Amor Sincero e Nao Correspondido

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A fantástica busca do amor acaba, quando te encontro e me encontro ao mesmo tempo.

Finá de ato
Adispôs de tanto amor
De tanto cheiro cheiroso
De tanto beijo gostoso, nós briguemos
Foi uma briga fatá; eu disse: cabou-se!
Ele disse; cabou-se!
E nós dois fiquemos mudo, sem vontade de falá.
Xinguemos, sim, nós se xinguemos

Como se pode axingá:

-Ô, mandinga de sapo seco!
_Ô, baba de cururu!
_Tu fica no Norte
Que eu vô pru sul
Não quero te ver nem pintado de carvão
Lá no fundo do quintá
E se eu contigo sonhar
Acordo e rezo o Creio em Deus Pai
Pru modi não me assombrá.
É... o Brasil é muito grande
Bem pode nos separar!

Eu engoli um salucio
Ele, engoliu bem uns quatro.
Larguemo o pé pelo mato
Passou-se tantos tempo
Que nem é bom recordar...

Onti, nós se encontremus
Nenhum tentou disfarçá
Eu parti pra riba dele
Cum fogo aceso nu oiá
Que se num fosse um cabra de osso
Tava aqui dois pedaço.

Foi tanto cheiro cheiroso...
Foi tanto beijo gostoso...
Antonce nós si alembremos
O Brasil... é tão pequeno
Nem pode nos separa!

Você maltrata quem te ama!
Porque quem te odeia, você trata com amor.

O amor é como Bacon, te faz feliz é bom, acumula no coração, mas quando é de mais, te adoece e mata

Meu amor, já perdoei coisas inimagináveis, traições, ofensas, corações partidos, sonhos desfeitos. Perdoei porque quando amo meu amor é intenso, transcende meu próprio ser e não enxergo mais o eu e o você, enxergo simplesmente o nós.
Mas cuidado! Ao mesmo tempo que sou forte, sou frágil. Não tolero quem não sabe sua direção, odeio pessoas mornas. Trate-me com a delicadeza e o bem querer que mereço, pois, ao contrário, a mesma força que empenho em amar, empenho em te esquecer.

Há um grande amor que é a mais perfeita forma de sabedoria: amar em outrem a sua própria beleza.

(...) hoje só quero ver as coisas belas
do simples,a pureza do amor, a alegria
do inesperado, quero sentir o passar
do vento levando embora toda dor.
que haja mais amor nas pequenas coisas
que haja paz no dia a dia, que a esperança
nunca morre, que a felicidade seja alcançada.

A primeira escola que ensina amor, união, relacionamento e respeito é a família instituída por Deus.

Libera-me

"Livrai-me, Senhor
De tudo o que for
Vazio de amor.

Que nunca me espere
Quem bem não me quer

Livrai-me também
De quem me detém
E graça não tem.

E mais de quem não
Possui nem um grão
De imaginação."

Quem procura amor, encontra amor. O ódio vai para quem tem ódio.

Baby, tire um tempo pra você, o amor
irá encontrá- la.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Martha Medeiros

Nota: Trecho da crônica "O Medo do Amor" de Martha Medeiros: Link

Olha nos meus olhos...

O amor surge assim, diferente da paixão que é rápida e passageira, ele surge devagar e com o tempo só aumenta.
Quando amamos, somos capazes de guardar segredos e sentimentos que nos sufocam, apenas para garantir que teremos sempre aquele sorriso charmoso e sincero que nos faz delirar.
Quando amamos, ignoramos nossos sentimentos, e tudo só faz sentido se o amado estiver contente.
Somos cautelosos em revelar nosso amor, diferente da paixão, que é capaz de acender um letreiro pra chamar atenção, o amor é cauteloso... damos pistas, indiretas, olhares, sorrisos, fazemos charme, na esperança de ser notada.
Quando isso não acontece, nos sentimos frustradas, tristes, desanimadas, perdidas, confusas, mas bem lá no fundo, o coração não desiste, ele ainda espera e acredita que o amor surgirá um dia.
Enquanto isso, nosso olhar vaga e profundo, penetra nos olhos do amado, na esperança de desvendar o que de nós foi oculto, e sobrevivemos admirando o carisma, o sorriso, o cuidado e tudo que há de belo no amado, que não nos foi permitido desfrutar, e que um diam alguém poderá levar de nós para sempre, e essa é a parte mais dolorida, ver nosso amor realizar-se com o amor de outra vida.
E assim seguimos, conformadas... ou não! Esperançosas... ou não! Mas lá no fundo, bem lá no fundo dos olhos está escrito, esperando apenas que você note: AMO VOCÊ!

Vamos sempre nos encontrar com um sorriso, pois o sorriso é o começo do amor.

É difícil chamar de amigo, alguém que gostaríamos de chamar de amor...

"O amor é um monólogo travado na sombra."

O Ultimo Adeus



Quanto tempo demora-se
Para esquecer um amor?
Quanto pranto, sangue
Dor lancinante e, no entanto
Ainda em meu ser é uma constante
Olho pros céus e imploro a Deus
Quanto tempo ainda terei que esperar
Depois do nosso ultimo adeus?
Pra que este sentimento enfraqueça
E enfim esmoreça frente aos olhos meus?
Neste desespero minha ultima atitude
É algo bem mais rude
Do que o exaspero das reações
Em função de tantas sofreguidões
Deposito agora o livro dos nossos versos
Que outrora construíram nossos universos
Emolduraram as nossas vidas
Deixando-as tão coloridas
Em uma cova distante e fria
E escrevo sobre a lápide sombria

“Aqui jaz todo meu imenso amor
E toda a nossa poesia.”.

Crônica do amor
Se amavam, mas moravam distantes.
Um se declarava ao outro e se davam bem, mas o egoísmo os distanciavam cada vez mais.
Um dia se encontraram e viveram momentos mágicos e intensos, depois cada um foi pro seu canto, daí nassceu o dilema do amor. Como viver esse relacionamento com tanas indiferenças entre eles?
Não viveram, só brigaram, só se distanciaram.
E assim o amor deu lugar ao acaso, e marcaram encontros nunca concretizados, com o tempo o amor se defez e só a incerteza falava mais alto.
E hoje foi a gota, por ironia ou capricho do destino todo amor que se tinham fora posto a prova, mass como assim? Penso eu que tenha sido desta maneira, ele tem o dom do orgulho e ela a artimanha de subestimar, dois lados postos de uma mesma moeda, mas o amor não é uma moeda de troca e nem um troféu no plano terreno, o amor é um estado, um sentimento completo, indivisível, limpo, transcedente e humilde, assim escrevi a crônica do amor não correspondido, a história daria um livro, mas pelo fato de não ter frutificado ficou nessa pequena crônica.
Ela vai me matar quando ler nossa história resumidas numa mísera crônica de um poeta escritor que nem é um e nem outro, mas como dizem quem escreve é escritor, mas não autor porque autor talvez nunca seje, pra isso é preciso publicar, assim se encerra a crônica mais sem sentido ue se possa escrever.

César Ribeiro

Amor que é verdadeiro,
jamais será esquecido,
ficará apenas escondido,
na lembrança do primeiro beijo,
sentido com o coração,
na paixão de um desejo.

in ''Preces do amor verdadeiro''

Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão.....