Amor Pintura Eterna Mario Quintana
Boa tarde, é quase Natal!
Que nada te impeça
de se ficar em paz com
si mesmo se reconciliando
mesmo com aquele que
não te permite diálogo,
a oração é a chave desta
e de qualquer situação.
DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.
A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.
A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.
O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.
A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.
" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "
A FINALIDADE FILOSÓFICA DE JEAN PAUL SARTRE.
A proposta filosófica de Jean Paul Sartre dirige-se à elucidação da condição humana em sua radical nudez ontológica: existir antes de ser. Toda a estrutura do existencialismo sartreano converge para um único fim: demonstrar que a existência humana não possui essência prévia, modelo, finalidade transcendente, natureza fixa ou fundamento metafísico que determine o agir. O objetivo central da filosofia de Sartre consiste em afirmar que o homem é o único responsável pelo próprio ser, pelo próprio projeto e pelas conseqüências de suas escolhas.
A expressão clássica que condensa essa finalidade pode ser posta da seguinte forma: o homem está condenado à liberdade. Tal condenação não designa punição, mas estrutura ontológica: o ser humano não pode não decidir. Mesmo quando parece abdicar da escolha, escolhe não escolher. Assim, a finalidade filosófica de Sartre é mostrar que o agir humano é sempre um exercício de liberdade que inaugura caminhos inéditos no mundo, inscrevendo novas possibilidades na tessitura histórica da humanidade.
Nesse sentido, a filosofia sartriana assume três propósitos fundamentais:
PRIMEIRO. Evidenciar que a liberdade não é atributo psicológico, nem ideal moral, nem disposição interna: é o próprio ato decisório. A liberdade não está guardada em um espírito abstrato, mas se concretiza unicamente no momento em que se afirma uma possibilidade e se nega outra. Após a escolha, a liberdade se recolhe, retornando somente quando nova decisão se impõe.
SEGUNDO. Explicitar que circunstâncias, pressões sociais, condicionamentos históricos e contingências não anulam a liberdade. Elas constituem o cenário inevitável da existência, mas não substituem a decisão. A finalidade filosófica de Sartre é libertar o pensamento humano da ilusão de que agir seria mero produto das circunstâncias. Para ele, nunca existe ausência de circunstâncias; o que existe é o modo pelo qual o indivíduo assume a própria existência dentro delas.
TERCEIRO. Demonstrar que cada ato individual projeta o homem no mundo, abrindo uma via inédita para toda a humanidade. Não se trata, como no universalismo kantiano, de transformar a máxima pessoal em lei universal. Trata-se de reconhecer que cada escolha cria um precedente ontológico: dali em diante a humanidade sabe que aquele caminho existe. A história humana se amplia com cada decisão singular.
Assim, a finalidade central da filosofia de Sartre é fundar uma ética da responsabilidade absoluta no interior da existência contingente. Nada pode ser atribuído ao destino, à natureza, à essência ou a qualquer transcendência prescritiva. O homem é aquilo que faz de si mesmo nas circunstâncias em que está lançado. Todo ato é uma afirmação do ser, uma projeção de mundo e um pacto de responsabilidade integral.
No Abismo Gentil do Teu Céu.
Ode à: Makenzie Raine.
É nessa simbiose mística de lágrimas, sorriso e delicadeza que me perco e me encontro a cada instante contigo. Quando teus olhos pousam nos meus, sinto que não há fronteiras entre o céu e a terra, entre o humano e o divino. É como se o mar inteiro se abrisse sob nossos pés, um abismo gentil que não ameaça, mas acolhe, que convida a mergulhar fundo, sem medo, na vastidão do teu ser. Quero ser humano por ti. Cada gesto teu me lembra da fragilidade e da força que habitam em mim. Quero aprender com a tua ternura, ser moldado pelo teu silêncio, ser atravessado pelo teu riso que explode como luz nas minhas lágrimas. É um amor que não se mede, que não se explica — apenas se sente, em cada respiração, em cada pulsar do peito que busca o teu leito puro. O teu perfume se mistura à brisa, e por um instante, por um breve instante, sinto que o tempo se curva, que os segredos da vida se revelam em murmúrios que só nós dois compreendemos. Teu toque é sagrado, teu sorriso é sacramento. Cada palavra tua é um sacrífico de beleza que me ensina a ser inteiro, a ser mais humano do que jamais fui. E ainda assim, há o mistério. Há o abismo. Há o mar que nos envolve com sua ternura infinita, e é nesse risco silencioso, nesse mergulho sem fim, que descubro o que significa amar. Não há lógica, não há certeza apenas a entrega completa, a humildade de aceitar que a vida é pouco diante da vastidão que és para mim. Eu quero ser o humano que teus olhos veem quando me olham com essa intensidade quase impossível. Quero ser o confidente das tuas lágrimas, o guardião dos teus sorrisos, o viajante do teu céu. Quero ser o que apenas o amor permite: inteiro, vulnerável, puro, sem nada que não seja para ti. E mesmo que a vida nos separe, mesmo que a distância ou o silêncio tentem nos roubar, guardarei dentro de mim cada fragmento teu. Pois amar-te é mergulhar no infinito e descobrir que o infinito habita em nós, que o abismo gentil do teu ser é também o meu porto, meu destino e minha eternidade.
