Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
"A sociedade em que vivemos em pouco tempo vai se afogar num mar de perversão. Infelizmente muitas pessoas já estão completamente pervertidas."
Quanto mais o tempo passa
Não sei se devo insistir
Mas o que sinto é tão forte
Que prefiro esperar e resistir
Está tudo estranho
Não consigo parar de pensar
Se a emoção seguir
Ou se vou te esperar
Foram tantos bons momentos
Que prefiro esquecer
Não são tão importantes
Como os pensamentos em te ter
Se por um minuto deixar
Novamente eu irei te falar
Serei o mais sincero possível
E perguntarei; deixa eu te amar?
O tempo de crente não conta muito. O que mais importa é cultivar hábitos saudáveis de santidade.
24.03.19
ALGUMAS LIÇÕES...
CRÔNICA
Naquele tempo quase todo mundo usava uma arma qualquer...
Esposta na sinta de seu usuário; na cabeceira do arreio,na sala de estar,atrás da porta...
Conta -se, que, na fazenda Alto do Barrerim, Sta Rosa da Serra, Chico Cabaça e Zuino Mandi se estranharam e foram às vias de fato...
O trem foi feio!...
Passado um tempo desse embate,ao se reencontrarem, um tirou a vida do outro, tragicamente.
Os dois personagens desta história detestavam seus apelidos...
Chico Cabaça deu de possuir um revólver que, pelo apego, não devia se desgrudar tão facilmente dele.
Dado dia e instante, precisou ir à vendinha que arrendara a um conhecido, comprar um açúcar pra esposa coar um café.
Encontrou-se com Zuino Mandi, na dita venda; bebendo "umas e outras", batendo um punhal prateado,reluzente num balcão de madeira.
Havia uns Bonitos e valiosos,de prata com desenhos de figuras trabalhadas em relevos, na bainha e no cabo; a lâmina de aço,servia para sangrar as vítimas.
-- Zuino,que punhal lindo é esse?!! Quanto ti custou?!
-- Custou 250 Réis e uma trela de cabaças.
-- E esse revolver bonito à mostra em sua cintura, tenho medo não; quanto cê pagou pu ele?! - Reverberou Zuino.
-- Paguei 550 Réis e dois ganchos de mandi.
Pronto: Quando Zuino mesionou em sua resposta a "trela de cabaças", no negócio do punhal, e Zuino sitou os "ganchos de mandis" na compra do revolver, incendiram a fogueira...
Pra quê!!... Zuino foi pra cima de Chico...
Chico bateu a mão no revolver, pronto em botá-lo a "cuspir fogo"... Acionava o gatilho sem parar, mirando o desafeto, mas nada acontecia...
O tambor da arma de Chico Cabaça estava completamente vazio. Ele mesmo, o havia esvaziado, prevendo acidentes com as crianças. E não retornou a munição pro lugar.
Zuino o pegou à "unha"; imobilizado no chão, Chico, recebia panadas de punhal no rosto ouvindo Zuino dizer:
-- Eu não vou lhe matar com esse punhal, ele é caro demais, só uso de boniteza mesmo. Você merecia morrer era com um punhal velho, enferrujado...
Acalmado os ânimos, Chico Cabaça,disfeitado, montou em seu cavalo e jurou...
-- No dia que eu o encontrar novamente um de nós vai pro inferno.
Dois anos se passaram...
Chico Cabaça apeou do cavalo na mesma vendinha; Zuino Mandi estava de costas,Chico o pediu para que virasse que não matava homem pelas costas; ao virara-se, Chico o desferiu seis disparos de arma de fogo.
Como um dos agravantes do crime, Chico colocou os invólucros dos projéteis deflagrados na boca da vítima.
Zuino, não resistiu os ferimentos...
Julgado e condenado Chico fora sentenciado em 12 anos de prisão em regime fechado. - Um ano de sentença por cada cápsula.
Todos anos seus filhos saiam em penitências,numa via-sacra, com a folia de Reis local, fazendo promessas pro pai sair logo da cadeia. Tocar a vida ao lado deles.
Chico Cabaça ajustou advogado e saiu da prisão; depois de cumprir oito anos de reclusão.
- O uso de amas é complicado...
Se mata e se morre, por causa dela; outrora, ajuda o dono e o leva para a prisão.
- Quanto aos apelidos: se a pessoa não gostar, deve haver respeito a ela. Ser tratada pelo nome é a melhor opção.
Apelido, só se for carinhoso.
20.06.19
A SANTA FELICIDADE...
Objetiva-se a felicidade o tempo todo; nas mais diversas fontes de prazeres da vida...
