Amor Sincero e Nao Correspondido

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Um dos méritos da poesia que muita gente não percebe é que ela diz mais que a prosa e em menos palavras que a prosa.

A economia é uma virtude distributiva e consiste não em poupar mas em escolher.

O álcool tira as ilusões. Depois de alguns golos de conhaque já não penso em ti.

Para mim, não há nada mais importante no futuro que o desenho. É a alma de tudo o que é criado pelo homem.

O talento sozinho não consegue fazer um escritor. Deve existir um homem por trás do livro.

Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão.

A política é uma praga tal que eu aconselho todos a não se meterem nela.

É ridículo para um homem criticar o trabalho de um outro se não se distinguiu pessoalmente na mesma realização.

Não conseguimos livrar-nos de uma coisa evitando-a, mas apenas atravessando-a.

Não gosto do trabalho, ninguém gosta; mas gosto do que é no trabalho a ocasião de se descobrir a si próprio.

Devemos chorar as pessoas à nascença, e não aquando da sua morte.

Falar de touros não é a mesma coisa que entrar na arena.

Podeis reconhecer um mau crítico porque ele começa por falar do poeta e não do poema.

O que é, afinal, uma erva daninha senão uma planta da qual ainda se não descobriram as virtudes?

O mundo não será feliz a não ser quando todos os homens tiverem alma de artista, isto é, quando todos tirarem prazer do seu trabalho.

Auguste Rodin

Nota: Trecho do texto conhecido com o "Testamento" (1911) de Rodin, reproduzido em "Histoire Générale de L'art Franc̜ais de la Révolution à nos Jours", de André Fontainas e Louis Vauxcelles, 1922 (volume 2, p. 259-261).

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O único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum.

Devíamos ser ensinados a não esperar por inspiração para começar algo. Ação sempre gera inspiração. Inspiração raramente gera ação.

Não tenhais, sobretudo, medo do povo, ele é mais conservador do que vós.

A mente não deve ser modificada pelo tempo e pelo lugar. / A mente é o seu próprio lugar, e dentro de si / Pode fazer um inferno do céu, do céu um inferno.

Sou

Sou o que sabe não ser menos vão
Que o vão observador que frente ao mudo
Vidro do espelho segue o mais agudo
Reflexo ou o corpo do irmão.
Sou, tácitos amigos, o que sabe
Que a única vingança ou o perdão
É o esquecimento. Um deus quis dar então
Ao ódio humano essa curiosa chave.
Sou o que, apesar de tão ilustres modos
De errar, não decifrou o labirinto
Singular e plural, árduo e distinto,
Do tempo, que é de um só e é de todos.
Sou o que é ninguém, o que não foi a espada
Na guerra. Um esquecimento, um eco, um nada.