Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
O conhecimento exige o sacrifício da leitura, e a sabedoria exige o sacrifício da reflexão. Sem esses sacrifícios, somente preconceitos, mitos, crendices, propaganda e comandos ideológicos habitam a mente...
Quanto mais meus critérios e atitudes em direção ao sucesso se afinarem com minhas sensações positivas, mais feliz eu serei.
Para um ser (humano) que não cria recursos, apenas os explora, não é necessária nenhuma conspiração, como costumam falar por aí, para levar essa humanidade à ruína. Basta apenas manter essa sistemática de exploração para que tudo se consuma em breve!
Os sintomas de uma taxa de felicidade mais baixa são o aumento da intranquilidade, da desmotivação com a redução da criatividade e da resiliência diante da vida.
Em função da concentração de mídia, nós muito mais estávamos sendo levados do que levando a nossa vida.
O Minimalismo é basicamente à procura do essencial, do simples e do que realmente importa, deixando de lado o supérfluo, o dispensável e o que não importa tanto.
A Vida é um professor que escreve a matéria na lousa e não a explica. Cabe a nós encontrar os meios para entender a lição. Na verdade, acredito que não necessariamente a lição em si, mas descobrir como decifrá-la e trazê-la para nossa realidade, seja esse o grande aprendizado.
O atual pensar e agir sobre a inovação está sendo feito de forma muito mais emocional do que refletida.
As três camadas da Ciência da Inovação (Civilizacional, Grupal e Pessoal) são sinergéticas e não se pode pensar uma sem as outras.
A Ciência da Inovação pretende estudar as mudanças conscientes promovidas pelo Sapiens ao longo da história.
Não havia - e ainda não há - dentro da Ciência Social de plantão uma compreensão mais realista do papel das mídias na Macro-História humana.
Quanto mais eu consigo repensar meus paradigmas e torno a minha vida mais feliz e mais significativa, mais eu potencializo minha humanidade.
A felicidade é feita de sensações que vêm mais ativas e continuadas quando não deixamos as ilusões nos levarem.
Quando escolhemos pela solitude e a paz interior, muitas despedidas já haviam sido feitas. As que restando, são as que esporadicamente precisando, então fazemos uma confraternização.Mas logo não terão razão ou farão mais nenhum sentido telas por perto também.
A Humanidade ainda vai evoluir para um estágio de consciência segundo o qual é uma questão de saúde mental abolir a dependência das telinhas. O celular voltará a ser apenas um telefone. As redes sociais, e-mails e tudo o mais ficarão em casa, restritos ao desktop. Uma ou duas vezes por dia, as pessoas se sentarão ao desktop e responderão as mensagens mais importantes. Poderão usar a IA para filtrar o que realmente precisam ver ou saber. E terão suas vidas de volta. Vidas que hoje literalmente são sequestradas pelas telinhas.
O importante é entender que qualquer Projeto de Felicidade, mais sustentável, é aquele que visa gerar, de forma consistente e continuada, sensações positivas.
