Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
De onde flui seu preconceito com o Cristianismo Carlos?
-Não tenho preconceitos para o Cristianismo, tenho críticas. E elas se baseiam numa única sensação que ele propicia: O encontro consigo mesmo. As pessoas não seguem a Jesus por medo da morte, isso também ajuda, mas seguem por não se encontrarem durante a vida. Não sabem quem são, por isso aceitam explicações fúteis de sua história - de onde vieram - e promessas para seu futuro - para onde vão. É só por isso.
Bommmm diaaaaa mdt. Seguindo
Carlos, cá estou 7.20 da manha escrevendo, mas para dizer que falar com vc sempre é bom, independente do tema. Hoje apenas para desejar que seu dia seja bom e reafirmar meu sentimento de que te...., te......, te........, de Mega fone
Carta para *Carlos
Eu sei que o seu sentimento é segredo.
Por isso finjo que não sei que sente.
Talvez assim seja melhor.
Talvez o melhor sentimento seja mesmo esse.
O sentir sagrado, o sentido medroso. .. o gostar em segredo.
Eu te observo tão profundamente.
No elevador, na garagem, no corredor e até pelo vidro da janela enquanto tenta me olhar disfarçadamente.
Eu gosto do seu jeito de gostar.
Mas não me fale de sentimentos por que em breve passará...
Sempre passa.
Queria dizer que você tem um baita bom gosto por gostar de alguém como eu, mas a verdade é que não sou normal o suficiente para você. Eu sou louca, estranha, não durmo a noite, me penduro na janela do sétimo andar para olhar nuvens, eu faço bolinhos de arroz as quatro da manhã...eu também falo com plantas e animais. Você não merece alguém assim na sua vida sensata de negócios e máscaras sociais... Minha loucura não faria bem para sua imagem.
É melhor que continue assim, bem como está.
Não tente afinar laços e nem facilitar pistas para eu adivinhar que é você.
Eu não quero lidar com essa verdade.
Não me mande flores nem bombons com bilhetes anônimos e sua letra inconfundível.
Eu gosto do seu gostar; bem desse jeito.
Em segredo!!!!
Parabéns Carlos Massa
Tu és uma pessoa maravilhosa
É marcante esta data
É emocionante a tua história
Ratinho que Deus continue lhe abençoando
Permaneça trilhando o caminho do bem
Sirva sempre o Pai Soberano
Saiba que já foi útil na vida de alguém
Gosto de assistir o teu programa Ratinho
Tu és um apresentador inteligente
Receba este meu carinho
Eu quero lhe ver de cabeça erguida e contente.
Um feliz aniversário para ti amigo
Tens ajudado vários artistas
Tu és um cara bastante querido
Homem brincalhão e otimista
Ratinho, tens o coração de uma criança
Nunca deixa de dar um sorriso
Siga em frente com fé, amor e esperança
És um instrumento de Jesus Cristo.
Findo esta linda mensagem
Sou o poeta Sidney Alves,
Foi com muito prazer que fiz a homenagem
Ratinho tu és digno de aplausos
CORAGEM... AVANCE
Pr. Abilio Carlos dos Santos
“Não temas, não te desalentes” – I Crônicas 22.13.
O que é desalento? É falta de coragem para seguir em frente. A pessoa fica desanimada... Tudo que começa, não termina... Isso é desalento.
Você começou algo e não terminou? Meu amigo (a), Deus é fiel... Ele te capacitou para começar e te capacita para terminar o que começou... Você crê?
Vá em frente... Quantas pessoas desistem quando estão quase chegando... Falta coragem para continuar por causa das dificuldades e por causa do medo do desconhecido.
O Senhor diz para você agora: “Coragem... Avance!”.
Sucesso e uma semana de portas abertas para você.
DEUS ESTÁ COM VOCÊ
Pr. Abilio Carlos dos Santos
“E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores”
Na caminhada da vida muitas vezes nos sentimos sozinhos.
Olhamos para o futuro e tudo é desconhecido.
