Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade

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⁠Tome Nota!
O tempo de Deus é o tempo de qualidade.
Das melhores colheitas, das vitórias, dos milagres, das bênçãos, das curas e das libertações. creia somente!

Inserida por andfigueira8

⁠⁠Reflexão a Tempo
Tempo a tempo Sr revelador de verdades e mentira
Que faz aflora a mais linda rosa
Quanto mata o mais belo jardim .
Zará Tempo; Ela Tempo
Sr tão belo um dos Deuses mais Bonito,
Compositor de destinos.
Kitembo dia banganga, talenu (vejam! a divindade do ar, atmosfera)
Médico de feridas que achamos incurável
Bálsamo de dores que marca nossa alma.Nzara Ndembwa – Gloria ao Tempo!

Inserida por renan_fernandes

⁠⁠A vida passa a ter um novo significado quando se entende o valor do tempo. Ele é ínfimo perto de toda a eternidade que temos pra viver.

Inserida por OMUNDODAMIH

⁠TUDO AO SEU TEMPO!

Se Deus precisou de sete dias, quem sou eu para querer tudo na hora?

Inserida por VanderleyAndrade

⁠Não perca tempo e nem força, com questões irrelevantes, que não te levam a lugar nenhum.
Invista no que é relevante, o tempo é precioso, porém passa muito rápido.

Inserida por KeilaAndrade

⁠O tempo passa e vai fazendo suas mudanças... E o lado ruim disso, é que não nos damos conta para aproveitarmos o que precisa ser aproveitado.

Inserida por FrancyAndrade

⁠Quantas vezes nos pegamos perdidos, deixando o presente escorrer entre nossos dedos enquanto pensamos no passado ou nos preocupamos com o futuro? Esse é um desperdício de energia e de vida.

O tempo é curto, é precioso, e a única maneira de verdadeiramente aproveitá-lo é abraçar o presente.

Olhar para o presente também é encarar a realidade em sua totalidade. Nem todos os momentos são felizes, nem todas as situações são fáceis.

No entanto, ao vivenciar plenamente o presente, temos a oportunidade de aprender com as dificuldades e de encontrar forças para superá-las.

Te convido a abraçar cada instante como se fosse o último. A valorizar as pessoas que estão ao seu redor e a si mesmo. A expressar gratidão por tudo o que a vida lhe proporciona.

Afinal, só temos uma certeza - estamos aqui, agora, e cabe a nós aproveitar ao máximo essa dádiva chamada presente.

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

É difícil tentar dizer tudo quando só o seu olhar já me deixa sem palavras.

Quero poder conhecer você melhor, me divertir rindo das suas histórias de quando era criança e do jeito como falava as palavras erradas. Quero me acostumar com o som da sua risada, o encaixe de nossas mãos juntas, quero poder reconhecer o seu perfume de longe e poder cantar no meio de todos qualquer música que lembre todos os nossos momentos. Eu quero isso e quero muito mais, eu quero, sim, quero eu e você pra realizar. Quero nós.

A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.

Machado de Assis

Nota: Trecho do conto O Alienista (1882).

O verdadeiro DEUS, o DEUS é o DEUS das ideias...

Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.

Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...

Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...

Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?

-Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
Moi je me taisais.
-Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
Moi je me taisais.
-Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles
écorces...

Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.

A maioria dos dramas está nas ideias que formamos das coisas. Os acontecimentos que nos parecem dramáticos são apenas assuntos que a nossa alma converte em tragédia ou em comédia, à mercê do nosso carácter.

Jamais os moralistas conseguirão fazer compreender toda a influência que os sentimentos exercem sobre os interesses. Essa influência é tão poderosa como a dos interesses sobre os sentimentos. Todas as leis da natureza têm um duplo efeito, em sentido inverso um do outro.

Libertar uma pedra nada significa se não existir gravidade. Porque a pedra, depois de liberta, não iria a parte nenhuma.

Jamais essa mulher nascerá. Só de uma rede de laços se pode nascer. Ela continuará a ser semente abortada, poder por empregar, alma e coração secos. Ela há-de envelhecer funebremente, entregue à vaidade das suas capturas.
Tu não podes atribuir nada a ti próprio. Não és cofre nenhum. És o nó da diversidade. O templo, também é sentido das pedras.

«Mas tu, que pões má cara diante do poder da terra, diante da grosseria, da podridão e dos vermes dos homens, começas por pedir ao homem que não seja e que não tenha nem sequer cheiro.