Muitos a buscam a qualquer custo, mesmo prejudicando a si mesmo ou ao seu semelhante...
Pseuda felicidade assim, é de procedência maligna e não se sustenta.
Deus não terá nenhum prazer nisso para as nossas vidas.
Infelizmente é muito comum esta prática dos homens sem Ele no coração...
Para os domésticos da fé a orientação divina,os cientiza quê, a Sua presença neles, é a mais pura,verdadeira e aprazível felicidade.
Em meios as aflições deste mundo...
Busquemos a "Santa felicidade" da maneira mais justa e sábia; não desprezando nunca sua eficácia nem desapegando-nos da sua compania.
É certo que, sem pedir licença...
Os contratempos circunstâncias nos
surpreendem e muda um estado de coisas, deixando sensações horríveis de infelicidade...
Mas, lembremos do nosso santo pacto com Cristo!...
Ainda que, as frustrações,o medo,a tristeza,o desespero...e, tantos outros sentimentos negativos, resistam o quanto podem, em nos tirar paz...
Estejamos firmes, diante do mal!
As forças malignas chegam aos poucos e vão se acomodando na nossa mente...
Repreendamos-a no poder que já recebemos do nosso Salvador.
Às lutas em vezes, são tantas, para alguns,que não aguentando suporta-las,se extremam em desespero,e desvarios...
Mas,tendo a fortaleza de Cristo, não há mal que não seja nada, diante da autoridade recebida d'Ele...
Se mantivermos a fé e a confiança em Nosso Pai Criador, nos momentos difíceis da existência; não nos abateremos... E encontraremos o norte que desejamos.
Não nos esqueçamos que a felicidade não se ausenta tendo o "ânimo" em nossa retaguarda.
Deus nos basta, ...
Com Ele na vida podemos extravasar e compartilhar, sua doce presença;
assim, contagiaremos o mundo de porções do Seu amor e bondade; resgatando à terra com fios de esperança.
O bem-estar que sentimos em Deus, se dividirmos com o próximo,servirá de bálsamo e estímulo, para que tantas outras pessoas à busquem e façam o mesmo.
Sendo isso possível, a nossa história poderá se tornar para sempre interessante e feliz:
09.07.19
COSTURANDO O TEMPO
Vivo a costurar o tempo
Com minhas agulhas, costurando
Vou caminhando... alinhavando
e até remendando-o.
Às vezes sento, e entre um café e outro
Conduzo-me de ponto a ponto.
Mas tudo é atemporal
E não há como desenhar esse tal tempo
Copiando rosas ou folhas ao vento.
E nessa costura sem fim
Teço-me um infinito para mim.
Joana de Oviedo – Direitos reservados
Adeus
Mudou a estação da minha vida.
Vc acenou de longe...
Sem ter tempo de molhar
As feridas que não somente eu fiz
Que não somente eu quis
Quando me fiz por tua amada.
O TEMPO DE SER FELIZ
O meu tempo de ser feliz é agora
Mesmo que tenha chorado
Trago alegrias de antigas auroras
E se o tempo passou e vc apenas chorou,
Vá estrada a fora a colher os feixes, os molhos dos trigos e da primavera esquecida:
Lembranças do passado.
Mas vá, sem antes levar
os gravetos de agora,
os feixes das rosas, das primaveras
e os desenhos das nuvens de algodão.
Mas vá.
Deixe em paz seu coração.
Junta a lenha no terreiro!
Torne-se inteiro!
A ESCOLHA É NOSSA
Eles matam e têm "escravos" garantidos, inseparáveis, o tempo todo,em chamas ardentes...
- Mortes, literalmente:
Provocam uma enfermidade qualquer nas pessoas; - das mais horríveis e possíveis, que puderem; um câncer, uma deformidade física, uma perturbação, um incômodo, um estado depressivo culminando em suicídios...
- Mortes, espirituais:
Esfriam a fé, a crença,a esperança,o amor,o temor dos fiéis a Cristo...
- Promovem incitação ao ódio,as porfias,as contendas,provocações... entre os seres humanos - tidos como a "Coroa da Criação"; - para se exterminarem.
- Roubam a saúde das pessoas,a moral,o emprego,a paz... a salvação delas; os escravizam em toda sorte de vícios e prazeres efêmeros que possam existir...
Desestruturam à base da sociedade: as famílias,os lares...
- Desviam o foco dos fiéis adoradores de suas devoções ao Pai Criador. - Distraindo-os na caminhada para a cidade Celetial, que, JESUS preparou para os SALVOS, remidos no Seu sangue.
