O maior desafio não é codificar, mas construir algo que faça o mundo melhor. Que seus projetos sejam sempre guiados por essa missão.
"Não existe erro quando se tenta criar para o bem. Cada tentativa é um passo mais próximo de impactar positivamente o futuro.
"Lembre-se: cada aplicativo, cada sistema, cada site que você cria pode ser a chave para uma solução que melhora a vida de muitas pessoas
13/11/2024
Crônica da Linha de Fronteira Seca: Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
A linha de fronteira seca entre Ponta Porã, Brasil, e Pedro Juan Caballero, Paraguai, é uma região única, repleta de histórias antigas e memórias culturais. Este território, que hoje une dois países, já foi palco de inúmeras rotas e caminhos antigos, cruzados por povos indígenas, portugueses, espanhóis e missões jesuítas.
A Formação Histórica.
Desde tempos imemoriais, a vasta mata e as grandes áreas de erva-mate nativa atraíram colonizadores, migrantes e emigrantes de diversos lugares. Os tropeiros e comerciantes viajantes que por aqui passaram deixaram suas marcas, e muitos decidiram fixar-se, dando origem a estâncias e fazendas que, cada uma, conta sua própria trajetória e história.
Lendas e Memórias.
As lendas locais falam de quadrilheiros e bandoleiros que cruzaram a região, mas também das patrulhas volantes, formadas por valentes da região, que expulsaram os bandidos. Essas histórias são contadas através de crônicas locais, lendas e causos de outros tempos, memórias de um passado que deixou gravado na história contos para serem contados.
A Riqueza Cultural.
A riqueza cultural e histórica da linha de fronteira seca é inegável. Cada canto dessa região guarda memórias de um tempo em que a fauna e a flora exuberantes eram observadas com admiração pelos primeiros exploradores. As missões jesuítas, com seu legado de fé e conhecimento, também deixaram marcas profundas na cultura local.
Conclusão.
Hoje, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero são cidades irmãs, unidas por uma fronteira que, mais do que dividir, une histórias e culturas. A linha de fronteira seca é um testemunho vivo de um passado rico e diversificado, que continua a inspirar crônicas e contos, mantendo viva a memória de uma região única e cheia de histórias para contar.
Poema Fronteira sem portão sem porteira.
Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
Na linha divisória, um muro imaginário,
Sem porteira ou portão,
Um passo em Ponta Porã,
Um pulo em Pedro Juan Caballero,
Duas nações, um só coração.
Cidades gêmeas, fronteira seca,
Onde culturas se entrelaçam,
Chipa, tereré, mate e chimarrão,
Sopa paraguaia, parrillada e polca,
Churrasco e a tradição do barbacuá.
Histórias antigas, memórias vivas,
Tropeiros e viajantes,
Estâncias e fazendas,
Erva-mate nativa,
Que ajudou a construir,
Essas cidades irmãs.
Valentes patrulhas,
Expulsaram os bandidos,
Lendas e causos,
Contos de um passado,
Que ecoa na história,
De um povo misturado.
Ponta Porã e Pedro Juan,
Unidas pela tradição,
Onde o Brasil encontra o Paraguai,
E a vida segue em comunhão,
Duas cidades, uma só canção.
Crônica da Fronteira: Ponta Porã e Sua Diversidade histórica e Cultural.
Na linha tênue que separa Brasil e Paraguai, Ponta Porã emerge como um mosaico de histórias e culturas.
A cidade, que já foi um vilarejo modesto, carrega em suas ruas e campos a memória de tempos de exploração da madeira e da erva mate e desenvolvimento.
No final do século XIX, os primeiros migrantes sulistas chegaram, atraídos pela promessa de terras férteis e pela riqueza da erva-mate.
Esses pioneiros, com suas famílias e sonhos, desbravaram a região, fixando morada e iniciando o comércio da erva que se tornaria símbolo da cultura local.
O Porongo a cuia de chimarrão e de tereré, hoje, representam essa fusão cultural entre brasileiros e paraguaios herança dos povos originais, nativos desta região que deixaram sua marca cultural para todas as gerações.
Com o passar dos anos, a exploração da madeira das matas e a criação de gado transformaram a paisagem. Viajantes e tropeiros cruzavam os campos, levando café e outros produtos agrícolas para mercados distantes.
A agricultura floresceu, e Ponta Porã se tornou um centro de produção de soja, trigo e milho entre outros produtos aos poucos a erva mate foi esquecida, está que foi a mola mestra do desenvolvimento econômico da região nos tempos da exploração do ouro verde pelos ervateiros locais.
A emancipação do vilarejo em 1912 marcou o início de uma nova era. A cidade cresceu e se desenvolveu economicamente, atraindo novos moradores e investimentos.
A construção do 11° Regimento de Cavalaria Independente, que mais tarde se tornaria o 11° RC MEC, foi um marco importante. Marechal Dutra, que comandou o regimento, viria a ser presidente do Brasil, deixando sua marca na história local.
Personagens históricos e eventos significativos moldaram a cidade de Ponta Porã. Revoluções e divisões territoriais, a proteção da fronteira e a visita do presidente Getúlio Vargas são apenas alguns dos capítulos dessa rica narrativa da formação histórica e cultural da fronteira.