Precisamos de uma luz... No fim do túnel.
Jacó, neto de Abraão, estava vivendo essa situação. Saiu da casa dos pais em desavença com seu irmão Esaú, rumo a uma nova vida indo para uma terra desconhecida... Com medo do futuro... Com medo do desconhecido.
Deus falou com Jacó em um sonho e disse-lhe: “Eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores” – Gn 28.15
Luz brilhando...
Alívio em meio à tensão...
Que palavras!
Papai celestial continua a falar conosco hoje.
Estás inseguro? Em solidão? Em tribulação?
Fique tranquilo... Sossega-te...
Deus está com você!
pastorabilio@ig.com.br
MIRAGEM
letra: carlos patrício
música: alexandre vieira
ali
a olhar pro nada
sob o vão da escada
que eleva o chão
ao alto
rumo ao salto no torpor
passou
feito um pé de vento
no meu pensamento
trazendo a visão
do riso
de um sorriso avassalador
assim
a olhar pra dentro
procurando o centro
onde nasce a dor
tão perto
no deserto do meu coração
eu vi
tua bela imagem
formando miragem
em todo esplendor
enfim
mergulhei no oásis
cego kamikaze
cumprindo a missão
Oração
Carlos Magno Maia Dias
Jesus! Conceda-me
o direito de saber
para que eu possa
transmitir o meu amor
e entender que você
me liberou nele.
Jesus! Compreenda
a minha angústia
de tentar purificar-me
através de permanente
doação,
sem ter ou produzir
dúvida ou frustração.
Jesus! Permita que
O meu anseio de crescimento
Seja uma passada segura
Para a evolução
E que ela seja tão vasta
Que atinja todos
Os meus semelhantes.
Jesus! Que o meu amor
Seja entendido
Como puro e partilhado
E totalmente praticado
Na medida exata da Sua Grandeza.
Jesus! Que eu seja
Sempre tão pequeno
Quanto a minha certeza,
Tão humilde
Quanto o meu desejo
E tão sincero
Quanto o meu amor.
.
APÓS A LUTA VEM A VITÓRIA – Salmo 30.5b
Pr. Abílio Carlos dos Santos
“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”
Primeiramente vamos falar sobre o choro. Quando vem a dor, derrota, solidão, tribulação, enfermidades, desemprego e mais uma série de coisas vem também o choro, não é mesmo!
Neste texto o salmista não fala em chorar de felicidade, e sim de tristeza. No momento da cura, da libertação, da benção sentimo-nos alegres e sorrimos. Após a luta vem a vitória. Oh, Glória!
Agora vamos falar sobre a noite. A noite apresenta muitas coisas boas e alegres. Neste pequeno texto o salmista nos apresenta a noite no sentido de sofrimentos, dores e lutas. Às vezes em pleno dia com o sol a brilhar, nós estamos sozinhos, olhamos para os lados, não temos ninguém para nos ajudar... É noite!
Noite... O tempo não passa. Estamos a sofrer, o momento é desesperador... Noite longa!
Finalmente vamos falar do raiar de um novo dia.
O Senhor Jesus disse em Mateus 5.4 – Os que choram serão consolados - Atravessamos a noite sofrendo e com os olhos secos e esbugalhados. Agora chegou o momento do raiar do dia. Que benção!
É hora de abrir os olhos. É hora de abrir o coração para Deus. É hora de chorar diante do Senhor. Nesta hora sentimo-nos como nada na presença do Senhor – I Pedro 5.7 - É a hora do raiar da manhã em nossa vida para a Glória de Deus.
O Senhor Jesus nos abraça...
É o momento da benção... É o momento da vitória.
Que Deus te abençoe ricamente em Cristo Jesus!
.
abilicusvidanova@ig.com.br
28 março 2009
Madrigal para Cecília Meireles
Cacaso
(Antônio Carlos Ferreira de Brito)
Quando na brisa dormias,
não teu leito, teu lugar,
eu indaguei-te, Cecília:
Que sabe o vento do mar?
