Amor Sincero e Nao Correspondido
Um verso blue
para mim
para você
(...)
Um verso blue,
my dear,
perdido
nesse sábado de pedra
nesse dia de chuva.
(...)
Algumas vezes, é bom desconfiar da própria intuição para evitar o autoengano. Confiar cegamente na própria intuição é um largo passo para tornar-se um fanático.
E se for pra acontecer... A onda vai me puxar, sou amigo do povo das águas, um filho querido de Yemanjá.
Que desse mar já me deu uma Rosa que marcou um grande momento da minha vida. Com um soneto de fidelidade que durou até a despedida.
Mas como as águas trazem tudo que levam para o seu devido lugar. O mar não poderia deixar de devolver a Rosa que recebi de minha querida Mãe... Odoyá.
Eu só vou parar de te amar e sentir sua falta, quando o sol parar de brilhar
Apenas aceite Eu te amo
Sentimentos vão e vem.
O tempo leva e busca pessoas, e o tempo me trouxe você.
É como enxergar meus movimentos nos espelhos e te ver, é pensar e ser correspondida sem dizer nenhuma palavra.
É aprender, é crescer, é pensar e inovar, sentir e ser feliz.
Não digo para sempre, não gosto de promessas, mas faremos para que tudo possa ser perfeito, pois somos o símbolo da perfeição. Eu Te Amo.
Somos feitos de enigmas e simbologias, sentimentos a um milhão. Somos o controle, mas sem 1 também podemos ser a própria perdição.
Estarei contigo enquanto estiver comigo❤
A cada verso
A cada linha
A cada poema
Coisas tão sutis
Essa dessa vez é para ela.
Pois ela expressa a cor da paixão, me deixando feliz.
Minha rainha,
Minha flor de Lis.
Das mais belas donzelas
Foi da onde surgi.✧*。
Uma pílula,
a que me traz felicidade
Uma pílula da qual
Deixa intacta minha
sanidade
Uma pílula chamada
Amor.
Que ingerida já sinto
Todo o calor.
Essa é a pílula que todos necessitam.
Nunca receies perder-te.
A imagem reflectida em qualquer espelho, será sempre a tua.
Mesmo quando a teu lado se encontre aquele, por quem te perdeste.
Eu me perdi nas profundezas;
nadei contra oceanos. Vi a dor arder como fogo sobre a pele, sabotei o meu eu por amar você. Mas então acordei e percebi que onde há amor não a dano.
Um velho sofá, uma ilusão...
ou uma nova forma de amar?
Esse sofá tem muitas histórias,
Lembro do dia que seu desejo me prendeu,
E meu coração pela primeira vez se estremeceu.
Minha alma parecia estar no desfile de uma escola de samba... estava pela primeira vez alegórica... seria um sonho ou uma noite eufórica?
Oh fevereiro, anda devagar, ainda não me decidi se eu corro ou se devo me entregar. O medo me domina, e a alma tem medo de se magoar.
Minha alma implora por presença, mas o medo clama por ausência.
Esqueci apenas de uma coisa, não conhecia
Um encontro de almas, e nele aprederia que não existe espaço ou calma.
De repente, o som dos bloquinhos de rua não mais tinham melodia, e o carnaval gritava: ei, vem pra rua, estou aqui.. que heresia.
A alma simplismente se envolvia, em um encontro desconhecido com o que me consumia.
O toque dos teus labios no em pescoço, criaram um novo mundo... e no meu coração um alvoroço. Oh carnaval desculpe, não consigo sair deste abraço, estou presa no tempo-espaço destes braços.
Uma historia ou uma estória? Posso eu me permitir aceitar essa alforria que enaltece a minha alma? Ou peço pro meu coração ignorar, e dizer: ei, calma.
Esse sofá tem muitas histórias... com certeza nele vivi a mais bela de todas as minhas memórias.
Comece um projeto. A inspiração chegará. Críticas também. Use a disciplina como combustível, o talento como motor, a inspiração como mapa e os críticos como passageiros. Siga em frente.
REDUNDÂNCIA (soneto)
Por que me vens, com a mesma rima
Por que me vens, sofredora na trova
És porque vive assim querendo prova
Ou, então, lembrar-me da autoestima?
Por que levanta a tua voz, que sova
O coração, já amassado. Me anima!
Pois é tu, que do amor me aproxima
E não o contrário, a que me reprova
Vens acordar o que repousa fagueiro
O que de melhor há no poético raiar
O que vive romântico, assim, faceiro...
Ah! esqueçamos o que possa tardar
Nas tuas linhas eu sou o seu cavaleiro
E de minh’alma a doçura quero poetar
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Antes de te conhecer, eu pensava que tinha tudo, mas ainda sentia um imenso vazio dentro de mim, me via no meio de uma neblina navegando sem rumo. Na verdade, eu não tinha nada, apenas existia. Mas quando te conheci, eu senti esse vazio desaparecer. Você iluminou a minha vida de tal forma, que passei a não precisar de mais nada, além de te fazer feliz. O tempo passou e você se tornou o meu farol, me tirado do nevoeiro e me guiando para a felicidade. Agora eu sei que tenho tudo, porque tenho você ao meu lado.
Emilly...
A Emilly foi uma pessoa que eu conheci, que hoje só existe na minha memória...
Você já foi prisioneiro de algo?...
Bom eu já fui, acordava todos os dias numa prisão, a escuridão do vazio sem funções, eu só enxergava escuridão...
Até que ela chegou e todos os dias eu esperava a luz do sol, meu Deus que sensação boa... O sorriso dela era meu preferido, era como o sol que me livrava de tudo... Você já teve um sorriso que era o sol pra você?...
As vezes eu via ela dormir, ficava lá por horas sem fazer barulho, as vezes eu nem via ela dormir só ouvia... Mas eu fazia questão de ficar lá, pois eu ouvindo ou vendo ela... Saberia que estava segura...
Onde anda aquele sorriso que me tirava toda dor?...
Onde anda meu sol?...
A noite não acaba mais?...
Onde está a sensação de calor?...
Por que você se foi?...
Meu Deus que saudade você me dá...
Hoje eu sei que amei alguém, eu estou preso novamente, porém, eu espero todos os dias o meu sol voltar...
Um dia ele voltará, e nesse dia vou sentir a mesma sensação da primeira vez...
Ela está por aí em algum lugar...
Será que ela sabe a falta que me faz?...
Será que ela imagina que era o sol da minha vida?
Não importa onde esteja, o sol sempre brilhará em algum lugar.
-Lucas.E
