Amor Sincero e Nao Correspondido

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"Continue me dando a importância que quiser; meu amor-próprio agradece a audiência. Só não tente decifrar a minha realidade, pois ela claramente está além da sua capacidade de compreensão."

Se deus exige amor enquanto mantém o poder de me eliminar a qualquer instante, isso não parece amor, mas submissão. Ninguém ama de verdade alguém que mantém uma arma apontada para sua cabeça.

⁠Nos tempos não consumidos

Bem que a gente poderia falar de amor

Mas os melhores hão de ser vívidos

Seja lá onde for bem-vindo.

Matheus Ruiz

⁠Ah, meu amor não tem idade

Se eu pudesse te abraçar

Da felicidade

E para matar a saudade, agora

Quero do seu lado eternamente estar

Sentindo-o que és um nascer a toda hora.

⁠Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.

Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.

Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.

Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.

E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.

Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.

O amor não é lido nos mapas, nem visto nas estrelas. Ele é o enigma que só o coração decifra. Há sinais que não precisam ser decifrados. O amor não segue bússola, nem nasce no leste, não precisa de lógica quântica. Não escreveria sobre o amor se ele não existisse — e ele existe, porque ele é a prova. Entre todas as certezas do mundo, só o amor ousa ser mistério, quiçá ele seja o mistério escondido em si.

Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.

A fábula da recomposição


Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.


Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.


Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.


Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.


E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.


Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.


Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.


E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?


Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.


E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.


Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.


Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.

Há quem peça amor, mas ofereça incertezas. No fim, não é a falta de sentimento que afasta duas pessoas, e sim a ausência de reciprocidade naquilo que ambas dizem sentir.


-Jouberth Toffoli

O amor saudável não exige que você deixe de ser quem é.


-Jouberth Toffoli

O amor não pede que você tenha medo de errar, nem transforma o afeto em constante tensão. Quando uma relação exige que você viva sob pressão para ser aceito, talvez já não seja o amor que esteja conduzindo o vínculo, mas o medo de perdê-lo


-Jouberth Toffoli

Onde o Amor Encontra Morada
A verdadeira grandeza da cumplicidade
não está apenas em caminhar lado a lado,
mas em encontrar alguém
com quem a alma possa caminhar descalça.
Porque um amor verdadeiro tem esse poder:
transforma um homem comum
em alguém extraordinário,
não por aquilo que conquista sozinho,
mas por aquilo que aprende a construir a dois.
É quando o amor deixa de ser promessa
e se torna reciprocidade.
Quando existe verdade no olhar,
sinceridade nas palavras,
confiança nos silêncios
e vontade de dividir não apenas os dias,
mas também os sonhos,
as alegrias, os medos e a vida.
Amar é encontrar alguém
com quem a felicidade não seja uma coisa particular,
mas um lugar que pertence aos dois.
E talvez o melhor lugar do mundo
não seja uma cidade, uma casa ou um destino.
Talvez seja simplesmente
dentro de um abraço.
Porque dentro de um abraço
a solidão perde a força,
a saudade encontra descanso
e até os corações mais carentes
descobrem que não estão sozinhos.
Ali, tudo fica mais quente.
Mais leve.
Mais perto.
Tudo aquilo que a gente sofre
parece se dissolver entre dois braços.
As preocupações diminuem,
os medos silenciam
e aquilo que parecia impossível
começa a parecer possível outra vez.
E tudo o que a gente espera,
tudo o que sonha,
tudo aquilo que secretamente deseja encontrar,
às vezes está ali:
num abraço apertado,
num coração junto ao outro,
na certeza silenciosa
de que, naquele instante,
não existe lugar algum no mundo
onde eu preferiria estar.
Porque quando é amor de verdade,
um abraço não é apenas um abraço.
É casa.
É abrigo.
É encontro.
É o lugar onde dois corações
descobrem que podem, finalmente,
descansar um no outro.

⁠Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Amar não cabe no passado. Quando é de verdade, fica para sempre; quando acaba, talvez nunca tenha sido amor de verdade.Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.

"Culpamos o vento por não trazer o amor em silêncio, esquecendo que o outono também desfolha o que é imperfeito. Talvez o outro não seja a resposta que falta; talvez você seja o avesso do que procura, o avesso necessário para finalmente desvendar a própria alma."

De todas as saudades, a do amor não vivido é a mais dolorosa.

O AMOR É UMA PLUMA

O amor é uma pluma
que o vento leva devagar,
não faz barulho ao chegar,
nem pede licença para pousar.

É leve como um suspiro,
delicado como uma flor,
mas pode carregar consigo
o peso inteiro de um coração.

O amor não gosta de correntes,
não aceita ser aprisionado;
quanto mais livre ele voa,
mais bonito é seu voo.

Às vezes pousa num olhar,
ou se esconde em um sorriso,
às vezes chega como saudade
e permanece como abrigo.

Uma pluma pode parecer pequena,
quase nada diante do infinito,
mas basta tocar o coração
para transformar o silêncio
em um momento bonito.

Por isso não tente segurar o amor
com as mãos fechadas.

Abra as mãos.
Deixe-o voar.

Se ele voltar,
não será porque foi preso.

Será porque encontrou
em seu coração
um lugar onde quis pousar.

— Romildo Portes Ferreira

Tempos diferentes.

Nasci em um tempo errado;
Onde o amor não é mais exaltado;
Onde o romantismo foi deixado de lado;
E andar de mãos dadas é brega.

Nasci em um mundo diferente;
Onde amar não é suficiente;
Onde futilezas é o que nos faz contente;
E o amor é deixado as cegas.

Será que voltará o tempo?
Com aqueles belos momentos;
Onde se exaltavam-se os sentimentos;
E viam-se doces beijos.

Será que terá solução?
Ou ainda seremos refém do cifrão;
E as coisas boas do coração;
Já não terão valor algum.

“Não culpe o amor,
se você não é digno dele.”

Ladu Rodeo

⁠LER É PODER!
Quando o livro é a arma, da arma me livro! Quem faz arminha, não faz amor, só causa dor e espalha rancor!