Os anjos que enternecias
romperam liras ao mar.
Que sabem os anos, Cecília,
de tua rota lunar?
Muitas transas arredias,
um só extremo a chegar:
Teu nome sugere ilha,
teu canto:um longo mar.
Por onde as nuvens fundias
a face deixou de estar.
Vida tão curta, Cecília,
a barco tragando o mar.
Que céu escuro havia
há tanto por te espreitar?
Que alma se perderia
na noite de teu olhar?
Sabemos pouco, Cecília,
temos pouco a contar:
Tua doce ladainha,
a fria estrela polar
a tarde em funesta trilha,
a trilha por terminar
precipita a profecia:
Tão curta é a vida, Cecília,
tão longa a rota do mar.
Em te saber andorinha
cravei tua imagem no ar.
Estamos quites, Cecília,
Joguei a estátua no mar.
A face é mais sombria
quanto mais se ensimesmar:
Tão curta a vida, Cecília,
tão negra a rota do mar.
Que anjos e pedrarias
para erguer um altar?
Escuta o coral, Cecília:
O céu mandou te chamar.
Com tua doce ladainha
(vida curta, longo mar)
proclames a maravilha.
Rio, 1964.
Cacaso (Antônio Carlos Ferreira de Brito) nasceu em Uberaba (MG), no dia 13 de março de 1944. Com grande talento para o desenho, já aos 12 anos ganhou página inteira de jornal por causa de suas caricaturas de políticos. Antes dos 20 anos veio a poesia, através de letras de sambas que colocava em músicas de amigos como Elton Medeiros e Maurício Tapajós. Seu primeiro livro, "A palavra cerzida", foi lançado em 1967. Seguiram-se "Grupo escolar" (1974), "Beijo na boca" (1975), "Segunda classe" (1975), "Na corda bamba" (1978) e "Mar de mineiro (1982). Seus livros não só o revelaram uma das mais combativas e criativas vozes daqueles anos de ditadura e desbunde, como ajudaram a dar visibilidade e respeitabilidade ao fenômeno da "poesia marginal", em que militavam, direta ou indiretamente, amigos como Francisco Alvim, Helena Buarque de Hollanda, Ana Cristina Cezar, Charles, Chacal, Geraldinho Carneiro, Zuca Sardhan e outros. No campo da música, os amigos/parceiros se multiplicavam na mesma proporção: Edu Lobo, Tom Jobim, Sueli Costa, Cláudio Nucci, Novelli, Nelson Angelo, Joyce, Toninho Horta, Francis Hime, Sivuca, João Donato e muitos mais. Em 1985 veio a antologia publicada pela Editora Brasiliense, "Beijo na boca e outros poemas". Em 1987, no dia 27 de dezembro, o Cacaso é que foi embora. Um jornal escreveu: "Poesia rápida como a vida".
Em 2002 é lançado o livro "Lero-Lero", com suas obras completas.
O poema acima foi extraído do livro "Lero-lero", Viveiros de Castro Editora (7Letras) - Rio de Janeiro e Cosac & Naif - São Paulo, 2002, pág. 189.
MINHA FLOR MENINA, FLOR MULHER!!
(poema feito, por sugestão do amigo Carlos Martinez, do Grupo Flores & Canções).
Flor que se faz criança,
Ao surgimento de um botão,
Ganhando vida e esperança,
Ganhando formas e padrão.
Vai se abrindo lentamente,
Tornando-se adolescente,
Ganhando da natureza,
Todo o perfume e beleza.
E chegando à juventude,
Com toda sua elegância,
Viçosa em plena saúde,
Com trejeitos da infância.
A inocência se fez mulher,
De pecados e perdões,
Pois esteja onde estiver,
Arrebata os corações.
E na sua perenidade,
Tornam-se ainda mais lindas,
Minhas Azaleias queridas,
Me fazem a felicidade,
Dando cores à minha vida.
