Amor Sincero e Nao Correspondido
Um homem saudável não tortura os outros.
Em geral, é o torturado que se torna o torturador.
(Carl Jung)
É preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.
AMIGO VIRTUAL
Muitas vezes não sabemos explicar para os amigos o quanto os amamos...
Não sabemos expressar as palavras certa para que possamos ser entendido pelo coração.
A distância que separa os amigos não faz nenhuma diferença...
Pois mostramos nosso carinho do mesmo jeito...
O amor que sentimos é tão lindo e puro...que chegamos a sentir dores
de tanta saudade
Quando não teclamos ou recebemos notícia destes
amigos...
São amigos que muitas vezes nos deixa feliz quando estamos triste e precisando de uma palavra amiga, de um recado, uma mensagem, ou até mesmo um olá! do amigo que há tempos não dar notícia...
E quando recebemos um e-mail depois de tanto tempo...e nesta hora que queria-mos abraça-los e dizer sem nenhum medo...
AMIGO EU TE AMO.
"Coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante que o medo. O corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente."
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
Não fale como um deles. Você não é! Mesmo que quisesse ser. Para eles, você é só um louco, que nem eu! Eles precisam de você agora, mas quando não precisarem mais, vão te jogar fora que nem um leproso! Entenda... a moral deles, o código, é uma piada ruim.
Que a minha intensidade não me impeça de respirar vezenquando, pois suspiro o tempo todo pra encontrar espaço nesse peito que já nem se cabe. Que essas explosões de vida, de beleza e dor me permitam ao menos, por alguns momentos, absorvê-las com tranqüilidade: para que eu consiga dormir sem ter de chorar ou gargalhar até a exaustão, pois sinto falta de apenas lacrimejar ou sorrir sem contrações, descontraída. Que a felicidade não me doa sempre e tanto, a ponto de assustar. Que haja alguma suavidade nos meus olhos diante do cotidiano e que eu não me emocione exageradamente com esta delicadeza. Que eu possa contemplar o mar sem que ele me afogue por completo. Que eu possa olhar o céu imenso e que isso não me aniquile por lucidez extrema. E que quando eu escrever um texto, ao ser publicado, assim, despido de qualquer revisão emocional, dotado apenas da intuição que me foi dada, que encontre a fonte precisa que agasalhe a palavra “palavra”. Que eu não viva só em caixa alta, com esses gritos que arranham silêncios e desgovernam melodias. Que eu saiba dizer sem que isso me machuque demais. Que eu saiba calar sem que isso me provoque uma tagarelice interna inquieta. Que eu possa saber dessa música apenas que ela se comunica com algo em mim, nada mais. Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.
Vai, menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca, somente.