Astutos, mudam de estratégias de ataques, constantemente, para alcançar suas presas e metas,com mais facilidade...
Pode haver maior e mais terrível poder de destruição do que esse, que eles provocam na raça humana?! "Uma alma valendo mais que o mundo inteiro"... imagine a dimensão desse dano ao longo do tempo?!
ROUBAM à graça de Deus que uma vez foi dada ao homem na Terra: a vida,a pureza,a hamonia, a santidade...
Atacam muito o público infantil. Por isso nossas crianças precisam serem cercadas de muito cuidado,carinho, amor... Ensinemos-as, a andar no Santo caminho de Deus!...
De suas ações diabólicas, dioturnamente, não se cansam...
Com o prazer de quem degustam um mamão com açúcar, cumprem seus intentos maléficos... - Com diligências incessantes, alegrias infernais e risadas aterrorizantes...
- Roubam, incaltas almas,as que se esquecem de Deus; - para servirem de companhias em seus martírios e condenação... no "lago horrível de fogo e enxofre".
Abaixo da Trindade Santa e Seu Exército Celestial,eles ainda são detentores de muitos poderes...
Por isso, o lamento registrado nas Escrituras Sagradas: " aí dos que habitam na Terra porque Satanás, vosso adversário, está no meio de vós e têm grande ira".
Chove almas no "inferno" como chuva na Terra; sem cessar... Não sejamos inertes vítimas destes imundos opositores de Deus!
Ainda bem que há escape para nós, os vivos: Corramos para Jesus e vivamos em Seu Reinado de amor.
Ele é o único que poderá nos salvar e nos livrar deste estado de coisas maleficas e horripilantes, que estes covardes espíritos enganadores são capazes de provocar em nós.
E na última batida do nosso coração nesse caminhar terreno, "veremos outra vez a diferença de quem serve a Deus e quem não serve".
- Ao sermos conduzidos à eternidade, por anjos de Deus ou demônios.
10.07.19
Um belo frasco de perfume quebrado não tem conserto, apenas durante um tempo sentiremos o seu perfume onde ele se quebrou.
#cacau.cp.29
Se realmente para e refletir sobre a realidade e o espaço-tempo, Percebesse que a realidade não existe. É algo parecido com a manifestação da consciência para se sentir bem e adequado dentro daquilo que a alma entende como um ponto de vista positivo para ser viver, uma suposta verdade, um suposto conforto e um ponto de vista distante da negatividade.
Eu não discordo quando me falam de uma vida dentro de uma realidade, mas não se esqueço que a realidade é um código programado e manipulado. Ainda me lembro do dia em que fizemos da realidade um código e construímos um novo multiverso, ainda me lembro quando a quarta dimensão nem existia; uma vida além do tempo, era isso o que dizíamos.
Meus pensamentos.
A DANÇA NOS VENTOS
Sou eu a mulher que dançou nos ventos
A música do tempo.
Vivi a vida, fiz tudo por ela, somente por ela.
Eu me envolvi nas folhas em movimento nos ares pelo chão...
Nas tempestades e interpéries.
Eu vivi o tempo nos relógios das eternidades...
Então concluí, não tenho lamentos,
Porque dancei nos ventos
e um dia hei de “dançar”
no inexorável tempo.
Filho amado!
Como dizer que perco meu tempo pensando em você, se é só assim que o tenho perto de mim.
Como fazer para as lágrimas não caírem, elas apenas brotam.
Como conseguir deixar você partir, se você já foi.
Para sempre na memória ou para sempre na escrita.
Hoje só hoje
Hoje só hoje, se eu pudesse voltar no tempo... Há como faria tudo diferente! Seria feliz onde eu acreditava que não erra. Mudaria os passos e falas, as quais eu magoei pessoas e os passos que me desviou da minha felicidade. Hoje só hoje, pude perceber o quanto pensamos que sabemos de tudo, na verdade não sabemos é de nada. Hoje só hoje, por um só estante meus pés na arreia colocar. Hoje só hoje...
Trate os idosos, como você gostaria de ser tratado...
O tempo é o chicote da vida.
Logo a vida vai devolver a você o mesmo tratamento.
Ivens@reu
REVAl II
CRÔNICA
Reval,por um tempo andou meio fraco da cabeça. Morava sozinho num quartinho de uma casa antiga, na Rua Sete de Setembro, anexo à alfaiataria de Corcino - seu parente -, um dos primeiros alfaiates de Campos Belos. - De vez enquando sumia; mas sempre voltava.