Mas quando vão se murchando,
Na hora da despedida,
Deixa meu coração suspirando,
Minha saudade, sentida.
Foi-se a menina flor,
Inocente botão criança,
Flor mulher e sem pecado,
Levando o meu coração,
Deixando doces lembranças,
De muito amor e paixão.
A propósito de “Três pontos ex... citados”, peça de Carlos Alberto Sousa
Acabei de ler (reler, para ser exato) “Três pontos ex... citados”, texto de Carlos Alberto Sousa, em que ele apresenta uma peça de tese ou conceitual.
Eu gostei à primeira leitura do texto, que já vou chamar de literário, porque se revela desprovido dos elementos cênicos, como palco, música, luz e figurinos. O teatro, propriamente dito, remete ao espetáculo, à representação no palco. A rigor, teríamos o texto (literatura) e sua apresentação no palco (espetáculo). Segundo Aristóteles.
Mas, voltando à peça, o autor coloca em discussão algumas questões há muito conhecidas de nós, quais sejam, o fideísmo, o ateísmo e a luta de classes. Ele inclui também, com muita competência, elementos pop – o tráfico, o rock, o sincretismo religioso – e elementos metateatrais – o fazer artístico em debate.
Numa peça breve, composta por oito atos brevíssimos, Carlos Alberto narra uma história bastante interessante, em que os personagens são dirigidos por um diretor manipulador e ávido de messianismo. Enfim, um Brecht às direitas.
A trama – envolvendo o elenco (os “bíblicos” Paulo, Davi e Sara, especialmente) e o diretor – trata de uma tragédia (com a presença dos elementos clássicos, inclusive o recurso do chamado “deus ex machina”, consubstanciado pela presença da Bailarina). Isso fortalece o argumento de que estamos diante de um texto literário que, ainda segundo Aristóteles, precede e se sobrepõe à montagem teatral, ao espetáculo. (Por isso, o cinema nunca será literário!)
Já tive a oportunidade de assistir, no Teatro Municipal de Cabo Frio, a uma performance de autoria de Carlos Alberto, a qual me deixou muito impressionado com o talento com que ele havia conduzido o texto e dosado a densidade temática. Com “Três pontos ex... citados”, não é diferente.
Aliás, mesmo quando faz versos, meu confrade e amigo Carlos Alberto deixa transparecer seu lado dramaturgo. Isso – em vez de restrição – é um elogio. Aristóteles, de novo, não me deixa mentir.
Mais que impressionado com a peça filosófica “Três pontos ex... citados” que acabo de reler, já me vejo torcendo pela montagem dela. Gostaria muito de ver (o verbo apropriado é “interagir”) Paulo, Sara e Davi no palco. Pois, ao contrário do filósofo grego, tenho certeza de que será unir o útil ao agradável. Com perdão do lugar-comum.
Me desculpa Van Gogh, mas ela é a obra de arte mais linda que eu já vi... me Desculpa Carlos Drummond de Andrade mais as palavras dela são o poema mais lindo que eu já ouvi, me desculpa Deus mais essa foi a criança mais linda que o senhor já fez, e Obrigado a mim mesmo por te aceitado, receber essa benção que me deixou apaixonado sem palavras sem atitude um pouco sem jeito, mais que culpa eu tenho o olha dela parece Saturno ou o por do sol que quando aparece, faz com que todos fique feliz, e denovo eu vou me pergunta? Que culpa eu tenho você é mais do que eu posso compreender.
Percepção
Carlos Nery
Você já pensou se um dia
A nossa Terra se cansasse
De ter estado sob a gente
E ela toda tremesse, numa
Ameaça iminente?
Então, para onde iriam
O ciúme, o egoísmo e a inveja
Que ora à Terra nos prende?
Será que evitariam que nós
Caíssemos dela?
Ou iriam com a gente
Para o fim ou outra era?
Se você não vê
o seu valor,
acabará com alguém
que também não vê
Antonio Carlos Machado
@machado_ac