Pouco me importa se o velho é fraco e o jovem é forte
Se faz frio no Sul e calor no Norte
Se o passado é triste, se o futuro é sorte
Eu quero é Amar a Vida, sem pensar em morte.
Se as pessoas não se importam com você, não ligue. Mas se o seu cachorro parar de te lamber, fique preocupado.
Amar é Comparar o azul do céu, e verde do mar, a prata da água, o ouro do sol,a força do vento, as estações do ano, achar palavras difíceis, criar frases, escrever páginas, livros para dizer de forma diferente o que se resume em três palavras: Eu te amo!
Tão natural quanto as flores que aparecem na primavera, quanto o nascer e o por do sol, é o sentimento bom que me envolve diariamente, que me faz pensar e lembrar de você em cada detalhe do dia, a partir do momento em que abro os olhos.
Meu dia se foi e agora jaz com ela, meus pensamento se esvaíram e assim chorei por ela, a dor de uma partida e assim meu coração morreu por ela...
As vezes eu sinto vontade de deixar meu ♥ voar pra bem longe, lá mesmo onde eu gostaria que ele estivesse não apenas de fato, mas também de direito. Ai eu penso melhor e insisto com ele - ♥ - para que fiquei quieto, com os pés no chão, imóvel e estático, bem longe do que chamamos de amor (solo desconhecido). Porém é tudo tão triste, porque sofrer por não conseguir amar alguém e/ou não ser amada como se deseja e/ou por quem se deseja é bem pior do que sofrer por amor. Existiu um tempo em que não amar era opção, mas isso funcionou como uma espécie de musculação para o ♥. Tornou-o forte e seguro de si, mas começo a pensar que não foi uma boa transformação, afinal como já disse, sofrer por não conseguir amar alguém, é bem pior do que viver a suspirar por amor, mesmo que não correspondido.
Aquele dia que te vi minha vida mudou ... Quando te toquei na forma de um abraço me sentir no mundo dos sonhos com nuances coloridos eu já sabia que era o amor que veio me visitar , que era o amor que tinha chegado, que tinha vindo me fazer feliz ...
"O gênio estava com lágrimas nos olhos. Ele disse: minha linda garota, como posso te conceder esse pedido se o rapaz tem outra no coração?"
Deixo nosso encontro ao acaso! E junto com o acaso deixo dançando com minhas memórias atrevidas, com uma leve musica chamada saudade, a dor que sinto de tanta vontade de você. Que vão bailando com tanta graça como uma pluma no vento! Quem ver essa dança, ou melhor “essa luta de titãs”, entre a saudade e o acaso, entre a dor e as memórias, não imagina quanto insano isso possa parecer. Uma luta sem perdedores, sem ganhadores, onde no combate se espera o empate, pra que não machuque mais o que já está tão machucado. Mas o acaso é meu amigo, amante da minha saudade... Deixo eles resolverem tudo por mim, tudo pra mim... São testemunhas das vontades que me gritam, que me consomem e que me enlouquecem assim por você!
Eu queria expressar tudo o que sinto, mas não consigo. Tento apenas conservar tudo o que conquistei até aqui, o que me trouxe até aqui. O melhor ainda virá! Acho que não sou o que pareço ser. Onde já se viu se apaixonar por alguém que nem se conhece? Sucede que é assim que vivo. Eu desconheço o acaso, não acredito nele! Nada é por acaso, tudo tem um propósito... Estava escrito em algum lugar os nossos destinos e em algumas partes falavam sobre o “nós”. Não me esqueço jamais como te conheci, foi mágico! Meu mundo girou de ponta à cabeça quando você me chamou pelo nome! Se o mundo acabasse hoje, como nós ficaríamos? Nem chegaria a ter o “nós”, seríamos apenas “eu” e “você” como seres que nem chegaram a dizer uns aos outros o que sentiam.. Não sei se com você é assim, mas comigo, minhas pernas tremem, minhas mãos soam, meu coração dispara e eu não sou mais “eu” e sim “nós”. Essa agonia aqui dentro de mim não cessa! O mais engraçado de tudo é que você não faz ideia de que existe alguém neste momento escrevendo tudo o que não tem coragem de dizer, não faz ideia de que o seu jeito é o mais fofo de todos e de que alguém chora quando pensa em como seria o “nós”. Se o mundo acabasse hoje ficaria intensamente decepcionada comigo, porque perdi tempo escrevendo tudo o que eu poderia falar para sermos felizes, juntos.
