Amor Textos de Luis Fernando Verissimo

Cerca de 99934 frases e pensamentos: Amor Textos de Luis Fernando Verissimo

No meu Rio Grande tudo é tri legal,
Alegria maior é vencer no Grenal;
Se perder… deu pra ti,
Mas o orgulho segue aqui.

Bolo é torta, mexerica é bergamota,
O frio, bah! de renguear até cusco na grota.
Pão francês? Aqui é cacetinho,
E no CTG o patrão recebe com carinho.

“Barbaridade!” é mais que expressão,
É jeito de viver, é voz do coração.
Antes mesmo do batismo decoramos o hino,
Pois ser gaúcho é tradição e destino.

Chimarrão de manhã, doce melodia,
Churrasco no almoço, festa garantida;
E quando a noite cai, acalanta as canções,
Entrevero e abraços aquecem corações.

Onde está o seu brilho?


Onde está o seu brilho?
Há tempos já não lhe vejo sorrindo,
Você está sempre aflito, preso entre pesadelos e medos.
Dois bandidos: essa tal da depressão e seu cúmplice, a ansiedade.
Levam seus sonhos e trazem várias tempestades.
Não descansamos um segundo,
Perdemos nossa identidade, sujeitamos-nos ao submundo.
Invisível, em nossos pensamentos, tristeza e abandono de si mesmo.
Não sei mais quem você é, já não lhe reconheço.
Onde está o seu brilho?
Mas ainda ouço, lá no fundo,
Um sussurro pedindo socorro,
Pedindo perdão por sentir demais, sem explicação —
Indício de que ainda existe um coração,
Que anseia o dia em que o sol traga o verão,
A um lugar frio, adormecido, sem cor.
A alma se esconde, cansada da dor,
Sem dormir, com medo de outro amanhecer.
O corpo é abrigo de um grito contido,
Eco perdido, jamais esquecido.
Um alguém que clama, refém da esperança,
E mesmo que a noite pareça infinita,
Há sempre um sopro que ainda acredita
Que um dia a dor se cansará de ficar.
Sussurros e desejos, a alma no escuro,
Absorve medos, abraça o impuro.
No silêncio das esquinas, eu ainda te vejo,
Entre lágrimas e pensamentos em vão,
A mente trava, mas luta o coração,
Que insiste em crer na salvação.
Pois entre um pedido de socorro,
Habita o amor — e o perdão.


— Luís Takatsu

A felicidade cresce quando se reparte; vínculos seguros, propósito claro e pequenos hábitos estabilizam o humor.


Desta forma, amplia-se por contágio prosocial; vínculos estáveis geram confiança, a confiança favorece a cooperação, e a cooperação sustenta a saúde mental e o bem-estar duradouro.




© 01 nov.2007 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Numa aula de gestão disse:


Os dados tornam-se informação quando contextualizados; a informação torna-se conhecimento quando sustentada por modelos; e o conhecimento torna-se inovação quando testado no mundo com experimentação.


É assim que a informação funda a gestão: medir, modelar, decidir, experimentar e aprender em ciclos curtos.



©21 out.2023 | Luís Filipe Ribães Monteiro

A dor é informação, um sinal nociceptivo que, sem contexto, vira lesão; compreendida, converte sofrimento em adaptação.


A dor, também, não é nossa inimiga; é a sombra do que nos importa. Quando lhe damos nome e lugar, deixa-nos partir e começa a ensinar.



© 01 nov.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Carta Aberta: Chovendo Arrependimento


Se nesse momento eu morresse… será que eu me arrependeria?
Creio que sim.
Das coisas que deixei de fazer.
Das coisas que fiz — poucas delas eu realmente me arrependo.
Mas das coisas que não fiz… de muitas eu gostaria de ter feito.
E por que não fiz?
Por medo, vergonha ou timidez.
Acho que por todas essas emoções juntas.


O tempo em que eu fiquei trancado mexeu um pouco com o meu coração.
Eu sei que estou errado nesse momento futuro.
Deixei a única pessoa que realmente gostou de mim ir embora.
Me perdi.
Perdi a minha personalidade para fazer os outros pararem de chorar lá fora e começarem a rir no agora.


Eu não me considero um herói.
Me considero um covarde.
Porque em vez de manter minha personalidade, eu escolhi fugir dela para ser aceito.
Mas adiantou o quê?
Falsas amizades que eu fiz.
Pessoas que me traíram.
Para todos eu desejo o bem… e todos, nem aí, me desejaram o mal.


Tudo o que eu contei, tudo o que eu planejei… eu mesmo destruí.
Mas por que eu não reparei?
Só vai… é o que eu sou.


