Anatomia
Quando você perde, você perde. É a pior coisa que pode acontecer. E se você ganha, você espera alguma recompensa. Mas não há nenhuma. Simplesmente acaba.
Para alguns a finalidade da existência é tão dolorida como um câncer entranhando na anatomia humana. Para outros o finalismo da vida é o último recurso de retorno á liberdade de fato.
Anatomia Missionária.
Missões se faz com os Olhos de quem tem visão do Reino...
Missões se faz com a Boca dos que pregam as boas novas...
Missões se faz com os Ouvidos dos que ouvem o chamado...
Missões se faz com as mãos dos que apoiam...
Missões se faz com os Pés dos que levam a preciosa semente...
Missões se faz com o coração e a mente de quem entende e sente o clamor das Nações.
A anatomia é um incrível olhar ao corpo humano y através dela podemos ver a complexidade da nossa estrutura a partir de um ponto de vista macroscópico.
A arte pode ser demonstrada e transparecida de várias formas. Desde a complexa anatomia humana, há uma pintura em tela. Em traços num papel, numa linda melodia e no mais singelo sorriso. Arte expressões da vida, sentimentos diversos manifestados em cada dom.
Nem mesmo o coração
O maior conhecedor do amor e da arte de amar
Jamais compreenderá a anatomia desse sentimento
Tão profundo e misterioso
Porque ele não pensa, não raciocina... Apenas ama.
Se na anatomia humana existisse somente o cérebro, muitos problemas seriam evitados, mas sem o coraçao, muitas emoçoes nao seriam sentidas.
O VERBO E A ANATOMIA DA ESCUTA
Verbum in Omni Audire Omne Verbum
Não advém o homem dar crédito entre as vozes do divino para que a mesma seja ouvida, pois a palavra, por si, é o próprio verbo e o próprio divino.
Assim, o peso de uma palavra pode ser ouvido equivalente à moral do mais puro entre os homens.
Saber ouvir torna-se o maior dom da consciência, para que, de fato, saiba ouvir a melodia das bocas dos homens mais impuros entre os miseráveis
e saiba reconhecer o verbo, que é puro, e que ali o divino faz morada.
A divindade reside no verbo, ecoa entre os sinos das catedrais e no som do tambor.
Um brilho, um cântico ancestral, o maior presente, a maior presença, que clareia o homem em sua própria escuridão.
A Anatomia da Ausência. Há trinta e sete anos a realidade perdeu a saturação. O tempo, esse artífice paciente, tentou desbotar a moldura dos dias, mas fracassou diante da nitidez da memória: o incêndio suspenso dos teus cabelos ruivos e a profundidade quase mineral dos teus olhos verdes continuam intactos, imunes ao desgaste das décadas. Três décadas e meia não são um intervalo cronológico; são a geografia de uma falta que aprendi a habitar e a traduzir em prosa.O luto inicial, outrora ruidoso e cortante, cedeu lugar a uma sobriedade arquitetônica. Não há espaço para o lamento fácil ou para o adorno da rima vazia. O que resta é a crônica fria e digna de uma permanência silenciosa. A tua partida fixou os fatos; a minha escrita apenas os documenta, resgatando do esquecimento o contorno exato da tua existência.O mundo lá fora segue o seu curso caótico e perecível. Aqui dentro, contudo, a tua imagem permanece congelada em sua melhor versão, salva pelo registro cirúrgico da palavra.Documento o tempo, arquivo a saudade. AnjoPoeta.
Aprendemos que a anatomia humana é feita de carne e osso;
Mas temos que viver como máquina para superar o que fica;
A comunicação é a anatomia invisível do poder: mostra quem fala, quem é ouvido e quem permanece fora da paisagem.