A criação do Aero Clube de Aviação e do Centro de Tratamento de Zoonoses são exemplos do progresso contínuo da cidade em meados da década de 1940 e 1950
Entre 1943 e 1946, Ponta Porã foi elevada a Território Federal, destacando-se pela sua importância estratégica e econômica. Na década de 1950 chega a extensão do Ramal ferroviário Noroeste do Brasil ligando definitivamente Ponta Pora ao centro industrial do Brasil.
Esse período de autonomia dentro do estado de Mato Grosso, que posterior se dividiu criando o Estado de Mato Grosso do Sul reforçou seu papel na história nacional.
Hoje, Ponta Porã é um testemunho vivo da diversidade cultural varuos povos convivendo dentro de uma região unica.
O espírito pioneiro
que moldaram sua identidade. Cada esquina, cada praça, carrega consigo as histórias de um passado vibrante e de um futuro promissor.
"Quem só te cumprimenta depois que você cruza a linha de chegada
nunca levará o mérito de ter te apoiado na largada."
"Cada cicatriz que carregamos é uma linha de ouro que revela nossa essência mais verdadeira e resiliente."
Seu sorriso no rosto é um presente,
Que alimenta a alma de um poeta,
É um verso, andando em linha reta
Disparando alegria em nossa mente.
Sua face tem brilho reluzente,
O seu nome a receita de um poema
Sua voz é um lindo teorema,
Revelado no brilho do olhar
O poeta que em vida te olhar,
Nunca mais pra rimar terá problema.
👆👆👆👆👆👆👆
De: Léo poeta
Dedicado a JACKSLAYNE QUEIROZ .
👏👏👏👏👏👏👏👏
O destino é uma linha do tempo em constante mudança; a vida é a jornada que traçamos, e a morte, uma transição inevitável que nos lembra de viver cada momento com intensidade e propósito.
Vencer um desafio não é chegar primeiro e nem receber um troféu, é cruzar a linha de chegada de cabeça erguida, na certeza de que se superou!
Bom dia! ☀️
Hoje, imagine que sua vida é um livro em branco e que cada momento é uma nova linha sendo escrita. Que suas palavras sejam de amor, seus gestos sejam de bondade e seus pensamentos sejam de fé.
Sinta o sol aquecendo sua pele, o vento trazendo novos ares e a certeza de que Deus caminha ao seu lado. Valorize cada amizade sincera e espalhe respeito, pois o que oferecemos ao mundo sempre encontra um caminho de volta para nós.
Que seu dia seja leve, que seus passos sejam firmes e que sua alma transborde gratidão. Escreva hoje uma bela história!
Não temos que guerrear por tudo. E tudo bem se render às vezes. Ou talvez não vejamos a linha de chegada porque estamos numa corrida de longa distância. Só precisamos aproveitar o processo. Apreciar a vista. Parar e olhar para o céu.
Sem perder a compostura
Na linha de costura
Sente essa textura
Que se faz da poesia
No meio dessa ventania
Que assopra e assovia.
A jornada da vida é como um rio que não corre em linha reta; entre curvas e quedas, ela ensina que o verdadeiro destino não é o fim, mas tudo o que você aprende enquanto deixa as águas fluírem.
A vida tem que ser afeita de altos e baixos. Porque quando ela fica em linha reta todos ao redor torcem para ele subir e descer de novo.
Em algum ponto, antes de qualquer linha ser traçada, antes de qualquer verbo ser conjugado, existe a semente. Ela não é uma simples entidade, um grão que se enterra na terra, mas a semente que é tudo e nada, que é o princípio e o fim, e talvez, tudo o que há entre os dois. Ela não nasce de um ponto fixo, mas de uma distância infinita, de um lugar que não pode ser nomeado, um espaço onde o tempo dissolve suas fronteiras. Não há uma origem visível, e quem se atreve a procurá-la, em sua busca incansável, se perde na vastidão do que não pode ser compreendido.
A semente, em sua essência, é um paradoxo. Ela contém o tudo e o nada, o ser e o não ser, como se tivesse sido depositada no mundo para questionar nossa própria compreensão da realidade. Ela não se explica, ela apenas é. E ao ser, ela se torna o princípio de tudo o que existe e do que jamais existirá. O Arvoricionismo não tem pressa de se mostrar porque, em sua origem, ele já está presente em todas as coisas. Ele é semente, ele é árvore, ele é o que cresce nas sombras e o que se desvenda no amanhecer. Ele não precisa ser visto para existir, assim como a semente não precisa ser reconhecida para germinar.
E o mais curioso é que, mesmo invisível, ela se espalha. Não em direção ao futuro, mas ao presente. Ela não aponta para o amanhã, mas para o eterno agora, para o instante em que tudo se confunde no movimento do ser. O Arvoricionismo, assim como a semente, não é algo que possa ser preso em conceitos ou moldado por definições. Ele cresce como o vento que move as folhas, como a noite que se dissolve nas primeiras luzes do dia — sem saber exatamente quando começou ou onde terminará. Ele é, antes de tudo, um convite. Mas para onde? Ou para quê? Talvez o próprio convite seja a resposta: para aquele que ousa ser, sem entender.
