Amor Sincero e Nao Correspondido
O amor pode surgir em um olhar a primeira vista, em uma palavra doce carinhosa e até mesmo de um simples sorriso. Agora deixar de amar, isto acontece aos poucos, por exemplo: As coisas simples como um elogio, um você está linda, um beijo na testa e até mesmo brincadeiras entre eles, vão aos poucos perdendo seu valor para um ou ambos do casal.
Oi vida,oi amor meu;
Quero que você saiba que meus dias ficam
Apagado longe dos sorrisos teus,
Oi vida, minha poesia descontrolada
Não sei se sabes que sem o teu sorriso me sentido um nada.
Oi vida, oi meu amor dedicado -lhe esse versinho como um perfume de uma flor .
Oi vida ,oi minha eterna
Não existe versos que possa expressar o quanto minha alma por ti é apaixonada.
Eu "Tinha" um versinho,um versinho de amor
Eu "Tinha" uma canção, uma canção em teu louvor.
Eu "Tinha" um amor,um amor puro e sem dor.
Eu "Tinha" e tenho o poema mais lindo escrito pelo senhor.
Você RenaTINHA meu amor.
O teu amor o meu amor
O nosso amor ...
Foi o que mudou o que fui e sou ,
Foi o nosso amor com nosso calor
Queimando loucamente que nos deixou
Loucos, doentes carente, ardente pegando fogo.
Foi o nosso Amor
Que mudou o mundo que um dia a dor nos
Mostrou.
"Quando encontrar o amor...
Ame-o como se o mundo fosse acabar naquele momento,
Quando encontrar com a Felicidade
Brinde-a com tudo que puder,
Pois, os dias são cruéis e as pessoas mais ainda.
O amor de muito estão se esfriando e de outros nem amor existem mais.
Coração mudo
Ahh!! O amor.
Quando acontece damos tudo de nós.
Vemos um ser perfeito.
Ficamos cegos, surdos, alheios as coisas ruins.
Tudo lindo, maravilhoso!
Mas quando abrimos nossos olhos, nos apaixonamos por completo, ou nos decepcionamos.
Ahh! O amor.
Quando o perdemos, acreditamos que não haverá outro maior.
E quando logo vemos, já estamos amando novamente, com tanta intensidade, que nem acreditamos que aquele que passou foi amor.
Ahh! O amor!
Eu pensava que era amor quando te vi
Eu pensava que era amor quando me proibiu de tudo
Eu pensava que era amor quando dizia que me queria
Eu pensava que era amor quando nos unimos em meio à todos que me alertava
Eu pensava...pensava...
Pensava que era amor.
Hoje vejo que fui enganada!
Os sonhos acabaram,;
Castelos se desmancharam
Mas eu pensava que era amor!
Hoje tudo passou
Não penso mais que era amor.
Hoje eu tenho amor;
Sinto amor;
Vivo amor!
Você é o meu amor
Plantei amor
no coração de
um pássaro de
rara plumagem,
É por ele que
aguardo acima
dos séculos,
para dar
o sobrevoo
e o mergulho
no oceano
da paixão.
Mantenho
a alma
recatada
em secreto
para não
dar pistas
do nome dele,
Porque no fundo
sinto que sou
respondida
mesmo sem
estar ao lado
porque no peito
ocupo espaço.
De Alotaiba
os mais lindos
versos peguei
emprestados,
Consagrarei
os nossos mais
augustos passos;
Não buscarei
o porquê do destino
ter pregado a peça
de desejar viver
entre os nossos
futuros abraços.
No meu universo
em turbilhão
te protejo meu
amor de rendição.
Te querer por
perto pode
ser grande
tal ambição,
mas não vou
deixar perder.
No meu jardim
em silenciação
te faço meu
amor em flutuação.
Te querer por
cada segundo
e instante
por ser grande
tal adoração,
sou tua antes
de sequer
imaginado,
eu te sinto
todo o dia
mais apaixonado.
Eu te desejo
de uma forma
indescritível:
com ou sem
perfume,
fome de amor
e sabor de festa.
Você sabe
que eu sonho
virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.
Eu não sei
o seu nome,
Não sei onde
você mora,
Não sei da onde
você virá,
Não sei quando
e de que forma virá,
Mas só sei de uma coisa:
já fazes uma diferença
e uma falta danada.
Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.
Póstero a se evidenciar
teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.
A poética
sobrevivente
É nascida
do amor
Romântico
persistente,
É assim
que registro
O amor
que guardo,
O amor
dos outros,
E aquilo
que sonho
Inequivocamente.
O romantismo
segue
É resistência
de amor,
É luzeiro
na escuridão
A orientar
o coração
Intrépido
surpreendente
A revelar
intensamente
A verdade
na imensidão.
A explicação
feita
É notícia
de amor,
É passageira
no destino
A desembarcar
na estação
A reverenciar
o encontro,
Previsto
encantadoramente
E escrever
concretamente
A história
Apaixonadamente.
Porque eu sei que um dia você virá ou eu irei para ficar.
Em silêncio revisitei os poemas
como forma de resposta poética
ao amor que encerrou as portas.
Ser amada é claro que importa.
Se crê naquilo que não vê,
não sou eu que vou mais
lembrar do que ficou atrás.
Deus sabe o quê faz.
Eu bem queria desacreditar,
já não te conheço mais;
muita falta você faz.
Inclusive, em datas solenes.
Um amor perene não se compra,
não se vende e não se prova;
amor que é amor é para sempre.
Amor que é amor encontra jeito.
Não sou mulher que se esqueça,
sou flecha que se honra no seio,
cumplicidade e amor bem feito.
O meu coração ainda chora.
Em oração escrevi as prosas
ao amor que importa muito
como se planta mil rosas.
O amor não escolhe outras vias.
Em recolhimento supero
a sua falta de diálogo,
eu assim decreto.
És o meu porquê, e eu a tua razão.
Uma tristeza de amor não cura
pelas mãos de outro amor
apenas se condena a secura.
O meu coração vibra, é feito de fibra.
Ontem, escrevi até um poema
no afã de te fazer país reconquistado,
foi letra semente para o amado.
Venha, e fale comigo:
- Se só o amor tem sentido!
Porque quem deseja algo
- concreto -
Faz do diálogo um jeito
De fazer o tempo aberto
Para nadar em mar calmo.
Venha, e fale comigo:
- Se só o amor tem razão!
Porque quem deseja amor
- verdadeiro -
É sobretudo, objetivo!
Não dá para adivinhar,
Se você não falar comigo.
Não dá para varrer
- os teus receios -
Se não abrir o caminho.
Você não está comigo,
Daí o desespero!
Porque amar é muito,
Ser amada é importante,
Para me fortalecer,
E me fazer invencível:
Quero tê-lo embevecido!
A nossa língua é a língua do amor,
A língua que traduz os significados
- mais [complexos],
Ela que nos uniu e nos embala...
Sussurrada até a madrugada,
E bem encaixada à espera da alvorada;
Doce vate é o nome!...
A tua alegria de homem torna-me
Tua e ainda mais encantada...
Porque dos teus beijos,
Eu exijo os mais melosos...
E faço versos adocicados para estar,
Contigo embalada nas paisagens
Mais bucólicas e integrada nos teus
- cenários [urbanos]...
Entrei na sua vida para fazê-lo feliz,
- e sem [enganos]...
Você despertou os desejos mais deliciosos.
Ao sabor do vento do destino,
Vejo que voltaste a ser menino,
Nunca li nada tão [lindo],
Um verso escrito num bilhete
Apoiado sobre a minha escrivaninha:
"À essa menina, moça, mulher
Que nos encanta, uma lembrança."
É assim que faz a poesia da vida:
Ela vai sendo desenhada por nossas carícias...
Sempre acreditei no amor,
E que se um dia houvesse
Salvação para o amor;
É porque nunca deixou
De ser e viver o [amor...
Por triste desventura
Não houve salvação
Para o [amor
É porque era [tudo]
Só não era [amor].
Sempre acreditei no amor,
E que se um dia viesse
Abandonar esse amor;
É porque tu desertou
De ser e viver de [amor.
Distraí-me com o 'amor'
E o tempo passou,
O 'amor' era dos outros,
Só não era o teu;
O destino comprometeu,
E o tempo passou,
É porque o teu amor
Nunca me pertenceu.