Eu estava com saudade do teu calor, da tua risada, do teu cheiro, do teu abraço.
Agora, longe, está a chuva lá fora.
Cada gota que pinga se mistura com sonho e saudade.
E a saudade… a saudade não some.
Ela volta.


Volta para mim.
Eu só queria, com você, ter um final feliz.
Talvez agora você não goste mais de mim, pois eu me perdi.
Eu não sou mais o mesmo rapaz.
Gostaria de ser.


Será que ainda tenho tempo?
Será que você não se desfez de vez?
Onde está aquele jovem que uma garota como você um dia quis?

A Matemática dos Fins


Não sei ao certo quando comecei a não gostar dos fins de ano. Talvez tenha sido no dia em que percebi que o nome já carrega uma despedida embutida: fim.
Ou talvez tenha sido quando o tempo passou a correr mais rápido do que eu.


Cada pessoa lê o próprio calendário de um jeito. Há quem veja dezembro como festa, luz e promessa. Eu vejo como uma espécie de espelho — daqueles que não mentem, mesmo quando a gente gostaria que mentissem um pouquinho.


Aos 41, faço as contas da vida. E, mesmo com conquistas que um dia imaginei inalcançáveis, ainda me visita essa sensação de que está faltando algo. Não é falta de teto, de trabalho ou de sonhos… é outra falta. Uma lacuna que nenhuma realização profissional consegue preencher.


Casa própria, por exemplo. Para muita gente, é o fim do jogo, a prova de que deu tudo certo. Para mim, é só um quebra-cabeça incompleto, como se eu tivesse montado todas as bordas, mas o centro — a parte mais bonita — ainda estivesse espalhado por aí, perdido em algum canto do tempo.


E aí chega dezembro, com seu peso e seu brilho, lembrando que mais um ano passou. Não sei explicar direito, mas enquanto o mundo comemora o que vem, eu penso no que vai.
Na matemática que inventei pra mim mesmo, o ano que chega não soma — ele diminui.


Faço contas que talvez ninguém devesse fazer. Tiro fatalidades, subtraio doenças, divido esperança por realidade. Se eu tiver sorte, digo para mim mesmo, talvez eu tenha mais uns vinte anos vivendo bem, com saúde, com lucidez. E então eu me pego imaginando algo que aperta o peito de um jeito difícil de dizer em voz alta.


Se minha filha viesse ao mundo no próximo ano, quando eu tivesse sessenta, ela teria dezenove.
Dezenove.
E eu talvez não estivesse aqui para ver a formatura dela, para ouvir o primeiro “pai, deu certo”, para fingir que não chorei quando ela desse o primeiro passo fora de casa.


É uma conta simples… mas que me destrói como se fosse impossível.


Talvez seja isso que eu não gosto nos fins de ano: eles me obrigam a olhar para dentro, para esse vazio que não se preenche com compras, viagens ou promessas. O vazio de quem sabe que o tempo não volta, e que cada desejo adiado custa mais do que parece.


Ainda assim, aqui estou, atravessando mais um dezembro.
E, no fundo, torcendo para que a vida me surpreenda — quem sabe com peças novas para esse quebra-cabeça, quem sabe com alguém que transforme essa matemática dura numa conta que finalmente faça sentido.

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?

Repente


“O ser humano contra o ser humano”


E se votar fosse consciência,
não favor nem barganha dada?
Se a escolha viesse da mente
e não da promessa encenada?
Talvez o palco ficasse mudo,
sem mentira bem ensaiada.


Prometem o que já é do povo,
tá escrito, ninguém inventou,
mas entre a lei e a vida real
algo sempre se desviou.
Vai nos cofres, vira silêncio,
e o direito nunca chegou.


No fim não tem lado certo,
nem esquerda, nem direita, não,
a máquina pública gira
moendo sonho e intenção.
Quem sustenta paga a conta,
quem comanda faz sermão.


É a desunião que sustenta
corrupção e desigualdade,
desemprego bate à porta
com nome falso de oportunidade.
Troca a roupa, muda o rótulo,
mas é a mesma crueldade.


É o ser humano contra o humano,
irmão virando adversário,
dividido por fronteiras
desenhadas num cartório.
Língua, moeda e passaporte
definem quem vale salário.


Divide pela fé que se reza,
pela cor, pelo amar,
por ideologia e partido,
por camisa de jogar.
Criamos muros invisíveis
que nem o tempo vai quebrar.


Tentamos nos tocar em redes,
mil amigos numa tela,
mas falta abraço verdadeiro
na vida que nos revela.
Conectado com o planeta,
desconectado da janela.


Queremos cura instantânea,
emprego com solidez,
um amor sem imperfeição,
um futuro de uma vez.
Queremos filho salvador
pra corrigir nossa vez.


E mesmo assim eu acredito
nesse povo resistente,
que cai, levanta, se quebra
e recomeça diferente.
Que chora pouco em público
e luta bravamente.