Trajava à mesma roupa ensebada de sempre.Sapatos às vezes,soltando a sola.
Moreno forte, de estatura mediana, usava cabelos quase aos ombros, que nunca viam pentes e água. Ostentava um bigode entrelaçado à longa barba.
Medo a gente não sentia de Reval: alguma sisma somente. Arriscava conversar com ele. Mas a prosa era pouca,só respondia aos arrancos,jeito desconfiado,olhar distante.
Nunca se soube de agressividade dele, às pessoas. Andava lentamente pelas ruas da cidade, com as mãos nos bolsos da calça, mastigando um possível alimento. Ficávamos curiosos para saber que iguaria degustava.
No percurso que fazia pelas ruas andava e parava, andava e parava...pondo sentido em tudo que seus olhos viam. E o de mais relevância, pra ele,observava mais ainda; imaginando coisas.
Em seus observatórios diários, nada passava despercebido do seu olhar. Olhava os mínimos detalhes daquilo que mais lhes chamasse a atenção. - Como se tivesse fazendo uma profunda análise.
Parecia discordar com mais contundência algumas irregularidades que via: ao coçar a cabeça acima da orelha e balançar a mesma num gesto negativo; sempre fazia isso quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas de normalidade.
Belo dia...
Como há de ter acontecido... Reval saiu de casa e subiu à Rua BH Foreman, mais calado do que nunca. Triste, de cabeça baixa, olhos inquietos. Atravessou a Av. Desembargador Rivadávia e ganhou o calçadão, em frente à Prefeitura Municipal. Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando à sua frente, na Igreja Matriz.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a encomendação de um corpo. Ele não atendeu o apelo sonoro da paróquia naquele dia: adentrando-se ao santuário.
Nuvens cor de cinza se agarravam ao Morro da Cruz e das Almas; não demorou muito a cair pingos de chuva como lamentos, na grama verde da praça. - Quando uma pessoa boa morre a terra recebe o insumo e o céu sela com água, o fim deu ciclo.
Reval aproximou-se daquela casa de oração católica, e tomou a benção ao seu vigário, que estava posicionado à entrada principal, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, repetida vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao pároco, ao santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num grosso cordão e olhava ao longe, o esquife num ataúde bonito...
Em rogos,de longe, desejava um bom lugar ao finado.
Missão cumprida...
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas sentidas.
Teve fome...
Com a barriga nas costas, entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro.
A atendente lhe deu um pão com manteiga, e um café com leite num copo descartável. - "Capricha que é pra dois tomar." Disse, à moça, que colocou mais um pouquinho. Ficando sem entender: pois, não o viu acompanhado de mais ninguém.
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, Reval parou diante de um caminhão de transporte de madeiras; quebrado e cheio de laxas de aroeira, na porta do Armazém de Seu Natã.O proprietário já havia pedido ao papai que olhasse o mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal ou Goiânia, para comprar uma ponta de eixo. Pois não a encontrava na região, para a devida reposição.
O sol, queimando, e não havia mais uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade. Reval, por sua vez, continuava parado diante do veículo, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançando a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação. - Conversava baixinho com o caminhão, de maneira que só os dois ouviam, mais ou menos assim:
- Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso[...] - Coitadinho, quanta judiação[...] Quanto tempo sem comer e sem beber; cheirando mal, e cheio de poeira; com esse calor que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho sequer, para refrescar um pouco; como tem sofrido você ...continuava:
- Não tenho mais tempo a perder: preciso fazer alguma coisa e continuar com essa caridade por mais um tempo...
Deu o lanche que trazia consigo para o caminhão comer...
Antes de despedir-se, daquele pobre necessitado, balbuciou quase imperceptivelmente mais algumas palavras:
- Tenha um bom apetite!... Voltarei amanhã para ti ver...
Foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Possivelmente repetiu o gesto de alimentar ao caminhão por mais de quinze dias. - Período que esteve lá.
Toda vez que retornava ao local não havia nem vestígio de lanche.
Como se sabe: a “fome é negra”.
Reval tinha um bom coração. Aquela piedade demonstrada devia ser um reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
Meus pés estão aprendendo a caminhar mais calmos para que eu tenha tempo de admirar as paisagens do caminho, as pessoas da jornada e os presentes que colho na vida a cada novo dia, pois Deus insiste em plantar surpresas em meus trajetos e eu não as tenho desperdiçado... Colho uma por uma e agradeço por ser a presença que me faz caminhar com a plena convicção de que estou andando conforme o Seu relógio sem perder de vista nenhum detalhe das coisas com as quais Ele me presenteia...