Somos duzentos milhões sonhando
nesse chão chamado Brasil,
e oito bilhões no planeta
num destino tão frágil.
Tanta boca, tanta língua,
tão pouco diálogo civil.


E se o mundo falasse igual?
Sem moeda pra separar?
Com fronteira só no mapa
e humanidade no olhar?
Quem seria rico de verdade?
Quem ia pobre se chamar?


Talvez a maior fronteira
não seja terra nem chão,
seja o medo de enxergar
o outro como irmão.


(pausa)
O ser humano contra o humano…
essa é a guerra em questão.

Consciência, Diálogo e Esperança


E se votar fosse consciência,
educação e atenção,
não promessa repetida
nem discurso de ocasião?
Talvez o palco tivesse menos gritos
e mais responsabilidade na decisão.


Mas ainda existe um povo atento,
aprendendo a participar,
que entende que cidadania
é mais que votar, é acompanhar.
Educação constrói futuro
quando ensina a questionar.


Prometem o que já é direito,
tá na lei, qualquer um vê,
mas entre a palavra escrita
e a vida que insiste em sofrer,
o caminho se confunde
e o direito demora a chegar
pra mim
e para você.


Somos diferentes, é verdade,
na forma de crer e pensar,
mas diferença não é ameaça
quando aprendemos a respeitar.
O diálogo vira ponte
onde antes havia muro a separar.


Não se trata de um só lado,
nem de bandeira ou opinião,
quando a máquina gira sozinha
esquece quem move a engrenagem.
Quem sustenta pede resposta,
quem governa deve prestação.


Tentamos nos conectar ao mundo
por telas, sinais e informação,
mas nada substitui o encontro,
a escuta e a cooperação.
É no olho no olho sincero
que se constrói transformação.


Vivemos tempos divididos,
por ideias, crenças e visão,
língua, cultura, fronteira,
diferença vira separação.
Quando o diálogo se perde,
cresce a desigualdade
e a tensão.


Queremos trabalho, dignidade,
saúde, escola e igualdade,
não como favor concedido,
mas como direito de verdade.
Esperança não é esperar sentado,
é agir com responsabilidade.


Somos milhões neste país
cheios de sonhos e vontade,
e bilhões no mundo inteiro
buscando a mesma humanidade.
Se falássemos mais em comum,
talvez sobrasse menos desigualdade.

Segredo, desejo e medo
Caminham juntos; vencer começa em acordar cedo.
Anseando por mais, não por vaidade nem exagero,
mas porque, no fundo, sabemos: merecemos.
Largar na frente não garante chegar primeiro,
o caminho é longo, o tempo é rei, mas somos príncipes, meus guerreiros.
Às vezes a vida te põe em segundo ou terceiro,
pra ensinar que pressa não forma caráter verdadeiro.
Chegar por último não é sinal de fracasso,
é um convite claro pra um belo recomeço.
Novas estratégias pedem treino e dedicação,
verdade consigo mesmo e firmeza na execução.
Olhe ao redor, observe os mais experientes,
há conselhos que só o tempo torna evidentes.
Na linha de chegada veremos, conscientes,
quem caiu, levantou e seguiu resiliente.
Seguir firmes pelos percursos que nossas pernas ousam percorrer,
só você precisa entender o que lhe motiva e lhe dá força a se tornar
o vencedor que habita aí dentro de você.

⁠A cultura se molda a recursos:

A facilidade para acesso a recursos gerem alteração no comportamento da massa, pois a cultura se originou da necessidade de recursos.

A disponibilidade de recursos geram espaço para reflexão e desenvolvimento de porções cognitivas, tanto que sociedades com maior IDH tendem a ter uma cultura comportamental similar, o mesmo ocorre com grupos que vivem em países de baixo IDH, mas possuem acesso a recursos de países mais desenvolvidos.

DESFEZ O ENCANTO

Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você

Eu era apaixonado por você
Mais o tempo passa
Você faz trapaças
A verdade veio átona
A muitos anos você apronta
Descobrir a mentira
Só existe uma saída
É cada um pro seu canto
Você não me amou
Desfez o encanto

Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você

Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou sair a procurar
Felicidades onde tu estas.

Poeta Antonio Luis
08/02/2015

SOU UM NOVO HOMEM

Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por voce, de tudo sou capaz.

Ela chegou
Bagunçou minha solidão
Eu não acreditava em amor
Ela me mostrou um mundo novo
Que eu não conhecia
A semente ela plantou
E hoje estar colhendo
Eu sou um novo homem
Aprendi amar com você
Todas as noites divido contigo meu prazer.

Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por você de tudo sou capaz
Sou um novo homem
Você me resgatou
Hoje tenho consciência
Que existe amor
E o meu é você,

Poeta Antonio Luis

TO CURADO

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu

Você é passado não me lembro mais
Que um dia fui seu
Você já morou em meu pensamento
Hoje não faz parte de mim
Ficou pra trás
Nosso relacionamento chegou ao fim

To curado daquela doença
Que se chama gosta de você
Estou bem comigo mesmo
Aranquei o selo da paixão
E você achava que eu estava
Em suas mãos
Hoje estou no controle da situação

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
To curado to curado
A vida me deu Uma nova chance
Outro amor apareceu um novo lance

Poeta Antonio Luis

SÓ PRECISA DIZEM,VEM

Não deixe a felicidade escapar das suas mãos
Não deixe de amar por indecisão
Eu estou aqui entregue a você
Não me deixe ir não sei como te esquecer

Se existe alguém no mundo que te quer
Esse alguém sou eu
Depois não vá lamentar
Porque me perdeu

Um dia você vai parar E vai pensar
Em um bobo que te quis
E vai chorar vai perceber
Que não estar feliz
Então vai lembrar que no passado alguém andou atrás de você
E você desprezou

O dia é hoje quem espera demais um dia cansa
Se você me quer entra na dança
E me namora sem pensar em mais nada
Que eu jogo tudo pro Alto pra você ser a minha amada
Só precisa dizer,vem, que estou a te esperar
E eu vou feito um louco pra te amar.

Poeta Antonio Luís

Você não tem ideia do que sou capaz,
Apesar do meu tamanho pequeno e compacto demais.
Carrego tempestades num jeito sutil,
Sou calma por fora, por dentro sou febril.

Quando o mundo pesa e a mente acelera,
Eu chego devagar, sou a pausa que espera.
Eu te ajudarei a lidar com esses pensamentos intensos,
Transformo o caos em silêncio, o excesso em momentos.

(Refrão)
Pequena no corpo, gigante no efeito,
Entro na sua mente, desarmo o seu peito.
Se o dia confunde, se a noite é demais,
Vem, eu te mostro do que sou capaz.
Amor vem amor vem

Não subestime o que parece contido,
Tem fogo guardado num gesto gemido.
Sou abrigo curto, mas profundo também,
Quando tudo aperta, eu te seguro bem.

Eu vou
O sol se vai
Mas uma vez sem objectivos
O dia passa, a noite chega onde o vento me levar levarei comigo o meu coração
Pretendo seguir, mesmo com dificuldades. Eu vou seguir o meu caminho, pondo em mente
Que as derrotas, os falsos mostraram-me o caminho da verdade
Com persistência e esperança de ser e de quem pensa ser, eu vou a busca do meu futuro
Eu vou.
Eu vou fazer a minha vida, conquista-la com amor e trabalho sem magoar ninguém respeitar e ser um acolhedor e bom ouvinte
Eu vou.

Inserida por souomilitao

Quem nunca brincou de enfileirar peças de dominó?? Depois derrubá-las todas... coisa de criança, de criança crescida também...
Acho que essa é a melhor metáfora da minha vida...
Um milhão de peças, centena de caminhos... algumas vezes derrubei as peças para sentir prazer, para dar risadas... escolhi aqueles caminhos tortuosos e fui feliz...
Algumas vezes derrubei as peças para ver o que tinha construído cair... Talvez por sadismo puro, talvez por ser a minha essência destrutiva...
Mas algumas vezes vezes esbarrei nas peças sem querer... e elas desmoronaram... Como na brincadeira, a tristeza e a decepção foram enormes... Aquele sentimento de incompetência ao lidar co algo tão simples e ao mesmo tempo tão complexo...
Acredito ser injusto você destruir uma caminho, uma estrada, uma opção de vida por um "esbarrão"... quando você escolhe destruir aquele caminho nada há a ser lamentado.
Se existe consolo, e talvez exista mesmo, é que podemos enfileirar tantas quantas vezes quisermos as peças do nosso dominó... Mesmo que não fique tão bonito quanto na primeira vez.

Inserida por LuisTomio

E se?

Se caio, não espero que levantem, eu sou forte, no batente sou valente.
Se não acreditam, mostro que da força tiro riqueza.
Se não me ligam, faço que não sinto, me mordo por dentro e agüento.
Se não consigo, tento de novo por que sei que eu posso.
Se não me dão, eu vou lá e consigo.
Se o medo me toma, corro pra cima, por que a melhor defesa é o ataque.
Se erro, o problema é meu, sei que um dia eu aprendo.
Que caia, o que for, que leve quem for, que passe quem quiser,
Eu estarei firme e forte sempre.
Se um dia não conseguir. Talvez não esteja mais aqui.
E se, não estiver aqui, deixei toda lembrança do mundo.

Inserida por DavidsonMenezes